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  • Porto de Suape está ainda mais competitivo

    | Suape

    Ancoradouro pernambucano está apto a receber navios porta contêineres de até 366 metros

    Líder em contêineres no Norte/Nordeste, com 454.721 TEUs (medida equivalente a um contêiner de 20 pés) movimentados em 2018, o Complexo Industrial Portuário de Suape está ainda mais competitivo nesse segmento. Com base em estudos recentes da Universidade de São Paulo (USP), a Marinha do Brasil autorizou o porto pernambucano a receber os navios regulares porta contêineres de maiores dimensões disponíveis na América do Sul (classe SAMMAX, de até 336 metros de comprimento, 48 metros de largura e calado máximo de 14,5 metros), como também embarcações previstas para chegar ao País no início do próximo ano (NEW PANAMAX, de 366 metros de comprimento, 52 metros de largura e calado máximo de 15,2 metros).

    “A indústria naval vem se aprimorando e precisamos acompanhar esse desenvolvimento. Receber esses megaconteineiros é condição primordial para que Suape exerça sua vocação de hub port no segmento. E as parcerias com a Praticagem de Pernambuco e a Capitania dos Portos de Pernambuco foram fundamentais para habilitar o porto nesse processo”, destaca o presidente do complexo, Leonardo Cerquinho. Até então, Suape estava apto a receber navios de contêiner de até 305 metros de comprimento e 48 metros de largura, com capacidade de até 8 mil TEUs. A classe SAMMAX tem capacidade de 9,7 mil TEUs e a NEW PANAMAX, de 14 mil TEUs.

    A novidade é uma das vantagens competitivas que o porto apresenta na 25ª edição da Intermodal South America, maior feira internacional de logística, transporte de cargas e comércio exterior, que acontece desta terça-feira (19) até quinta-feira (21), em São Paulo. É fundamental, inclusive, para o maior projeto de arrendamento portuário em curso no Programa de Parcerias e Investimentos (PPI) do Governo Federal: o segundo terminal de contêineres (Tecon II). O New Panamax é o navio projeto do Tecon II, ou seja, o mais adequado para operar no local. A Capitania avaliará as condições para utilização das embarcações de maior porte (climáticas e de infraestrutura) antes da atracação.

    O edital de licitação do terminal deve ser lançado ainda neste semestre e o leilão deve ocorrer no segundo semestre. O equipamento mais que dobrará a capacidade do terminal atual, de 700 mil TEUs, para 1,7 milhão de TEUs e deve receber investimentos de R$ 1,2 bilhão. Ele terá 770 metros de cais e dois berços de atracação, numa área de 269 mil metros quadrados, com possibilidade de expansão de mais de 160 mil metros quadrados. O contrato de arrendamento será de 25 anos, prorrogável até 70 anos, e seu valor global estimado é de R$ 5,495 bilhões.

    Há inúmeras outras vantagens competitivas que fazem o Porto de Suape manter a liderança nacional na cabotagem e na movimentação de granéis líquidos, entre os 30 portos públicos do País, assim como na movimentação total entre os portos públicos do Norte e Nordeste, com 23,4 milhões de cargas movimentadas em 2018, ficando em 5º lugar no ranking de movimentação entre os portos nacionais.

    A posição estratégica é uma delas. O ancoradouro está a um raio de 800 quilômetros de sete entre as nove capitais do Nordeste e de 12 aeroportos (seis internacionais), com linhas diretas para países da Europa, América do Sul e do Norte. Seu porto interno tem profundidade entre 12 e 15,5 metros e o externo, de 15,5 a 20 metros. Além disso, é um porto abrigado com assoreamento mínimo e mantém um prédio da Autoridade Portuária, que concentra todos os órgãos intervenientes no local, o que reduz o tempo de liberação de navios e cargas. O espaço de Suape na Intermodal fica na Rua 10, estande 30.

