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  • Aumento dos casos de Leptospirose preocupa médicos

    | Saúde

    Um aumento de 25% no número de casos notificados de leptospirose no primeiro semestre de 2018 em relação ao mesmo período de 2017 está deixando médicos e unidades de saúde em estado de alerta. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES/PE), até 9 de junho deste ano foram notificados 435 casos da doença no estado, contra 348 no mesmo período do ano passado. Em 2017, 24 pessoas morreram por causa da leptospirose. Em 2018, até agora, 4 óbitos foram confirmados.

    A doença é transmitida pela urina de ratos contaminados pela bactéria Leptospira, presente em esgotos, bueiros e lixo, misturada à água das chuvas e à lama de enchentes. O contato com a água contaminada pode provocar sintomas como febre, fadiga e dor muscular, que muito se assemelham aos da gripe e da dengue.  “A pessoa tem febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, principalmente na batata da perna, podendo também ocorrer vômitos, diarreia e tosse. Urina escura, cor de sangue e olhos alaranjados além de manchas de sangue na pele e sangramentos, insuficiência renal, hepática e respiratória, que podem levar à morte”, explicou o coordenador de Clínica Médica do Hospital Miguel Arraes (HMA), Fábio Queiroga.

    De janeiro a junho deste ano, o HMA registrou 38 notificações da doença. Maio foi o mês com mais sorologias positivadas para leptospirose, com 11 notificações e, desses, 7 resultados reagentes. Segundo o Núcleo de Vigilância Epidemiológica (NEPI/HMA), o motivo foi a chuva, que aumentou o risco de exposição e contaminação da doença.

    Dr. Fábio alerta que é muito importante procurar as unidades de saúde se você teve contato com água das chuvas e for constatado algum dos sintomas previstos. “Não se deve fazer automedicação, pois a doença pode se agravar de forma muito rápida”. A demora no diagnóstico pode agravar a doença, levando até ao óbito. Os casos mais leves podem ser tratados em ambulatório, mas os casos graves precisam de internação. O tratamento é baseado no uso de medicamentos e outras medidas de suporte, orientado sempre por um médico, de acordo com os sintomas apresentados.

    Assuntos: ses, hma, leptospirose, casos, orientacao, sintomas, tratamento
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  • Boletim epidemiológico da Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) – semana 25

    | Saúde

    A Secretaria Estadual de Saúde (SES) informa que, até o dia 23 de junho, Pernambuco registrou 1.162 casos de síndrome respiratória aguda grave (Srag), quadro que pode ser provocado por diversos agentes (vírus, bactérias) e é caracterizado pela necessidade de internação de pacientes com febre, tosse ou dor de garganta associado à dispneia ou desconforto respiratório. Do total de casos, 53 tiveram resultado laboratorial confirmado para influenza A(H1N1), 23 para influenza A(H3N2), 1 para influenza B, 1 para vírus sincicial respiratório (VSR) e 1 parainfluenza1. No mesmo período de 2017, foram 1.121 casos de Srag, com 67 confirmações para influenza A(H3N2), 28 de influenza B, 3 VSR e 1 parainfluenza1.

    Em 2018, também foram registrados 11 óbitos de Srag com resultados laboratoriais confirmados para influenza – 9 de influenza A(H1N1) e 2 de influenza A(H3N2). Do total dos óbitos, 27,3% foram em crianças abaixo de 2 anos e 27,3% em idosos a partir dos 60 anos.

    VACINAÇÃO CONTRA A INFLUENZA (dados até 05.07)

    Até o momento, Pernambuco vacinou 2.334.311 pessoas contra a influenza (97,2%). Todos os grupos prioritários atingiram a meta mínima, de 90%, inclusive as crianças.

    Público vacinado: 2.334.311 (97,2%)
    Público total: 2.399.361

    Criança
    Público vacinado: 558.660 (91,6%)
    Público total: 609.586

    Gestantes
    Público vacinado: 95.481 (97,3%)
    Público total: 98.056

    Trabalhadores de saúde
    Público vacinado: 189.203 (101,7%)
    Público total: 185.918

    Puérperas
    Público vacinado: 19.193 (119,1%)
    Público total: 16.112

    Idosos
    Público vacinado: 935.455 (98,3%)
    Público total: 951.169

    Indígenas
    Público vacinado: 37.178 (98,6%)
    Público total: 37.687

    Professores
    Público vacinado: 112.686 (104,4%)
    Público total: 107.888

    Assuntos: ses, srag, boletim epidemiologico, publico vacinado, infuenza
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  • Pernambuco reforça importância da vacinação contra poliomielite

    | Saúde

    vacina

    O último caso de poliomielite registrado em Pernambuco foi em 1988, enquanto no Brasil foi no ano seguinte, em Souza, na Paraíba. Desde então, apesar da circulação da doença em outros países, o Brasil se mantém livre da enfermidade. Esse panorama, contudo, pode mudar se não for ampliada a vacinação das crianças contra a enfermidade.

