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Chapéu de Palha

Da Zona da Mata, passando pelo Sertão, e agora no rio e mar, o Programa Chapéu de Palha está presente nas 12 Regiões de Desenvolvimento de Pernambuco. Originalmente criado em 1988, pelo então governador Miguel Arraes, o Chapéu de Palha chega como alternativa de apoio aos trabalhadores rurais da cana-de-açúcar frente aos desafios causados pelo desemprego em massa durante o período da entressafra.
 
Em 2007, o programa é reeditado e vem com nova roupagem. Durante a entressafra, os trabalhadores inscritos recebem uma bolsa complementar ao programa federal Bolsa Família. Porém, muito mais que o auxílio financeiro, o Chapéu de Palha aposta na educação como alternativa viável na busca pela melhoria da qualidade de vida do trabalhador rural e da sua família.
 
Em 2009, a ação do Governo de Pernambuco chegou até os trabalhadores rurais da fruticultura irrigada em sete municípios do Vale do São Francisco. O Chapéu de Palha da Fruticultura Irrigada foi instituído com a finalidade de também atenuar a situação vivenciada pelos safristas desempregados na entressafra.
 
No ano de 2012 os pescadores artesanais foram inseridos nesta grande ação de política pública e de inclusão social, abrangendo 57 municípios pernambucanos. As três frentes de atuação do Programa Chapéu de Palha são asseguradas por lei e, independente do governo que esteja à frente da administração do Estado, os trabalhadores da palha da cana, da fruticultura irrigada e os pescadores artesanais serão assistidos. Desde 2012, já são mais de 53 mil beneficiários atendidos pelo Programa Chapéu de Palha, em seus três setores de abrangência, em 93 municípios diferentes.

Da Zona da Mata, passando pelo Sertão, e agora no rio e mar, o Programa Chapéu de Palha está presente nas 12 Regiões de Desenvolvimento de Pernambuco. Originalmente criado em 1988, pelo então governador Miguel Arraes, o Chapéu de Palha chega como alternativa de apoio aos trabalhadores rurais da cana-de-açúcar frente aos desafios causados pelo desemprego em massa durante o período da entressafra.
 
Em 2007, o programa é reeditado e vem com nova roupagem. Durante a entressafra, os trabalhadores inscritos recebem uma bolsa complementar ao programa federal Bolsa Família. Porém, muito mais que o auxílio financeiro, o Chapéu de Palha aposta na educação como alternativa viável na busca pela melhoria da qualidade de vida do trabalhador rural e da sua família.
 
Em 2009, a ação do Governo de Pernambuco chegou até os trabalhadores rurais da fruticultura irrigada em sete municípios do Vale do São Francisco. O Chapéu de Palha da Fruticultura Irrigada foi instituído com a finalidade de também atenuar a situação vivenciada pelos safristas desempregados na entressafra.
 
No ano de 2012 os pescadores artesanais foram inseridos nesta grande ação de política pública e de inclusão social, abrangendo 57 municípios pernambucanos. As três frentes de atuação do Programa Chapéu de Palha são asseguradas por lei e, independente do governo que esteja à frente da administração do Estado, os trabalhadores da palha da cana, da fruticultura irrigada e os pescadores artesanais serão assistidos. Desde 2012, já são mais de 53 mil beneficiários atendidos pelo Programa Chapéu de Palha, em seus três setores de abrangência, em 93 municípios diferentes.
Website: http://www2.seplag.pe.gov.br/web/seplag/programas/chapeu-de-palha