    Assuntos: sdec, suape, conteineres
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  • Secretaria da Fazenda apreende carga na saída do Porto de Suape

    | Suape, Fisco

    apreensao

    Dois contêineres abastecidos com tecidos trazidos da China não tinham documentação legal

    Na tarde desta quarta-feira (20.03), a Secretaria da Fazenda do estado de Pernambuco concluiu uma operação de apreensão de dois contêineres com produtos importados da China. Na ocasião, o proprietário apresentou notas correspondentes ao carregamento de fibra sintética (matéria-prima) a serem utilizadas na Indústria Têxtil e não de produtos acabados.

    “Ao realizar a conferência física das mercadorias, os auditores-Fiscais da SEFAZ verificaram que se tratava na realidade de rolos de tecidos sintéticos já prontos, cujos valores são superiores ao produto declarado na importação, o que torna a operação irregular pelo fato da mercadoria não ser a descrita na documentação fiscal”, explicou um representante da diretoria Geral de Operações Estratégicas-DOE, da SEFAZ-PE.

    As mercadorias apreendidas estão avaliadas em R$ 1.170.000,00,  o que resulta em um crédito tributário no valor de R$ 210.600,00, e esse, quando somado a multa de R$ 189.540,00, totaliza em R$ 400.140,00. O proprietário da mercadoria se prontificou de regularizar o pagamento para  adquirir o direito de liberação da mercadoria.

    O auditor e gerente de Fiscalização da Central de Operações de Carga, Pedro Tafuri, explica que “a fiscalização das importações neste segmento é importante para o Estado, já que visa evitar o ingresso de tecidos e confecções irregulares, que também prejudica as empresas do Polo de Confecções do Agreste do Estado e ameaça os empregos gerados na região”.

    Cidades: Cabo de Santo Agostinho
    Assuntos: sefaz, suape, apreensao
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  • Pernambuco recorre ao Confaz contra política de guerra fiscal adotada pelo Estado de São Paulo

    | Suape
    Governo paulista editou decreto, cuja legalidade está sendo questionada, visando participar de concorrência pública para a construção de corvetas para a Marinha 
     
    O Governo de Pernambuco registrou, na tarde da quarta-feira (13.03), no plenário do Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ), uma contestação ao benefício concedido por meio de um decreto estadual do Governo do Estado de São Paulo de redução de ICMS em operações de fornecimento de matéria-prima e insumos para estaleiros. Com o decreto, de nº 64.123/19 aquele Estado pretendia gerar para si condições que lhe favorecessem na concorrência pública para a construção de quatro corvetas classe Tamandaré para a Marinha, processo estimado em US$ 1,6 bilhão e no qual o estaleiro Vard Promar – situado no Complexo Portuário de Suape, em Pernambuco – é finalista.
     
    Ao questionar a legalidade da iniciativa paulista, o Governo de Pernambuco argumenta que, desde 2001, por meio de outro decreto, de nº 46.082/01, o Estado de São Paulo havia previsto o diferimento do ICMS em operações de fornecimento de matéria-prima e insumos para estaleiros, copiando legislação idêntica à adotada pelo Estado do Rio de Janeiro, no âmbito da guerra fiscal. O primeiro decreto, de 2001, estabelecia uma regra de equiparação à exportação de algumas operações beneficiadas por esse diferimento, determinando que nas saídas dos bens produzidos não haveria necessidade de recolhimento do ICMS diferido, dispensando, portanto, a cobrança do imposto sobre essas operações.
     
    A nova medida – questionada por Pernambuco no Confaz – pretende estender essa equiparação à exportação, assegurando a dispensa de recolhimento do ICMS diferido sobre outras operações do estaleiro. Ou seja, São Paulo estaria basicamente copiando e ampliando o benefício original oferecido pelo Rio de Janeiro em 2001, uma ação que é proibida pela lei complementar federal 160/17 e pelo convênio nacional 190/17.
     