    Em Pernambuco, no ano de 2017, foram vacinadas 82% das crianças abaixo de 1 ano (118.860 meninos e meninas). Contudo, a meta mínima nacional é de 95%. Dos 184 municípios pernambucanos, mais Fernando de Noronha, 63 atingiram a meta. Outros 5 estão com cobertura abaixo de 50%, o que, segundo o Ministério da Saúde (MS), aumenta o risco de reintrodução da doença no país.

    “Estamos há 20 anos sem registrar poliomielite em Pernambuco. Contudo, sabemos da ocorrência da doença em países da África e do Oriente Médio. Com o fluxo de turistas entre os países, existe a possibilidade de reintrodução da pólio em território nacional, por isso a importância da vacinação, que é gratuita e disponibilizada permanentemente nos postos de saúde”, reforça a coordenadora do Programa Estadual de Imunização da Secretaria Estadual de Saúde (SES), Ana Catarina de Melo.

    Além de lembrar aos pais e responsáveis da importância de levar as crianças para serem vacinadas nos postos de saúde, a coordenadora do Programa Estadual de Saúde também afirma que, sistematicamente, dialoga com os municípios sobre as coberturas vacinais. “A diminuição no público vacinal contra a poliomielite e também de outras vacinas é uma questão enfrentada em todo o país. Por isso, fazemos o monitoramento constante e conversamos com os municípios para saber quais estratégias podem ser utilizadas para reverter a situação. Também relembramos aos gestores municiais que é essencial manter os sistemas de informação atualizados, para não haver divergência entre a realidade e os números apresentados", pondera. A coordenadora ainda lembra que em agosto será realizada uma campanha nacional para proteger crianças de 1 ano a menores de 5 anos contra a poliomielite e o sarampo.

    A vacina contra a poliomielite é disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e deve ser aplicada aos 2, 4 e 6 meses, na forma injetável, além dos 15 meses e 4 anos, da forma oral. “As crianças precisam completar o esquema para estar imunizada. Os meninos e meninas vacinados com a dose oral ainda produzem o que chamamos de ‘imunidade de rebanho’, já que eles espalham no ambiente o vírus vacinal, o que ajuda numa imunização coletiva”, frisa Ana Catarina. 

    TRÍPLICE VIRAL – Além da poliomielite, o país também está em alerta para o sarampo, que foi reintroduzido em território nacional e já está causando surtos no Norte brasileiro. Em Pernambuco, foram registrados 199 casos de sarampo em 2013 e 27 em 2014, último ano de ocorrência.

    Para evitar o sarampo, a indicação é utilizar a vacina tríplice viral, que ainda protege contra a rubéola e a caxumba. A vacina tríplice viral deve ser aplicada em crianças com 12 meses, com um reforço aos 15 meses com a tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela). Para crianças acima de 2 anos, além de jovens e adultos até os 29 anos, não vacinadas anteriormente ou que não se lembram, devem ser feitas 2 doses da tríplice viral, com intervalo de 30 dias entre elas. Adultos entre 30 e 49 anos (não imunizados ou que não lembram) devem tomar uma dose da tríplice. Profissionais de saúde não vacinados devem tomar duas doses com a vacina tríplice viral, independente da idade. É importante que a população vá a um posto de saúde, munido da caderneta de vacinação, para saber se é preciso fazer a atualização de alguma dose.

    Assuntos: ses, vacinacao, poliomelite, criancas, meta, nacional, panorama, sus, triplice viral,
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  • Orgulho LGBT: SES promove Seminário Estadual

    | Saúde

    ses

    A Secretaria Estadual de Saúde (SES), por meio da Coordenação Estadual de Saúde LGBT, promoveu, nesta sexta-feira (29.06), o I Seminário Estadual com o tema “A homofobia como adoecimento e os diversos olhares sobre a saúde dos homens gays”. O evento foi em alusão ao dia 28 de junho, no qual se comemorou em todo mundo o Dia Internacional do Orgulho LGBT

    O encontro ocorreu no Centro de Formação de Servidores Públicos do Estado de Pernambuco (Cefospe), no bairro da Boa Vista. A data e o seminário têm como principal objetivo conscientizar a população sobre a importância do combate à homofobia para a construção de uma sociedade equânime e livre de preconceitos, independentemente da identidade de gênero e orientação sexual.

