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  • Em Pernambuco, alunos da rede estadual retornam às escolas

    | Educação

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    Primeiro grupo da retomada, que inclui 303 mil estudantes do ensino médio, vai mesclar as modalidades remota e presencial por conta da pandemia da Covid-19

    Estudantes do ensino médio da rede estadual de Pernambuco retomaram, nesta quinta-feira (04.02), as aulas presenciais. Ainda de forma híbrida, 303 mil alunos compõem esse primeiro grupo, mesclando as modalidades remota e presencial, por conta da pandemia da Covid-19. Todas as escolas estão prontas para receber estudantes, professores e demais profissionais, seguindo um rigoroso protocolo de segurança estabelecido pela Secretaria Estadual de Saúde para evitar contaminação do novo coronavírus.

    “Toda a rede estadual está preparada para esse retorno. Temos um protocolo de biossegurança que foi aprovado pelo Comitê de Enfrentamento à Covid-19, com especialistas tanto da área da saúde como da educação. Toda comunidade escolar tem que seguir esse protocolo para manter o distanciamento social e a prevenção da saúde”, destacou o secretário de Educação e Esportes de Pernambuco, Marcelo Barros.

    Na Escola Técnica Estadual Miguel Batista, localizada no bairro da Macaxeira, Zona Norte do Recife, a comunidade escolar dava boas-vindas com muita cautela. Em todos os espaços da escola havia totens com álcool gel, além de sinalização pelo chão e paredes reforçando a obrigatoriedade do distanciamento social e uso de máscara. “Espero que todos os alunos colaborem e sigam os protocolos rigorosamente. Se a gente se empenhar e se esforçar, dá certo. Estou bastante ansiosa de que esse ano seja melhor que o anterior”, disse Julia Luciana, estudante do segundo ano da ETE Miguel Batista.

    Para o retorno dos alunos do ensino médio, as instituições devem observar todas as normas estabelecidas no protocolo setorial da educação, respeitando as orientações sobre distanciamento social, medidas de proteção e prevenção, monitoramento e orientações. Além disso, a determinação é de que estudantes, professores e demais profissionais com fatores de risco (idade, doenças crônicas ou gestação) não devem retornar, caso não tenham se infectado anteriormente.

    A retomada prevê ainda que o plano da escola seja informado aos pais ou responsáveis, professores e demais colaboradores, para que todos compreendam o processo de retorno. O protocolo também estabelece o monitoramento de casos suspeitos entre estudantes, professores e outros profissionais, com orientações sobre testagem, inclusive dos contactantes na escola e na família. Também está previsto o retorno gradual, de acordo com os anos e modalidade de ensino.

    O retorno presencial é opcional para os estudantes. No caso de alunos com menos de 18 anos de idade, a decisão cabe aos pais ou responsáveis. As escolas devem manter atividades não-presenciais. Os alunos da Educação Infantil e do Ensino Fundamental – anos iniciais e finais – da rede estadual também estão retornando às aulas. Porém, no modelo remoto, por meio da plataforma Educa PE, que transmite as aulas pela internet e TV aberta. A retomada das aulas no modelo presencial para esse grupo foi definida para o período entre 1° e 15 de março.

     

    Fotos: Hélia Scheppa/SEI

    Assuntos: educacao, rede estadual de ensino, aula presencial
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  • Funase conclui última turma de formação continuada para agentes socioeducativos

    | Educação

    fundaçãoEm cinco meses, 145 profissionais foram inseridos nesse processo de educação corporativa de forma exclusivamente online

     

    A Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) está concluindo, nesta semana, a última das cinco formações continuadas inteiramente online voltadas a agentes socioeducativos da instituição. O modelo remoto de educação corporativa, implantado em decorrência da pandemia da Covid-19, teve início no sistema socioeducativo em agosto e já atendeu 145 profissionais. As aulas ao vivo são certificadas pelo Centro de Formação dos Servidores e Empregados Públicos do Estado de Pernambuco (Cefospe). Nesta terça-feira (22), 24 alunos do último grupo formado estão realizando provas virtuais para o encerramento formal do período de curso.

     Nas formações, os agentes têm contato com os temas “Desenvolvimento Comportamental”, “Projeto Político-Pedagógico da Funase”, “Procedimentos Operacionais”, “Ética Profissional e Direitos Humanos” e “Procedimentos Correcionais”. O conteúdo tem 80 horas e é ministrado ao longo de duas semanas, em turno integral. A última turma teve como instrutores Socorro Bezerra, Dilma de Marilac, Alexandre Cruz, Luciana Virgínia e Alexandre Raimundo, funcionários da Funase e profissionais com experiência nas áreas abordadas. A coordenação da formação continuada foi da psicóloga Marineide Batista, também servidora da instituição.

     Para a superintendente geral de Gestão do Trabalho e Educação da Funase, Nadja Oliveira, o saldo dos últimos cinco meses de experiência com o modelo remoto de ensino tem sido positivo. “Mesmo com os desafios da pandemia, nos reinventamos e, juntos com o Cefospe, propusemos esse novo formato, que tem sido muito elogiado pelos participantes. Temos todo o interesse de seguir capacitando nosso corpo de agentes para desempenhar as atividades da socioeducação, tão importantes e necessárias”, avalia.