    "A ampliação do benefício fiscal que São Paulo fez  é proibida pela legislação tributaria brasileira. Temos plena convicção de que a Secretaria Executiva do Confaz terá uma posição favorável à nossa contestação", destacou o secretário estadual da Fazenda, Décio Padilha.
     
    Em 19 de fevereiro deste ano, após reunião com o embaixador da Itália no Brasil, Antonio Bernadini, exatamente para tratar da concorrência pública para a construção das corvetas, o governador Paulo Câmara lembrou o potencial do Vard Promar. “Temos um estaleiro competitivo, detentor da tecnologia necessária para o projeto e com o compromisso de transferir essa  tecnologia para a Marinha, com a finalidade de facilitar a manutenção futura dos navios. Ponto com o qual nenhum dos outros concorrentes se comprometeu”, afirmou Paulo Câmara, na época.
     
    De acordo com as regras de tramitação, a Secretaria Executiva do Confaz terá um prazo de 60 dias para analisar a questão, contados a partir do depósito do novo convênio, que tem prazo máximo de 90 dias a partir da publicação do ato concedente para ocorrer.
    Assuntos: governo de pernambuco, sefaz, suape, paulo camara
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  • Paulo Câmara trata de licitação para aquisição de corvetas com embaixador da Itália

    | Suape
    vard

    O estaleiro Vard Promar, situado no Complexo de Suape, está na disputa pelo projeto que atenderá à Marinha 

    BRASÍLIA – O governador Paulo Câmara se reuniu, na manhã desta terça-feira, com o embaixador da Itália no Brasil, Antonio Bernadini, para tratar de concorrência pública para a construção de quatro corvetas para a Marinha. O estaleiro Vard Promar, situado no Complexo Portuário de Suape, é finalista do processo, que está avaliado em R$ 1,6 bilhão. A empresa pertence ao grupo italiano Fincantieri, que tem se destacado no mercado pela entrega de embarcações de alta complexidade. 

    "Temos um estaleiro competitivo, detentor da tecnologia necessária para o projeto e com o compromisso de transferir essa  tecnologia para a Marinha, com a finalidade de facilitar a manutenção futura dos navios. Ponto com o qual nenhum dos outros concorrentes se comprometeu", frisou o governador Paulo Câmara. 

    O gestor pernambucano pontuou ainda que o estaleiro instalado em Pernambuco possui uma mão de obra experiente e muito qualificada. "Isso vai possibilitar a entrega das corvetas com muito mais segurança e em um prazo mais curto do que as outras empresas podem oferecer", afirmou, completando: "Seguiremos brigando para assegurar os empregos dos pernambucanos que trabalham no polo naval do nosso Estado".

    Antonio Bernadini demonstrou muita convicção de que o Vard Promar sairá vencedor do certame. "Estamos muito confiantes que o estaleiro em Pernambuco reúne as melhores condições técnicas para esse projeto", falou o embaixador.  A corveta é um tipo de navio de combate com comprimento de cerca de 46m, destinado à patrulha anti-submarina e à escolta de comboios.

    O resultado da licitação será conhecido no próximo mês. Além do Vard Promar, outros três consórcios estão na fase final do processo. São empresas estrangeiras que fizeram parceria com estaleiros da Bahia, São Paulo e Santa Catarina para poder construir os navios em território brasileiro, como exige o edital elaborado pela Marinha. 

    Assuntos: sei, paulo camara, suape, estaleiro vard promar
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  • Exportações crescem 33% no Porto de Suape

    | Suape

    Suape se mantém na liderança nacional em movimentações de granéis líquidos e navegação de cabotagem

    Em 2018, o Porto de Suape registrou um crescimento de 33% na exportação, somando 2,4 milhões de toneladas de cargas enviadas para outros países, ante 1,8 milhão de toneladas em 2017. Os derivados de petróleo foram as principais cargas movimentadas na navegação de longo curso (entre países).  Suape se manteve na liderança nacional, entre os 30 portos públicos do País, no transporte de granéis líquidos e na navegação de cabotagem (entre portos de um mesmo país).