    Entre os palestrantes estavam Alexandre Magno, psicólogo e psicanalista, ativista do Fórum de Articulação Aids/SES-PE, que ministrou sobre o tema “Estado, Família e Igreja. Os três poderes de adoecimento”; Carol Lins, psicóloga e doutoranda em Psicologia na UFPE, ativista da Adversidade de Gênero de Sexualidade, integrante do GEMA, que abordou o tema “As Masculinidade e a Saúde dos Homens Gays”.

    Luiz Valério, fisioterapeuta e sanitarista, coordenador da Política de Saúde da População Integral LGBT do Estado de Pernambuco, abordou o tema “O Cuidar e o Acolher da Saúde dos Homens Gays”. Segundo o coordenador, as especificidades do homem gay devem ser trabalhadas de forma direta e com o olhar da assistência.  “A primeira especificidade é esclarecer para o profissional de saúde que não estamos discutindo só o órgão genital, mas sim as diversas formas de masculinidade onde existe o homem trans – que é aquele homem que compreende seu gênero masculino, mas que em sua anatomia há uma vagina. Esperamos levar para esses profissionais de saúde o cuidado integral com um olhar mais equânime para essa população”, afirmou.

    Já o assistente social e coordenador da Política de Saúde LGBT do Município do Recife, Airles Neto, falou sobre o “Perfil dos Usuários Gays do Ambulatório LGBT do Município de Recife”; Leonardo Tenório, homem transexual e coordenador da AHTM, pesquisador, ativista do Movimento de Saúde Homens Trans, com o tema “Homens Gays Transexuais: Conhecer para Cuidar”.

    Assuntos: ses, saude, lgbt, seminario estadual, orgulho lgbt, aids
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  • HMA conquista prêmio de Vigilância Epidemiológica

    | Saúde

    seminário

    O Núcleo de Vigilância Epidemiológica do Hospital Miguel Arraes (NEPI/HMA) foi o grande vencedor do I Seminário de Experiências e Inovações da Vigilância em Saúde de Pernambuco, promovido pela Secretaria Executiva de Vigilância em Saúde do Estado. O trabalho, intitulado “Integração da Vigilância Epidemiológica Hospitalar e os serviços laboratoriais: uma estratégia para melhorar os registros das doenças e agravos de notificação compulsória” foi selecionado entre os três finalistas da Área 01 – Informações Estratégicas em Saúde, conquistando o primeiro lugar e o prêmio de R$ 15 mil, que será utilizado na reestruturação do Núcleo.

    O I Seminário de Experiências e Inovações da Vigilância em Saúde tem como objetivo reconhecer as iniciativas inovadoras na gestão da Vigilância em Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde de Pernambuco e contribuir para a consolidação de boas práticas da Vigilância em Saúde. Quase 120 trabalhos foram apresentados no ano passado; 12 na área de Informações Estratégicas em Saúde. O projeto vencedor foi de autoria da enfermeira Thassia Christina Azevedo.

    Assuntos: ses, saude, premio hma, seminario, vigilancia em saude, inovacao
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  • Influenza: Pernambuco vacina 92,8% do público

    | Saúde
     

    Municípios com doses podem ampliar vacinação para crianças de 5 a 9 anos e adultos de 50 a 59 anos

    Pernambuco conseguiu vacinar 2.227.491 (92,8%) pessoas durante a campanha de imunização contra a influenza, atingindo a meta mínima, de 90%. Agora, os municípios pernambucanos que ainda possuem doses da vacina podem imunizar, além da população inclusa nos grupos prioritários, crianças de 5 a 9 anos e adultos entre 50 e 59 anos.

    “Com o fim da campanha, o Ministério da Saúde orienta a ampliação do público para que não haja perda de vacina, que não é recolhida. Mesmo assim, as cidades que não conseguiram imunizar 90% dos seus grupos prioritários ainda podem continuar buscando estratégias para chegar até essa população”, ressalta a coordenadora do Programa Estadual de Imunização, Ana Catarina de Melo.

    No Estado, apenas o grupo prioritário formado pelas crianças entre 6 meses e menores de 5 anos não atingiu a meta mínima, de 90%. Foram vacinados 518.781 (85,1%) meninos e meninas durante a campanha. “Dos casos de síndrome respiratória aguda grave com resultado laboratorial para influenza, 31% foi nesse público de crianças, o que reforça a importância de vacinar essa população”, completa Ana Catarina.