    No mesmo sentido, a assessora técnica de Gestão de Pessoas da Funase, Alexandra Wanderley, explica que, em decorrência de o sistema socioeducativo ter sido considerado serviço essencial durante a pandemia, as ações voltadas ao público interno não pararam em nenhum momento. “Atuamos com encaminhamentos a serviços de assistência, lives, projetos em vídeo, recentemente concluímos a avaliação de desempenho dos servidores e, agora, estamos finalizando mais uma turma da formação continuada de agentes socioeducativos. Foi um ano que demandou muito, mas também nos movimentou para adaptarmos vários projetos”, afirma.

     Imagens: Arquivo/Funase

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  • Currículo de Pernambuco da Educação de Jovens e Adultos (Fundamental) é entregue ao Conselho Estadual de Educação

    | Educação


    O documento passará por uma análise do Conselho antes da sua aplicação nas escolas



    Na última sexta-feira (18), a Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco (SEE) entregou ao Conselho Estadual de Educação (CEE) o Currículo de Pernambuco - Educação de Jovens e Adultos (EJA) Fundamental. A solenidade aconteceu na sede do CEE, no bairro das Graças, Zona Norte do Recife. Participaram do encontro o secretário de Educação e Esportes, Fred Amancio, o presidente do CEE, Antonio Henrique Habib, entre outros convidados. 

    Também compuseram a mesa do evento a secretária executiva de Desenvolvimento da Educação, Ana Selva, e o presidente da União dos Dirigentes Municipais de Educação de Pernambuco (Undime), Natanael José da silva. A cerimônia foi transmitida pela internet. Exemplares do Currículo de Pernambuco foram entregues ao Conselho, que fará uma análise do documento. Em seguida, o caderno é homologado pelo secretário de Educação e Esportes, e passa a ser aplicado em todas as escolas da Rede. 

    “Hoje nós cumprimos mais uma etapa importante na nossa educação, e não apenas pela implementação do nosso currículo no estado, mas pelo próprio desenvolvimento deste setor. Há dois anos iniciamos esse trabalho, que é de elaborar o nosso currículo, construído em regime de colaboração, e estamos muito felizes por dar mais este passo”, frisou o secretário de Educação e Esportes.  

    “A modalidade EJA é muito importante porque permite que aquelas pessoas que não tiveram oportunidade de concluir os estudos na idade certa possam retornar à escola. E neste processo, os educadores são peça fundamental. O estado de Pernambuco há alguns anos tem apresentado uma evolução impressionante no quesito educação; com uma equipe muito competente e empenhada para sempre melhorar. O Conselho estará sempre aqui abraçando essas iniciativas e vai correr o mais rápido possível para aprovar o currículo”, pontuou Antônio Henrique Habib. 

    Para Ana Selva, o currículo é inclusivo e abraça diferentes marcadores sociais. “Este currículo dialoga com a Base Nacional Comum Curricular e atende a todas as especificidades da modalidade em termos de faixa etária, sujeitos participantes, entre outras. A gente entende que o documento vai ser um grande instrumento para um trabalho com qualidade na Educação de Jovens e Adultos, fomentando as formações e outras atividades, tornando a escola mais atrativa para este público”, frisou Ana Selva. 

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  • Cepe Editora lança Brasileirismos e conexões em Gilberto Freyre, novo livro de Raul Lody

    | Educação

    cepa livro Gilberto Freyre 

    No ano em que se comemora os 120 anos de nascimento do sociólogo, antropólogo e escritor Gilberto Freyre, um dos mais importantes pensadores brasileiros do século 20, a Cepe Editora publica Brasileirismos e conexões em Gilberto Freyre, novo livro do também antropólogo, pesquisador e escritor Raul Lody. O lançamento acontecerá nesta sexta-feira,  11 de dezembro, às 19h, dentro do Circuito Cultural Digital de Pernambuco. Em live transmitida pelo portal www.circuitoculturalpernambuco.com.br, o autor conversará com Kika Freyre, professora da Universidade de Cabo Verde, neta de Gilberto Freyre, e que assina o prefácio do livro. A mediação será do jornalista e crítico de arte Bruno Albertim.

     Com 252 páginas, e ilustrado pelo próprio autor, Brasileirismos e Conexões em Gilberto Freyre reúne 25 artigos escritos por Raul Lody que relacionam seu apuradíssimo olhar antropológico aos grandes temas tratados por Gilberto Freyre em sua vasta obra.  É assumidamente uma homenagem ao mestre de Apipucos, com quem Lody manteve uma profunda relação de amizade ao longo de dez anos (1977-1987). ?Os artigos abordam as matrizes étnicas na multiculturalidade brasileira por meio de etnografias que recuperam questões históricas, patrimoniais e contemporâneas. Por tudo isso, o livro é realmente uma série de conexões já amadurecidas na obra de Gilberto e, também, recupera o precioso tempo que pude conviver com ele?, destaca.

     Desde 1972, Raul Lody tem se concentrado no estudo de importantes eixos da formação identitária brasileira: a arte e a cultura popular, a antropologia da alimentação, a cultura e patrimônio de matriz africana. É autor de uma obra plural, com cerca de 980 títulos, entre pesquisas, artigos, textos para jornais e revistas, roteiros de cinema e vídeo, obras coletivas e mais de 70 livros já publicados. Formado em Etnologia e Etnografia pelo Instituto de Antropologia da Universidade de Coimbra, com especialização no Instituto Fundamental da África Negra (Dakar) e doutorado pela Universidade de Paris, tem seu trabalho reconhecido por inúmeras premiações nacionais e internacionais.