    “O desempenho do Porto de Suape na movimentação de cargas, em 2018, mostra o potencial que temos para crescer ainda mais na cabotagem e nas exportações. O cenário para este ano é muito animador. Com a devolução da autonomia e a retomada do crescimento econômico, temos a expectativa da chegada de projetos portuários e industriais de grande porte que vão contribuir para o aumento na movimentação de cargas e fortalecer a economia do Estado”, analisa Leonardo Cerquinho, presidente do Complexo Industrial Portuário de Suape.

    Das 23,4 milhões de toneladas de cargas movimentadas em 2018 por Suape, 17,6 milhões de toneladas foram de granéis líquidos (óleo diesel, gasolina, querosene de aviação, óleo bruto de petróleo, entre outros derivados), carga que representa 75% da movimentação do porto e teve crescimento de 0,55% em relação a 2017. O volume faz de Suape um hub port desse tipo de carga no Norte e Nordeste.

    Já os granéis sólidos tiveram crescimento de 22%, saltando de 382,9 mil toneladas em 2017 para 465,5 mil em 2018. “Essa elevação se deve ao incremento na movimentação de trigo que registrou uma alta de aproximadamente 25%, ou seja, 80,9 mil toneladas a mais comparando-se com 2017”, salienta Cerquinho.

    A cabotagem, que continua sendo a principal navegação em Suape, teve crescimento de 3% em relação a 2017, somando 15,7 milhões de toneladas. Destaque mais uma vez para os derivados de petróleo, que registraram 6,4 milhões de toneladas na cabotagem, seguidos pelos óleos brutos de petróleo com 3,9 milhões de toneladas.

    Impactada pela crise econômica, a importação de cargas totalizou 7,6 milhões de toneladas, queda de 8% em relação a 2017. A movimentação de veículos (que tem a Argentina como principal importador)  caiu 17% em 2018, somando 66.284 unidades, 13.772 a menos que 2017, quando o porto alcançou o recorde de 80.080 veículos.

    Mesmo com uma queda de 1,3% nos contêineres ­­- foram movimentados 454,7 mil TEUs  (do inglês Twenty-foot Equivalent Unit - unidade equivalente a 20 pés) contra 460,7 mil TEUs no ano passado , o Porto de Suape continua sendo o principal movimentador de contêineres das regiões Norte e Nordeste, à frente dos portos de Salvador (BA), Pecém (CE) e Vila do Conde (PA).

    A carga geral solta, categoria na qual se enquadram as cargas de projetos, peças para indústria, maquinários, entre outros, registrou queda de 36,4% e fechou o ano com 249,6 mil toneladas. No acumulado de 2018, o total de cargas movimentadas no Porto de Suape ficou 0,8% abaixo do ano anterior, com 23,6 milhões de toneladas. Ainda assim, o porto manteve a quinta colocação entre os 30 portos públicos do país, atrás de Santos (SP), Itaguaí (RJ), Paranaguá (PR) e Rio Grande (RS). No cenário regional, é líder no Norte e Nordeste, com a maior movimentação de 2018 entre todos os portos.

    Tanto na importação quanto na exportação, os destinos predominantes das movimentações foram os portos localizados em Singapura, Estados Unidos, Argentina, Holanda, Colômbia e Tailândia. As cargas conteineirizadas importadas e exportadas somaram 1,2 milhão de toneladas.