    Além das crianças de 5 a 9 anos e adultos entre 50 e 59 anos, ainda podem se vacinar idosos, crianças de 6 meses a menores de 5 anos (4 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas (mulheres que tiveram filhos até 45 dias), trabalhador de saúde, professores, povos indígenas, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional. Também contempla pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais: doença respiratória crônica, cardíaca crônica, renal crônica, hepática crônica, neurológica crônica; diabetes, imunossupressão, obesos, transplantados e portadores de trissomias.

    BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO – Até o dia 9 de junho, Pernambuco registrou 989 casos de síndrome respiratória aguda grave (Srag), quadro que pode ser provocado por diversos agentes (vírus, bactérias) e é caracterizado pela necessidade de internação de pacientes com febre, tosse ou dor de garganta associado à dispneia ou desconforto respiratório. Do total de casos, 32 tiveram resultado laboratorial confirmado para influenza A(H1N1), 17 para influenza A(H3N2), 1 para vírus sincicial respiratório (VSR) e 1 parainfluenza1. No mesmo período de 2017, foram 1.051 casos de Srag, com 67 confirmações para influenza A(H3N2), 25 de influenza B, 3 VSR e 1 parainfluenza1.

    Em 2018, também foram registrados sete óbitos de Srag com resultados laboratoriais confirmados para influenza – cinco de influenza A(H1N1) e dois de influenza A(H3N2).

    CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA A INFLUENZA

    Público vacinado: 2.227.491 (92,8%)
    Público total da campanha: 2.399.361

    * 121 municípios atingiram a meta mínima.

    PÚBLICOS PRIORITÁRIOS 

    Crianças
    Público vacinado: 518.781 (85,1%)
    Público total: 609.586

    Gestantes
    Público vacinado: 91.213 (93%)
    Público total: 98.056

    Trabalhadores de saúde
    Público vacinado: 184.236 (99%)
    Público total: 185.918

    Puérperas
    Público vacinado: 18.492 (114,7%)
    Público total: 16.112

    Idosos
    Público vacinado: 908.878 (95,5%)
    Público total: 951.169

    Indígenas
    Público vacinado: 36.773 (97,57%)
    Público total: 37.687

    Professores
    Público vacinado: 107.578 (99,7%)
    Público total: 107.888

    Assuntos: saude, influenza, vacinação, balanço vacinação, ministerio da saude, boletim epidemiologico
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  • Pernambuco lança comitê técnico gestor da hanseníase

    | Saúde

    Objetivo principal é uniformizar tratamento nos casos mais complexos da doença. 

    Pernambuco contará com grupo especial para discussão científica da hanseníase, doença infecciosa transmitida pelo bacilo M. leprae, que ataca o sistema nervoso periférico e provoca alterações de sensibilidade ao frio/calor, ao tato e à dor. O lançamento do Comitê Estadual Técnico Gestor da Hanseníase de Pernambuco será às 14h desta quinta-feira (21.06) durante o encerramento do I Seminário de Experiências e Inovações da Vigilância em Saúde, que está sendo realizado no Mar Hotel Conventions (R. Barão de Souza Leão, 451, Boa Viagem – Recife/PE). O objetivo principal da iniciativa é uniformizar as condutas terapêuticas dos casos mais complexos e implementar, conforme a necessidade das Regionais de Saúde, comissões de debate sobre o tema. 

    Em 2017, o Estado registrou 2.391 casos novos de hanseníase. Desses, 192 foram em menores de 15 anos. Com a criação do Comitê Técnico, a expectativa é integrar os profissionais dos centros de referência em hanseníase de Pernambuco, contribuindo para a constante atualização dos especialistas. "A junção das experiências dos profissionais diretamente envolvidos na detecção e controle da doença contribuirá bastante para o direcionamento dos casos. O Comitê fortalecerá a nossa política de controle da hanseníase para todo o estado", pontua a coordenadora do Programa Estadual de Controle da Hanseníase, Monique Lira.  

    O Comitê servirá ainda para expandir as diretrizes adotadas nas discussões para os municípios de todas as 12 Gerências Regionais de Saúde (Geres), assim como pleitear junto ao Ministério da Saúde (MS) as necessidades específicas para os casos identificados como prioridades para condutas diferenciadas. Gestores regionais e municipais devem participar da cerimônia de lançamento. 