    Antropólogo, museólogo, curador, escritor, desenhista, ilustrador e fotógrafo carioca, Raul Lody tem sua produção intelectual fortemente influenciada por Gilberto Freyre, do qual se considerava um aluno. Seu novo livro vem ratificar essas múltiplas interseções também evidenciadas em outros títulos já lançados, como À mesa com Gilberto Freyre (2007); Do mucambo à casa grande, desenhos e pinturas de Gilberto Freyre (2007);  Caminho do Açúcar (2012) e A cozinha pernambucana em Gilberto Freyre, um encontro entre povos e culturas (2013). ?Conhecer Gilberto, certamente, foi iniciar uma profunda imersão no Brasil; principalmente no Nordeste, em Pernambuco e no Recife?, assegura. Os artigos reunidos no seu mais novo livro, alguns escritos há duas décadas e revistos pelo autor,  

     Entrevista/Raul Lody

     Pergunta -  Como e quando surgiu a ideia do livro?

    Raul Lody - ?Brasileirismos? é um livro da maturidade, porque reúne muitos e múltiplos olhares que combinam o sentimento tropical do sociológico Gilberto sobre o Nordeste, com os meus olhares plurais que nascem das muitas etnografias, estudos e pesquisas, que realizei no Brasil e no mundo. Nessas buscas, Gilberto se encontra comigo nas leituras contextuais que privilegiam os cenários da cultura combinados com os cenários do meio ambiente. O livro é um acervo amplo sobre o Brasil, e traz diversos temas, como o pantanal de Mato Grosso do Sul; os festivais do ?bumbá? de Parintins, Amazonas; e, em destaque, os temas regionais do Nordeste. Os 25 artigos são sempre introduzidos com questões que chegam da ampla obra de Gilberto Freyre. E assim, começam as conexões que se multiplicam nas pesquisas e nos meus depoimentos, porque cada tema deste livro tem uma emoção vivencial. São experiências de campo que legitimam cada abordagem. São textos híbridos de emoção e de antropologia. Desse modo, eu entendo que a antropologia pode se manifestar como uma energia tradutora das relações entre o homem, a   cultura e a sociedade.

     Pergunta ? Os artigos que integram o livro são inéditos ou já publicados?

     RL - O livro reúne 25 artigos, alguns já editados há 20, 25 anos, e que foram ajustados, e emocionalmente trazidos para os meus olhares mais sensíveis e atuais. Outros artigos foram reescritos e mantidos nas suas potencialidades, porque as etnografias são fundamentos para os relatos inéditos, aqueles que fazem em outros momentos as mais suculentas bibliografias. E assim cada artigo traz uma originalidade, uma intencionalidade, um valor que se relaciona com as minhas interpretações sobre Gilberto e sua obra civilizadora.

     Pergunta - O livro é uma grande homenagem a Gilberto Freyre. De que forma ele influenciou sua formação profissional e literária?

    RL - Gilberto, sua mulher D. Magdalena e seu filho Fernando marcaram, e marcam com doçura um sentimento de afeto, cada relato e cada texto do meu livro ?Brasileirismo?. Assim, eu realizo cada texto a partir das muitas interações de humanidade e de aprendizado sobre Pernambuco, terra querida na qual plantei meus carinhos e os meus desejos mais verdadeiros. E meu processo de me ?pernambucanizar?, deu-se aos goles do conhaque de pitanga, uma bebida ritual e secreta de Gilberto. E, em Apipucos, na sua casa inundada de verde, de pássaros, de experiência tropical, pude conviver com as diferentes maneiras de interpretar a região e de fortalecer os meus mais profundos laços com o Nordeste. E certamente estes mergulhos na pluralidade e nas relações com a multiculturalidade na obra de Gilberto trouxeram e trazem inúmeros sentimentos que fortalecem a minha obra e os meus compromissos como um antropólogo militante pela cultura e pelos patrimônios culturais. Seja um doce jaca ou um cortejo de caboclos de lança, todos estão repletos de açúcar; e, ainda, seja diante de um altar barroco ou mesmo no Xangô, vive-se um mesmo sentimento de humanidade.

     Pergunta - De que forma você espera que o livro atinja os leitores?

     RL - Para o autor o livro é um encontro com o público. A obra publicada está sempre aberta ao olhar público, ao sentimento, e as muitas interpretações. Assim, cada livro, cada artigo e cada ilustração, é um processo complexo de significados e de emoções. Ainda, ?Brasileirismo? é uma homenagem, um ato de afeto na forma de livro que dedico a Gilberto. VIVA!!!!!!!

     Serviço:

    Preço do livro: R$ 55,00(impresso) e R$ 22,00 (e-book)

    Cidades: Recife
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  • Pernambuco conquista Prêmio Gestão Escolar 2020

    | Educação

    premio gestão escolar

    Escola do Sertão pernambucano disputou com outras quatro unidades de ensino de diferentes regiões do País e se destacou por desenvolver projeto que leva apostilas para estudantes da zona rural

    A Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) Maria de Menezes Guimarães, localizada em Itacuruba, no Sertão do São Francisco, venceu o Prêmio Gestão Escolar (PGE) 2020. A unidade de ensino disputou a competição com outras quatro escolas, sendo uma de cada região do país, e conquistou o prêmio de R$ 30 mil por desenvolver ações de impacto durante o período de isolamento social. Atualmente, a unidade de ensino atende cerca de 330 alunos e conta com 18 professores, oferecendo as modalidades de Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos (EJA). Ao todo, nesta edição, o PGE recebeu mais de oito mil inscrições.


