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Informações sobre a saúde pública de Pernambuco, uma das áreas de maior investimento da atual gestão. É mais qualidade de vida para os pernambucanos!

A demanda por um serviço de saúde pública eficaz vem desafiando a administração pública no país há várias décadas. Nesse sentido, o Estado assume o importante papel de articulador num esforço conjunto para superação das graves deficiências que penalizam principalmente os mais carentes de assistência, tais como: implantar um modelo de responsabilidades compartilhado entre os três níveis da federação, previsto no SUS, que ainda não conseguiu efetivar a cobertura universal dos serviços de saúde, garantir sua qualidade e estruturar uma dinâmica de gestão para articular e integrar atores e intervenções.

O Governo de Pernambuco definiu como meta ampliar a oferta de leitos da rede pública e desafogar as grandes emergências. E esse objetivo foi buscado recorrendo tanto à implantação de novas unidades quanto pela via da contratação de serviços junto à rede privada. Somente para pacientes necessitados de atendimento em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), a disponibilidade de leitos aumentou de 250 para mais de 800.

A estratégia envolveu a construção de três novos hospitais na Região Metropolitana do Recife. E já foram entregues as unidades Dom Helder Câmara, no Cabo, e Miguel Arraes, em Paulista. O Hospital Miguel Arraes foi inaugurado em dezembro de 2009 e o Hospital Dom Helder Câmara, em julho de 2010. Ambos adotam um modelo de gestão compartilhada com a Fundação Martiniano Fernandes – IMIP Hospitalar, contando cada um com 157 leitos, sendo 25 de UTI, e instalações capazes de realizar mensalmente 12 mil atendimentos de urgência, 3 mil consultas ambulatoriais, 730 internações e 18 mil diagnósticos laboratoriais e radiológicos.

No Curado, Zona Oeste do Recife, às margens da BR-232, próximo ao Ceasa, ficará localizado o Hospital Pelópidas Silveira, que teve a sua construção iniciada em outubro de 2009 e, atualmente, está com 43,5% das obras já executadas. O modelo de organização e estruturação é o mesmo dos outros dois hospitais. Assim como as demais unidades, contará com 157 leitos, beneficiando os habitantes da Zona Oeste da RMR e da Zona da Mata.

Visando a ampliar o atendimento aos casos de baixa e média complexidade, o Estado está implantando uma rede de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) na Grande Recife (capital, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Igarassu, Paulista, São Lourenço da Mata e Cabo de Santo Agostinho) e no interior do Estado. Idealizadas para a realização de 500 atendimentos diários, com funcionamento 24 horas e em rede com os novos hospitais, as UPAs possibilitarão a resolutividade de cerca de 95% dos casos, desafogando as grandes emergências e reforçando a rede municipal de Saúde. A administração das UPAs é compartilhada com Organizações Sociais (OS), entre as quais a própria Fundação Martiniano Fernandes.

O ano de 2010 foi marcado pela entrega à população de 11 UPAs. Outras três estão em fase final de construção (Cabo de Santo Agostinho, Casa Amarela e Ibura), devendo ser entregues no primeiro trimestre de 2011. Cada UPA funciona 24h por dia, de domingo a domingo, com capacidade para atendimentos diários de 500 pessoas nas especialidades de ortopedia, clínica médica e pediatria. No total, cada unidade tem sete consultórios, 18 leitos de enfermaria (sendo quatro destinados à estabilização dos doentes graves), sala de raios X e nebulização, envolvendo 230 funcionários, sendo 48 médicos. Em 2010, com a entrega dos dois novos hospitais e das 11 UPAs, passaram a ser oferecidos à população 512 novos leitos. Com isso, o Governo de Pernambuco mostra que os investimentos na saúde e no bem-estar da população são prioridades.