    DOENÇA - A hanseníase é uma doença infecciosa transmitida pela pessoa doente para uma sadia pelo contínuo contato. Ela é transmitida pelo bacilo M. leprae, bactéria que ataca o sistema nervoso periférico e provoca alterações de sensibilidade ao frio/calor, ao tato e à dor. A doença, que pode ficar encubada por um período de 5 a 10 anos, também pode evoluir para perda de força muscular das mãos, pés e olhos.

    O tratamento é gratuito, padronizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde (MS), e baseia-se na poliquimioterapia. É realizada nos postos de saúde, necessitando que o paciente compareça à unidade uma vez por mês para tomar a medicação (dose supervisionada). O restante dos remédios o paciente toma em casa. Apenas os casos mais graves e com complicações deverão ser atendidos em unidades de referência. O Hospital Otávio de Freitas (HOF), no bairro de Tejipió, Zona Oeste do Recife, e o Hospital Geral da Mirueira, em Paulista, são referências secundárias estaduais no atendimento aos pacientes de hanseníase em Pernambuco. 

    Assuntos: ses, comite, hanseniase, sus, prevencao, tratamento, seminario de inovacao, saude,
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  • Pernambuco atinge meta da vacinação de influenza

    | Saúde

    90% do público foi imunizado. Até sexta (22.06), 239.029 ainda podem se vacinar.

    Pernambuco atingiu a meta mínima de vacinar, no mínimo, 90% do público prioritário para a campanha de vacinação contra a influenza. Até o momento, foram 2.160.332 (90%) pessoas imunizadas. Isso significa que 239.029 ainda podem procurar os postos de saúde para receber a vacina até a sexta (22.06), quando finaliza a campanha. O público total no Estado é de 2.399.361 pernambucanos.

    Em relação aos grupos prioritários, atingiram a meta mínima os trabalhadores de saúde (97,5%), puérperas (110,8%), idosos (93,3%), indígenas (97,1%) e professores (97,1%). Ainda não atingiram a meta mínima as gestantes (88,7%) e as crianças (80,6%).

    Podem se vacinar contra a influenza: idosos, crianças de 6 meses a menores de 5 anos (4 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas (mulheres que tiveram filhos até 45 dias), trabalhador de saúde, professores, povos indígenas, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional. Também contempla pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais: doença respiratória crônica, cardíaca crônica, renal crônica, hepática crônica, neurológica crônica; diabetes, imunossupressão, obesos, transplantados e portadores de trissomias.

    BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO – Até o dia 9 de junho, Pernambuco registrou 989 casos de síndrome respiratória aguda grave (Srag), quadro que pode ser provocado por diversos agentes (vírus, bactérias) e é caracterizado pela necessidade de internação de pacientes com febre, tosse ou dor de garganta associado à dispneia ou desconforto respiratório. Do total de casos, 32 tiveram resultado laboratorial confirmado para influenza A(H1N1), 17 para influenza A(H3N2), 1 para vírus sincicial respiratório (VSR) e 1 parainfluenza1. No mesmo período de 2017, foram 1.051 casos de Srag, com 67 confirmações para influenza A(H3N2), 25 de influenza B, 3 VSR e 1 parainfluenza1.

    Em 2018, também foram registrados sete óbitos de Srag com resultados laboratoriais confirmados para influenza – cinco de influenza A(H1N1) e dois de influenza A(H3N2).

    CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA A INFLUENZA

    Público já vacinado: 2.160.332 (90,03%)
    Público ainda a ser vacinado: 239.029 (9,97%)
    Público total da campanha: 2.399.361 
    * 86 municípios atingiram a meta mínima. 

    PÚBLICOS PRIORITÁRIOS 
    Crianças
    Público vacinado: 491.459 (80,6%)
    Público total: 609.586 

    Gestantes
    Público vacinado: 87.052 (88,7%)
    Público total: 98.056 

    Trabalhadores de saúde
    Público vacinado: 181.295 (97,5%)
    Público total: 185.918 

    Puérperas
    Público vacinado: 17.857 (110,8%)
    Público total: 16.112

    Idosos
    Público vacinado: 887.919 (93,3%)
    Público total: 951.169

    Indígenas
    Público vacinado: 36.615 (97,1%)
    Público total: 37.687

    Professores
    Público vacinado: 104.826 (97,1%)
    Público total: 107.888

    Assuntos: ses, campanha de vacinacao, prevencao, imunizacao, objetivo, meta, publico, estimativa
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  • Panorama do Zika Vírus/Microcefalia é tema de debate nesta quarta-feira (20/06)

    | Saúde

    ses

    Seminário, que está sendo realizado no Mar Hotel no Recife, reúne profissionais em torno de temas relevantes da Vigilância em Saúde.