    “É uma alegria muito grande ver esse trabalho tão bonito que vem sendo feito na EREM Maria de Menezes Guimarães ser reconhecido nacionalmente. Parabéns a todos da escola pelo esforço e determinação, principalmente em um ano tão difícil. Só temos a agradecer o bom exemplo, porque é com bons exemplos assim que vamos continuar trabalhando e transformando a educação em Pernambuco”, comemorou Paulo Câmara.


    Entre os principais projetos desenvolvidos pela escola estão o “Te vejo em casa”, que levou aos alunos da zona rural apostilas de exercícios para que ninguém perdesse os conteúdos passados durante as aulas remotas, e o programa “Fala Erem”, realizado em parceria com a rádio local Itacuruba FM, transmitindo conteúdos para alunos de regiões mais distantes.


    Gestora da EREM Maria de Menezes Guimarães, Tatiany Leal afirmou que participar da premiação foi algo histórico e grandioso para toda a comunidade, e que o prêmio traduz um sentimento de gratidão e reconhecimento. “Acreditamos sim, em um trabalho de gestão democrática com muita transparência e participação de todos. Esse prêmio vem para consolidar um trabalho que foi desenvolvido há muito tempo e muitas portas ainda vão se abrir. A gente acreditou nesse trabalho porque foi diferenciado e feito para uma comunidade peculiar, que é composta, em sua grande maioria, por alunos quilombolas e indígenas que precisam de um atendimento diferenciado. O trabalho que realizamos foi fundamental nesse momento de pandemia”, disse.


    “Estamos muito felizes com esse resultado, pois o Gestão Escolar é o prêmio mais importante da área de educação que temos no Brasil. Foi uma vitória merecida, que reconhece o trabalho que a unidade de ensino, através de toda a equipe gestora, professores, demais funcionários e estudantes, realizou ao longo de 2020, principalmente neste período de pandemia”, pontuou o secretário de Educação e Esportes, Fred Amancio.


    Segundo o secretário foi um trabalho excelente e que merece todo o reconhecimento. “Sem dúvidas, um momento de muita alegria para a educação de Pernambuco”, concluiu. Fred Amancio anunciou para a próxima segunda-feira (10) a assinatura da ordem de serviço para reforma da quadra esportiva da escola. A edição 2020 do prêmio tem o patrocínio da Fundação Itaú para Educação e Cultura e da Unesco. Além disso, conta com as parcerias da Bett Educar, British Council, Fundação Roberto Marinho, Fundação Santillana, Instituto Natura, Ministério da Educação, Unicef e Univesp.


    CONQUISTAS – Ao longo das edições, Pernambuco conquistou o Prêmio Gestão Escolar três vezes consecutivas como referência nacional, com as escolas Profª Jandira de Andrade Lima – Limoeiro (2004); Severino Farias – Surubim (2005); e Luiz Gonzaga Duarte – Araripina (2006). Em 2012, o Estado chegou ao topo do prêmio com a Escola Estadual Tomé Francisco da Silva, que fica em Quixaba, no Sertão do Pajeú. Em 2017, Pernambuco também esteve na final e foi referência da Região Nordeste com a Escola Dário Gomes de Lima, em Flores, também no Pajeú.

     

    Foto: Arquivo/SEE

    Assuntos: educação, prêmio
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  • Vida e obra de Gilberto Freyre se confundem com história do Brasil

    | Educação, Cultura

    cepa livro Gilberto Freyre

    Vida e obra de Gilberto Freyre se confundem com história do Brasil 

    O Brasil de Gilberto Freyre: uma introdução à leitura de sua obra, de Mario Helio, ganha nova edição em comemoração aos 120 anos do sociólogo. Lançamento ocorre dentro da programação do Circuito Cultural de Pernambuco, em um bate-papo virtual entre o autor e o professor e escritor Anco Márcio Tenório Vieira, dia 10 de setembro, às 19h30

    Aclamado como um dos mais importantes sociólogos do século XX, o também antropólogo, ensaísta, jornalista e poeta pernambucano Gilberto Freyre se dedicou a explicar a complexidade da formação do Brasil e da identidade do País a partir de estudos da miscigenação, desde a colonização. Conservador e tradicionalista, foi favorável ao golpe militar de 1964 e pagou com o ostracismo de mais de duas décadas por esse apoio. Somente após a redemocratização voltou a ser descoberto por suas teorias e metodologias inovadoras, ousadas e controversas, expressas em títulos famosos como Casa Grande & senzala (1933), Sobrados e Mucambos (1936), entre tantos outros. Defensor da formação mestiça do povo brasileiro, procurou mostrar o grande erro do pensamento elitista e arianista de que a mistura de raças seria a causa do subdesenvolvimento dos trópicos. Vida e obra de Gilberto Freyre se confundem com a história da formação do Brasil.  

    Em comemoração aos 120 anos de Gilberto Freyre, a Cepe reedita o livro O Brasil de Gilberto Freyre: uma introdução à leitura de sua obra, do jornalista, escritor, poeta, historiador e antropólogo Mario Helio. Com a tarefa de oferecer uma visão ampla mas nada superficial de Freyre e de sua bibliografia para o conhecimento da história brasileira, o livro será lançado dentro da programação do Circuito Cultural de Pernambuco, dia 10 de setembro, às 19h30, em uma live com participação do autor e do professor e escritor Anco Márcio Tenório Vieira.

    Com ilustrações do artista José Cláudio, a edição da Cepe é revisada e publicada 20 anos após a primeira, que saiu pela Comunigraf em 2000, ano do centenário do nascimento de Freyre. A primeira edição foi originada de um longo ensaio publicado noJornal da Tarde, de São Paulo. “O jornalista Antônio Portella me sugeriu a expandir em livro aquela apresentação jornalística de Freyre. Aceitei a proposta e escrevi O Brasil de Gilberto Freyre, com o propósito modesto de que servisse de uma introdução à leitura de sua obra, uma espécie de Gilberto Freyre para iniciantes, não para iniciados. O caminho escolhido para pôr em linhas a narrativa foi a máxima clareza possível, num tom quase didático, tentando percorrer os labirintos de um dos mais ricos e complexos personagens da cultura brasileira”, revela Mario Helio. “A reedição é uma uma introdução feliz para o pensamento de Gilberto Freyre, em suas complexidades, controvérsias, antevisões. Mais do que uma antevisão da obra do sociólogo pernambucano, é uma apresentação qualificada, feita por um profundo estudioso da obra freyriana”, define o editor da Cepe, Diogo Guedes.  

    A história do Brasil contada por Gilberto Freyre, como nos diz Mario Helio, nunca termina no relato dos acontecimentos apenas. Continua nas correlações que estabelece entre sociologia e biologia, psicologia e ecologia para compreender os fatos. Tanto é que Freyre analisa pioneiramente a gastronomia e a moda para explicar o comportamento social. É uma narrativa mais orgânica, que vasculha a intimidade para revelar a complexidade. “De um ponto de vista extremamente sintético e redutor, pode-se dizer que o Brasil como visto e recriado por Gilberto Freyre é uma invenção mais da religião que da raça. Mais da família que do indivíduo. O brasileiro, por sua vez, é chamado por Freyre de homem situado. Situado nos trópicos, onde espaço e tempo se confundem; clima e raça definem o idioma. “É uma escrita que fala, e não somente um desfile de fatos”, define o autor. 

     Em vez de colocar na conta da formação mestiça da população brasileira o motivo das mazelas do País - ideia propagada pela elite do começo do século XX -, Freyre mostrou,  em Casa-grande & senzala, que o atraso vinha do sistema econômico e social, como revelam as palavras de Mario Helio: “da monocultura da cana-de-açúcar, da alimentação deficiente, da falta de higiene etc.” A mestiçagem brasileira é para Gilberto Freyre um bem para a humanidade. O sociólogo nos oferece um Brasil tão humano que, “por vezes, chega a carregar nas tintas para mostrar uma fraternidade de convivência entre as classes maior do que provavelmente terá sido. Quando assim ocorre, o como deveria ser interfere no como realmente foi. O poeta vence o historiador”. Vence, por exemplo, quando busca ver o que chama de “lado benigno” da escravidão, destacando “a relação de quase compadrio entre senhor e escravo no país”, diz Mário Helio em trecho do livro.

    Se há críticas aos métodos científicos de Freyre - muitas vezes acusado de se apoiar nas “testemunhas oculares” dos viajantes estrangeiros -, por outro lado o autor pernambucano é elogiado pela ousadia de experimentar novas metodologias e, assim, conseguir uma das interpretações mais originais e próximas do Brasil autêntico. “E numa capacidade de abrir-se à discussão, que foi bem destacada por Sérgio Buarque de Holanda, em Tentativas de mitologia: ‘Uma das virtudes de Gilberto Freyre, e que contribui para singular importância de seus ensaios, está em que convida insistentemente ao debate e provoca, não raro, divergências fecundas’.” 

    Sua narrativa também é única e merece destaque, pois é considerada uma das melhores prosas da língua portuguesa. Foi também tido como “o mais brasileiro dos escritores” por nomes como Darcy Ribeiro e João Cabral de Melo Neto. “Escrevia como num aparente improviso. Esta é uma das razões de o seu estilo ser inimitável. (...) Não é difícil perceber que o seu modo de escrever não é exemplar, ou seja, não serve como modelo a ser seguido, pois a alguém dotado de menos talento se revelaria um desastre compor frases tão longas, cheias de orações interpoladas, tantas locuções adverbiais, tantos adjetivos, tantas repetições. E quase nenhuma conclusão”, descreve Mario Helio. 

      Formado nosEstados Unidos em Artes Liberais, com especialização em Ciências Políticas e Sociais, Gilberto Freyre fez o mestrado em Ciências Políticas, Jurídicas e Sociais também em solo norte-americano, país que chamava de Outra América. Sua dissertação de mestrado intitulou-se Social Life in Brazil in the Middle of the 19th Century (Vida social no Brasil nos meados do século XIX). “Gilberto Freyre descobriu o Brasil nos Estados Unidos”, diz Mario Helio. Foi lá na Outra América que Freyre teve aula com o antropólogo Franz Boas, com quem aprendeu a distinguir raça e cultura,  “ideia fundamental para as futuras considerações sobre as relações entre as pessoas no Brasil”.

    Em breve a Cepe publicará outro livro, desta vez inédito, sobre a história íntima de Gilberto Freyre, também assinado por Mario Helio. 