    Uma análise aprofundada sobre as lições aprendidas com a síndrome congênita do zika vírus (SCZ/microcefalia) no Estado é a proposta do painel de abertura do I Seminário de Experiências e Inovações da Vigilância em Saúde de Pernambuco, nesta quarta-feira (20/06), das 8h às 9h30, no Mar Hotel Conventions, Zona Sul do Recife. Com o tema 'Síndrome Congênita do Zika: panorama, lições aprendidas e cenários futuros', o debate reunirá importantes especialistas envolvidos diretamente nos esforços para acompanhar os primeiros casos de microcefalia atípicos entre o final do ano de 2015 e o início de 2016. Desde o início das notificações, foram confirmados 454 casos de microcefalia relacionados à infecção pelo vírus. A programação segue até esta quinta-feira (21/06) e mais detalhes sobre as discussões podem ser visualizados no site do evento: https://www.seminariovs.saude.pe.gov.br/.

    Vão participar do debate o diretor geral de Controle de Doenças Transmissíveis da SES, George Dimech; a diretora do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-PE), Roselene Hans; a neuropediatra  do Hospital Barão de Lucena (HBL), Vanessa Van der Linden; e Celina Turchi, médica epidemiologista e cientista da Fiocruz Pernambuco. O pesquisador Wanderson Kleber de Oliveira, da Fiocruz Bahia, será o moderador.  

    Pernambuco foi pioneiro na identificação da mudança do padrão da microcefalia, o primeiro Estado a notificar os casos e a organizar um protocolo de atendimento, referência para todo o mundo. O Governo de Pernambuco ainda investiu R$ 3 milhões para pesquisas na área, financiando, entre outros, o Grupo de Pesquisa da Epidemia da Microcefalia (MERG) da Fiocruz Pernambuco, coordenado por Celina Turchi. "Nosso objetivo, além de historiar o cenário da síndrome em Pernambuco, é discutir o que já aprendemos com os acontecimentos e debater os principais desafios que ainda persistem", pontua a gerente de Monitoramento e Avaliação da Vigilância em Saúde da SES, Yluska Reis. 

    Na abertura do evento, na tarde de ontem (19/06), o  representante da Organização Panamericana de Saúde da Organização Mundial de Saúde (Opas/OMS) no Brasil, Joaquín Molina, destacou a rapidez nas respostas aos primeiros casos atípicos de microcefalia no final de 2015, quando a relação com o zika vírus ainda não havia sido evidenciada. "Poucas vezes um novo agravo na saúde foi identificado com tanta rapidez como foi aqui em Pernambuco. No início de 2016, quando Margaret Chan (à epoca, diretora-geral da Organização Mundial da Saúde) visitou o Estado para conferir de perto o trabalho dos profissionais envolvidos no tratamento dessas crianças, ainda havia muitas dúvidas sobre o assunto. E, mesmo assim, ficou impressionada com o nível de resposta que o Estado estava dando aos acontecimentos", relembrou. Para Molina, o Seminário assinala um marco na história científica do Estado. "Fazendo um novo balanço, Pernambuco está, hoje, num lugar proeminente na Ciência. Este evento é um novo marco para a vigilância em saúde".

    A prevenção das arboviroses durante a gestação, a vigilância e o controle do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya; e as estratégias nesse âmbito da XII Gerência Regional de Saúde (Geres), com sede em Goiana, também serão tema de painel na manhã da quarta, das 10h às 11h30.

    Sífilis - Já à tarde, das 14h às 15h30, um dos painéis será sobre o aumento no registro de casos de sífilis em Pernambuco. No painel 'Sífilis: como podemos mudar essa realidade?' os especialistas discutirão aspectos sobre diagnóstico, tratamento, prevenção e controle dessa infecção sexualmente transmissível (IST). O secretário de saúde do Recife, Jailson Correia; a pesquisadora Fiocruz Pernambuco Ana Lúcia Vasconcelos; e a consultora do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais (DIAHV) do Ministério da Saúde, Juliana Uesono, são os debatedores do painel. Em 2017, o Estado registrou 3.160 casos de sífilis adquirida. Nas gestantes, no ano passado, foram 1.562 ocorrências; e de sífilis congênita (transmitia da mãe para o filho durante a gestação), 1.823 casos.  