    Serviço:

    Lançamento do livro O Brasil de Gilberto Freyre: uma introdução à leitura de sua obra (Cepe Editora), de Mario Helio

    Quando: 10 de setembro

    Horário: 19h30 

    Onde: Canal virtual do Circuito Cultural de Pernambuco (www.circuitoculturaldepernambuco.com.br) , com participação de Mario Helio e Anco Márcio Tenório 




    Cidades: Jaboatão dos Guararapes , Olinda, Recife
    Assuntos: Gilberto Freyre, Cepe editora, Lançamento
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  • Italo Moriconi lança pela Cepe Editora Literatura, Meu Fetiche

    | Educação, Cultura

    Italo Moriconi lança pela Cepe Editora Literatura, Meu Fetiche

    O crítico literário carioca Italo Moriconi tinha 13 anos quando ganhou dos pais uma máquina de escrever. “Desde então estava selado o pacto entre o escrever e a técnica, o escrever e o narcisismo do objeto, o escrever e o público tipográfico, o mercado”, diz ele num dos ensaios publicados em Literatura, Meu Fetiche, que a Cepe Editora lança pelo Selo Suplemento Pernambuco. O livro estará à venda a partir de 1º de setembro próximo. No dia 2, às 19h, Italo Moriconi conversa sobre a publicação em live transmitida pelo canal da Cepe Editora no YouTube.

    Professor universitário, poeta, biógrafo e ensaísta, Italo Moriconi produziu os textos agora reunidos no livro durante a primeira década do século 21 para sites, publicações acadêmicas e apresentações orais. Nas 228 páginas de Literatura, Meu Fetiche o leitor vai encontrar a análise do autor sobre as condições de produção, circulação e recepção do texto literário. E também ensaios sobre a leitura de escritores como Clarice Lispector,  Caio Fernando Abreu, Torquato Neto, Bernardo Carvalho, André Sant’Anna e Rubens Figueiredo. O livro tem organização de Paloma Vidal, escritora e professora de Teoria Literária na Universidade Federal de São Paulo, e de Ieda Magri, escritora e professora de Teoria Literária na Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

    “Meu livro refere-se muito a um momento em que o mercado literário não só pressionou como também sugou a universidade”, declara Italo Moriconi, ao analisar a ampliação do espaço de circulação amadora da literatura na internet. De acordo com ele, “a internet permite a expansão de uma crítica menos acadêmica; no entanto, de qualquer crítica, acadêmica ou não, precisamos esperar e mesmo cobrar inteligência, argumentação lógica e criatividade interpretativa apoiada por leitura correta dos textos.” E acrescenta: “É importante a crítica da crítica.”

    Questionado se o exercício da leitura no Brasil, especialmente no Brasil de hoje, é um ato de resistência, ele responde: “Sem dúvida alguma. Vivemos tempos de obscurantismo e fundamentalismo religioso crescentes. Ler significar abrir os poros para todos os aspectos da vida e exercitar a curiosidade artística, científica. Adquire-se informação pela TV e pela internet. Mas só se constrói sabedoria no ato mais lento e meditativo da leitura silenciosa do livro.”

    Há anos a literatura é o fetiche de Italo Moriconi. Um feitiço que começou cedo. “Desde que virou um vício, desde a mais tenra infância, quando li Monteiro Lobato infantil inteiro, de enfiada. Eu curtia enormemente todas as histórias, mas também me projetava nas imagens do Minotauro e de Hércules. Depois eu me liguei muito em O tempo e o vento, de Erico Verissimo, acho que foi ali que peguei o sentido da passagem do tempo, da sucessão de gerações e de idades, que é um tema que me fascina até hoje. Finalmente, passei a trabalhar profissionalmente em função do fetiche literário enquanto instituição, na universidade e no mercado. Oscilo entre o desejo e a obrigação da leitura”, relata.

    Inicialmente lançado no formato e-book, Literatura, Meu Fetiche custará R$ 45 (versão impressa*) e R$ 17,50 (versão digital). “O livro de Italo Moriconi serve como uma espécie de arquivo, um arquivo para se pensar as mudanças que a crítica literária sofreu na virada do milênio. O trabalho de Ieda e de Paloma, ao organizarem esse livro, foi justamente o de trazer ao público esse arquivo das mudanças na escrita e na forma de pensar a escrita nessa virada de milênio”, declara Schneider Carpeggiani, editor do Suplemento Pernambuco, jornal literário da Cepe.

    * O livro impresso está condicionado ao retorno das atividades presenciais do parque gráfico da Cepe, suspensas em função do isolamento social imposto pela pandemia do novo coronavírus.

    Serviço:

    Live com Italo Moriconi sobre o livro Literatura, Meu Fetiche

    Data: 2 de setembro de 2020

    Hora: 19h

    Endereço: Canal da Cepe Editora no YouTube

    Preço do livro: R$ 17,50 (e-book) e R$ 45 (impresso)



    Cidades: Recife
    Assuntos: Cepe Editora, Italo Moriconi, livro
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  • Série pega a visão qualifica estudantes em empreendedorismo

    | Educação, Social

    série pega a visão

    Série pega a visão qualifica estudantes em empreendedorismo
     
    A segunda temporada da série on-line, com apoio da Secretaria do Trabalho de Pernambuco, inicia nesta quarta-feira (26), engajando jovens ansiosos por inovação profissional
     
    Em mais uma parceria com a NEO Brasil, a Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco apoia a segunda temporada da série Pega a Visão: um novo olhar sobre trabalho para as juventudes. A transmissão on-line começa nesta quarta-feira (26), a partir das 15h, como um auxílio educacional para os jovens que querem fazer a opção pelo empreendedorismo.
     
    Pesquisa realizada pela Global Entrepreneurship Monitor (GEM) aponta que, em 2020, o Brasil deve alcançar o maior índice de empreendedores iniciais das últimas duas décadas. Com esse novo cenário previsto, a demanda por qualificação e inovação se torna maior para quem pretende enveredar no mercado de trabalho abrindo sua própria empresa. 
     
    “É de fundamental importância que os jovens se qualifiquem neste período de pandemia. A capacitação também ajuda no resgate da autoestima, na inclusão social, especialmente neste período de isolamento, e na geração de renda. Temos acompanhado o testemunho destes jovens e os que fizeram a primeira temporada estão felizes. Isso é muito importante”, disse o secretário do Trabalho, Emprego e Qualificação do Estado, Alberes Lopes.
     
    Direcionada ao público jovem em geral, mas com foco especial para alunos das escolas técnicas do Estado e do SENAI, a série Pega a Visão é uma produção original da Aliança NEO Brasil e está sendo disponibilizada gratuitamente, com direito a certificação para aqueles que assistirem a mais de 75% das aulas. 
     
    A segunda temporada conta com quatro episódios, que serão disponibilizados sempre às 15h, no canal do YouTube do Instituto Aliança (www.youtube.com/compartilhabrasil) e na TV Pernambuco, e segue com lives semanais até o dia 16 de setembro. 
     
    Se na primeira temporada foram abordadas técnicas e habilidades para garantir emprego no mercado formal, esta nova fase traz vídeos com orientações e dicas para os jovens que querem abrir, aperfeiçoar ou ampliar seu próprio negócio. “Os jovens, que já representavam a população mais afetada pelo desemprego, estão sendo desproporcionalmente afetados pelo COVID-19, com vários choques, incluindo interrupção da educação e treinamento, perdas de emprego e renda e maiores dificuldades em encontrar um emprego. Nesse contexto, se torna mais intensa a busca por alternativas de empreender algum tipo de negócio”, declara Neylar Vilar, Coordenadora Geral do NEO Brasil.
     
    A nova temporada abre com o tema “Partiu! Alternativas para criar o próprio negócio: um papo sobre empreendedorismo” no qual o analista do Sebrae, Victor Abreu, e a master coach e consultora, Silvana Campos, falam das várias formas de se empreender um negócio e quais os novos nichos de mercado em tempos de pandemia. 
     
    “O intuito é prestar serviço para o jovem de modo que ele possa perceber, no cenário de pandemia, quais são as possibilidades reais de gerar renda”, afirma a consultora Carolina Conde, que irá mediar este episódio. Já o segundo encontro, no dia 02 de setembro, será conduzido por Micaías Paiva, da Paiva Consultoria e Tecnologia, que fará “Um papo sobre como montar um plano de negócio”, para ajudar o novo empreendedor a atingir seus objetivos, diminuir riscos e incertezas do negócio e captar recursos financeiros e humanos.
     
    A temporada terá ainda as temáticas “Como conseguir financiamento”, no dia 09 de setembro, e “Mulher e empreendedorismo em um mercado machista”, encerrando a série. Cada episódio tem aproximadamente uma hora de duração, reunindo falas de especialistas atuantes no mercado, jovens protagonistas, conferindo uma linguagem que se adequa e é chamativa ao público-alvo. As aulas, que trazem conteúdos complementares, contam ainda com acessibilidade em Libras. 
     
    Pra quem perdeu a primeira temporada, basta acessar o canal do YouTube do Instituto Aliança (www.youtube.com/compartilhabrasil) para conferir os conteúdos, que já foram visualizados por mais de 17 mil pessoas. Para a segunda temporada, as inscrições podem ser feitas no link https://credencial.imasters.com.br/serieonlineneo-2atemporada
     
    CONFIRA OS EPISÓDIOS DA 2ª TEMPORADA DA SÉRIE "PEGA A VISÃO", QUE SERÁ VEICULADA ÀS QUARTAS-FEIRAS, ÀS 15h:
     
    Episódio 01 (26/08):
    PARTIU! ALTERNATIVAS PARA CRIAR O  PRÓPRIO NEGÓCIO : UM PAPO SOBRE EMPREENDEDORISMO    
    Convidados: Victor Abreu (Sebrae) e Silvana Campos (ETRE Pessoa,negócios, resultados) / Mediadora: Carolina Conde (Calazans Consultoria)
     
    Episódio 02 (02/09):
    A LUA ME TRAIU! TENHO A IDÉIA MAS... UM PAPO SOBRE COMO MONTAR UM PLANO DE NEGÓCIO 
    Convidado: Micaias Paiva (Paiva Consultoria e Tecnologia) / Mediadora: Julyane Silva (CIEE/SEIP) 
     
    Episódio 03 (09/09):
    QUEBRANDO O PORQUINHO! TIRAR O NEGÓCIO DO PAPEL:  COMO CONSEGUIR FINANCIAMENTO
    Convidados: Antonio Jácome (AGE PE) e  Luiza Bonini (Aliança Empreendedora)/ Mediadora: Adriana  Franco (NEO/ Estrela Ideias Sociais)
     
    Episódio 04 (16/09):
    LUGAR DE MULHER É ONDE ELA QUISER!  MULHER E EMPREENDEDORISMO EM UM MERCADO MACHISTA 
    Convidado: Andrea Rodrigues (RODRIGUES Assessoria)  e Priscila Veras (Muda Meu  Mundo) / Mediadora: Lúcia Costa (SETEQ)
    Cidades: Recife
    Assuntos: Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pe, empreendedorismo, estudantes
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  • ÚLTIMA SEMANA DE INSCRIÇÕES NA 26ª CIÊNCIA JOVEM

    | Educação

    ciência jovem

    ÚLTIMA SEMANA DE INSCRIÇÕES NA 26ª CIÊNCIA JOVEM

    Estudantes e professores do Brasil e do exterior têm até dia 31/08 para inscrever seus projetos na Feira de Ciências pernambucana