    DOENÇAS NEGLIGENCIADAS – O Sanar, programa pioneiro desenvolvido pelo Governo de Pernambuco, com o objetivo de reduzir ou eliminar doenças transmissíveis negligenciadas, a exemplo da tuberculose e da doença de Chagas, também terá destaque na programação do encontro, na manhã da quarta (20/06), das 8h às 9h30. A situação epidemiológica, perspectivas, avanços e desafios relacionados serão alguns dos fatores discutidos em painel científico. A coordenadora do Sanar, Marcella Abath; o especialista em Vigilância em Saúde do Instituto Sul-americano de Governo em Saúde (Isags-Unasur) Eduardo Hage; e a médica Maria de Fátima Lopes, especialista em saúde coletiva pelo Ministério da Saúde, são alguns dos convidados para discutir o tema. 

    Destinado a gestores e técnicos atuantes no âmbito da vigilância em saúde, o Seminário contará com mostras competitivas, que revelarão experiências exitosas em seis temáticas de vigilância em saúde, realizadas por profissionais das Regionais de Saúde e dos municípios pernambucanos. "A programação busca incentivar as boas práticas na área e estimular os profissionais da vigilância a enxergar suas capacidades e aperfeiçoarem o trabalho do ponto de vista criativo. Por isso, buscamos trazer temáticas atuais para estimular o debate", pontua a gerente de Monitoramento e Avaliação da Vigilância em Saúde da SES, Yluska Reis. 

    O psicólogo Rossandro Klinjey ministrará a palestra 'Aprendendo a mudar, quebrar velhos modelos para inovar', que encerra as atividades ligadas ao conteúdo científico do encontro na quinta-feira (21/06) às 10h. O último dia terá também cerimônia de premiação dos finalistas das Mostras Competitivas e o lançamento, às 14h, do Comitê Estadual Técnico Gestor da Hanseníase de Pernambuco. 

    Comitê gestor da hanseníase - A diretoria geral de controle de doenças e agravos lançará oficialmente no I Seminário de Experiências e Inovações da Vigilância em Saúde o Comitê Estadual Técnico Gestor da Hanseníase. A comissão buscará discutir os casos mais complexos da doença. Com o debate permanente, a expectativa do Programa de Controle da Hanseníase é expandir as discussões para todo o Estado. 

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  • Pernambuco reúne especialistas para discutir vigilância em saúde

    | Saúde
    Seminário contará com participação de profissionais de outros Estados e de organizações mundiais.

    Discutir temas relevantes no cenário pernambucano, como as lições aprendidas com a síndrome congênita do zika vírus (SCZ) no Estado, o primeiro a notificar e acompanhar os casos de microcefalia, é um dos principais objetivos do I Seminário de Experiências e Inovações da Vigilância em Saúde de Pernambuco. Realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Saúde (SES), o encontro acontece desta terça (19/06) a quinta-feira (21/06), no Mar Hotel Conventions, Zona Sul do Recife. Durante as atividades, que contarão com a presença de especialistas de diversas partes do país e autoridades nacionais e internacionais, serão compartilhadas experiências inovadoras na área e incentivada a capacitação permanente e valorização dos profissionais que atuam na rede estadual.

    A mesa de abertura, às 16h desta terça (19/06), será composta pelo secretário estadual de Saúde, Iran Costa; a secretária executiva de Vigilância em Saúde, Luciana Albuquerque; o secretário de Saúde do Recife, Jailson Correia; o representante da Organização Panamericana de Saúde (Opas) no Brasil, Joaquín Molina; o chefe da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (MS), Osnei Okumoto; o diretor da Fiocruz Pernambuco, Sinval Brandão; e o presidente do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip), Gilliatt Falbo. A conferência de abertura, Avanços e Desafios na História Recente da Vigilância em Saúde, será comandada pelo médico Djalma Agripino, mestre em Saúde Pública pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). 

    Na quarta-feira (20/06), quando serão iniciados os painéis, haverá discussão sobre a 'Síndrome Congênita do Zika: panorama, lições aprendidas e cenários futuros', que reunirá importantes especialistas envolvidos diretamente nos esforços para acompanhar os primeiros casos de microcefalia atípicos entre o final do ano de 2015 e o início de 2016. Participarão do debate o diretor geral de Controle de Doenças Transmissíveis da SES, George Dimech; a diretora do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-PE), Roselene Hans; a neuropediatra  do Hospital Barão de Lucena (HBL), Vanessa Van der Linden; e Celina Turchi, médica epidemiologista e cientista da Fiocruz Pernambuco. O pesquisador Wanderson Kleber de Oliveira, da Fiocruz Bahia, será o moderador. 