    Falta apenas uma semana para quem quiser se inscrever na 26ª Ciência Jovem. A Feira de Ciências, promovida pelo Espaço Ciência há 26 anos, é uma das maiores e mais antigas do país. Até dia 31, estudantes da Educação Infantil ao Ensino Médio e também professores de escolas públicas e privadas do Brasil e do exterior, podem inscrever seus projetos. Este ano, por conta da pandemia de Covid-19, a Feira será realizada à distância, utilizando plataformas digitais, nos dias 11 a 13 de novembro. 

     FAÇA AQUI SUA INSCRIÇÃO NA 26ª CIÊNCIA JOVEM

    A Ciência Jovem recebe anualmente cerca de 300 projetos de todos os estados do Brasil e de alguns outros países da América Latina. Nos três dias em que costuma ser realizada, ela recebe um público de mais de 10 mil pessoas. 

    Uma das grandes preocupações do Espaço Ciência é com o processo de realização das pesquisas. "Um dos pilares da Ciência Jovem é que ela é a culminância de um processo que inicia na escola, com realização de pesquisas pelos estudantes durante o ano letivo. Mesmo com a quarentena, é possível realizar este trabalho", afirma o diretor do Espaço Ciência, Antonio Carlos Pavão. Para dar suporte aos professores e às equipes, a organização da Feira, além de realizar conversas ao vivo, está estabelecendo parceria com pesquisadores e professores universitários para darem apoio no acompanhamento dos projetos inscritos. 

    CONFIRA O REGULAMENTO DA 26ª CIËNCIA JOVEM

    Cada escola pode inscrever até dois projetos, em categorias diferentes. Cada projeto deve ser representado por um professor e dois alunos. Todos os inscritos serão submetidos a uma seleção, cujos resultados serão divulgados no dia 20 de setembro.

    São seis categorias: Iniciação à Pesquisa, para alunos da Educação Infantil e Fundamental 1; Divulgação Científica, para estudantes do Fundamental 2; Incentivo à Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico, voltadas ao Ensino Médio; e Francis Dupuis, para projetos do exterior. Além disso, educadores podem inscrever projetos na categoria Educação Científica e compartilhar experiência pedagógicas bem sucedidas.

    A Ciência Jovem será realizada de 11 a 13 de novembro por meio de plataformas digitais. Este ano, cada equipe deverá enviar um vídeo de sua apresentação, com até cinco minutos, até dia 09 de outubro. Além disso, haverá um cronograma de apresentações em salas virtuais, que será divulgado após o dia 30 de outubro. Cerimônias de abertura e premiação; programação cultural/científica e outros eventos também serão realizados à distância. 

     
     


    Cidades: Jaboatão dos Guararapes , Olinda, Recife
    Assuntos: Espaço Ciência, estudantes, inscrições, ciência jovem
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  • SAD disponibiliza novos cursos a distância para servidores e o público em geral

    | Educação, Administração

    cursos Sad

    SAD disponibiliza novos cursos a distância para servidores e o público em geral

     Inscrições já podem ser feitas pelo site www.cefospe.pe.gov.br

    O Centro de Formação dos Servidores e Empregados Públicos de Pernambuco (Cefospe), vinculado à Secretaria de Administração (SAD), divulga a grade de cursos na modalidade a distância - EaD para o mês de setembro. Ao todo são 3.580 vagas distribuídas em capacitações EAD on-line, EaD com tutoria e EaD Autoinstrucionais (sem tutoria). A novidade desta vez são 14 novos cursos a distância, sendo 12 na modalidade EaD on-line e 02 (dois) EaD com tutoria. O site para realizar a inscrição é o: www.cefospe.pe.gov.br.

    Entre os 14 novos cursos on-line estão “Dispensa e Inexigibilidade”, “Resiliência na prática”, Noções de Direitos Humanos”,  “Gerenciamento de risco”, entre outros. Já na modalidade de cursos EaD com tutoria foram incluídas duas novas capacitações: “A arte de desenvolver equipes de alta performance” e “Motivação e Liderança na Administração Pública”.

     Dentre essas 26 capacitações, 16 são destinadas a cursos EaD on-line, 06 (seis) de EaD com Tutoria, estas para servidores públicos estaduais e municipais. Serão ofertados quatro (04) na EaD sem tutoria (autoinstrucionais), com duas (02) mil vagas, para servidores públicos e o público em geral.

     “O Governo do Estado tem investindo na qualificação contínua dos servidores e da população pernambucana. Sabemos o quão importante é ofertar cursos a distância gratuitos e com certificação, neste período difícil de pandemia e isolamento social. Desde o mês de abril o Cefospe vem ampliando e diversificando a oferta de cursos EaD. Ao se capacitar o servidor está apto a melhor atender à população, e o cidadão tem mais oportunidades para se inserir no mercado de trabalho”, comenta a diretora do Cefospe, Analúcia Cabral. 

    Escolha o seu curso, faça a sua inscrição e ótimo aprendizado!


    Cidades: Recife
    Assuntos: Cefospe, SAD, cursos,
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