    Pernambuco foi pioneiro na identificação da mudança do padrão da microcefalia, o primeiro Estado a notificar os casos e a organizar um protocolo de atendimento, referência para todo o mundo. O Governo de Pernambuco ainda investiu R$ 3 milhões para pesquisas na área, financiando, entre outros, o Grupo de Pesquisa da Epidemia da Microcefalia (MERG), coordenado por Celina Turchi. "Nosso objetivo, além de historiar o cenário da síndrome em Pernambuco, é discutir o que já aprendemos com os acontecimentos e debater os principais desafios que ainda persistem", pontua a gerente de Monitoramento e Avaliação da Vigilância em Saúde da SES, Yluska Reis. 

    A prevenção das arboviroses durante a gestação, a vigilância e o controle do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya; e as estratégias nesse âmbito da XII Gerência Regional de Saúde (Geres), com sede em Goiana, também serão tema de painel na manhã da quarta.

    Já na quarta à tarde, um dos painéis será sobre o aumento no registro de casos de sífilis em Pernambuco. No painel 'Sífilis: como podemos mudar essa realidade?' os especialistas discutirão aspectos sobre diagnóstico, tratamento, prevenção e controle dessa infecção sexualmente transmissível (IST). O secretário de saúde do Recife, Jailson Correia; a pesquisadora Fiocruz Pernambuco Ana Lúcia Vasconcelos; e a consultora do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais (DIAHV) do Ministério da Saúde Juliana Uesono são os debatedores do painel. Em 2017, o Estado registrou 3.160 casos de sífilis adquirida. Nas gestantes, no ano passado, foram 1.562 ocorrências; e de sífilis congênita (transmitia da mãe para o filho durante a gestação), 1.823 casos. 

    DOENÇAS NEGLIGENCIADAS – O Sanar, programa pioneiro desenvolvido pela Sevs com o objetivo de reduzir ou eliminar doenças transmissíveis negligenciadas, a exemplo da tuberculose e da doença de Chagas, também terá destaque na programação do encontro, na tarde da quarta (20/06). A situação epidemiológica, perspectivas, avanços e desafios relacionados serão alguns dos fatores discutidos em painel científico. A coordenadora do Sanar, Marcella Abath; o especialista em Vigilância em Saúde do Instituto Sul-americano de Governo em Saúde (Isags-Unasur) Eduardo Hage; e a médica Maria de Fátima Lopes, especialista em saúde coletiva pelo Ministério da Saúde, são alguns dos convidados para discutir o tema. 

    Destinado a gestores e técnicos atuantes no âmbito da vigilância em saúde, o evento homenageará a trajetória de profissionais pernambucanos que muito contribuíram para vigilância em saúde do Estado e que servem como referência para os que buscam o aperfeiçoamento da gestão do SUS. O Seminário contará, ainda, com mostras competitivas, que revelarão experiências exitosas em seis temáticas de vigilância em saúde, realizadas por profissionais das Regionais de Saúde e dos municípios pernambucanos. "A programação busca incentivar as boas práticas na área e estimular os profissionais da vigilância a enxergar suas capacidades e aperfeiçoarem o trabalho do ponto de vista criativo. Por isso, buscamos trazer temáticas atuais para estimular o debate", pontua a gerente de Monitoramento e Avaliação da Vigilância em Saúde da SES, Yluska Reis. 

    O psicólogo Rossandro Klinjey ministrará a palestra 'Aprendendo a mudar, quebrar velhos modelos para inovar', que encerra as atividades ligadas ao conteúdo científico do encontro na quinta-feira (21/06) às 10h. O último dia terá também cerimônia de premiação dos finalistas das Mostras Competitivas e o lançamento, às 14h, do Comitê Estadual Técnico Gestor da Hanseníase de Pernambuco. Mais detalhes sobre a programação no site do evento: https://www.seminariovs.saude.pe.gov.br/.

    Comitê gestor da hanseníase - A diretoria geral de controle de doenças e agravos lançará oficialmente no I Seminário de Experiências e Inovações da Vigilância em Saúde o Comitê Estadual Técnico Gestor da Hanseníase. A comissão buscará discutir os casos mais complexos da doença. Com o debate permanente, a expectativa do Programa de Controle da Hanseníase é expandir as discussões para todo o Estado.

    Assuntos: ses, palestra, vigilancia em saude, seminario, inovacao, profissionais, saude,
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