    Assuntos: sdec, suape, balanco
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  • Primeira etapa da fábrica do Aché Laboratórios será entregue em julho

    | Suape
    ache

    Governador Paulo Câmara visitou, nesta quinta-feira, as obras do empreendimento de medicamentos farmacêuticos, que está sendo instalado em Suape

    Com 50% das obras concluídas, a fábrica do Aché Laboratórios Farmacêuticos progride a passos largos no Complexo Industrial de Suape, no Cabo de Santo Agostinho. Nesta quinta-feira (24.01), o governador Paulo Câmara visitou o empreendimento, ao lado da presidente do Aché, Vânia Machado, para observar o andamento das obras. Com previsão de conclusão para o próximo mês de julho, o equipamento já emprega cerca de 400 trabalhadores, sendo 80% de mão de obra pernambucana. Ao todo, estão sendo investidos R$ 500 milhões na fábrica.

    A primeira etapa, que ficará pronta em julho próximo, será dedicada à embalagem de produtos sólidos e ao centro de distribuição. A expectativa é de que sejam ofertados mais três mil postos de trabalho diretos e indiretos após a conclusão total do parque fabril. “A fábrica do Aché com certeza vai ser referência para a produção de medicamentos em todo o Brasil, e vai exportar para vários países de todo o mundo, levando o nome de Pernambuco, do seu povo, da sua gente”, comemorou Paulo Câmara, que participou do lançamento da pedra fundamental da fábrica, em maio do ano passado. Paulo ressaltou ainda sua satisfação ao ver resultados positivos nos esforços empenhados pelo governo para atrair empresas do porte do Aché para Pernambuco, gerando mais emprego e renda no Estado.

    Instalado em um terreno de 250 mil metros quadrados, o projeto completo contempla uma fábrica para produção de medicamentos sólidos e um centro de distribuição. Este último - incluindo a área de embalagem de produtos sólidos - será entregue no início do segundo semestre deste ano. Já a segunda fase, que abrange a fabricação dos medicamentos, está prevista para 2021. O Aché vai fabricar em Pernambuco medicamentos alopáticos e fitoterápicos para uso humano. Quando estiver em pleno funcionamento, a fábrica terá capacidade para produzir 435 milhões de unidades de medicamentos por ano.

    A presidente da empresa, Vânia Machado, acompanhou o governador durante toda a visita ao canteiro de obras, confessou ansiedade pela inauguração e ratificou sua satisfação por ter escolhido Pernambuco. “Vamos dobrar a nossa capacidade de produção, ampliar e estreitar o relacionamento com os nossos clientes e, o mais importante, vamos gerar mais de 3 mil empregos entre diretos e indiretos, contando com essa mão de obra qualificada que existe aqui no entorno do Recife. Como estamos nessa região do porto de Suape, daremos um passo muito importante em direção a nossa exportação para a América e a Europa”, disse.

    Inicialmente, os produtos serão trazidos de Guarulhos (SP) em granel (comprimidos e cápsulas) para o complexo fabril de Pernambuco, onde serão embalados e distribuídos para as regiões Norte e Nordeste. Após a finalização da segunda fase do projeto, em 2021, os medicamentos sólidos também serão fabricados em Suape. “Mudei de empresa e vim para o Aché. As condições de trabalho e de logística são melhores, o transporte vai nos buscar. Além disso, o salário aqui é melhor, e eu também mudei de função. Antes, era auxiliar, agora sou chefe de cozinha”, contou Tamires Cristina da Silva, de 25 anos, que já trabalha no local há quatro meses no preparo das refeições dos operários.

    Diferente de Tamires, o carpinteiro Carlos André dos Santos, de 44 anos, estava desempregado quando recebeu a oportunidade do Aché. “Estou aqui há quase seis meses e estou gostando muito, pois é uma empresa de qualidade. Estou muito feliz em estar trabalhando na fábrica de remédios, o salário é bom, estou recebendo todas as horas de maneira certa e, com isso, estou conseguindo sustentar a família e ter boa qualidade de vida. Isso, para mim, é um grande prazer, não tenho do que reclamar”, afirmou.

    FORÇA NO MERCADO – O Aché Laboratórios Farmacêuticos é uma empresa 100% brasileira, com mais de 50 anos de atuação no mercado farmacêutico. Conta com três complexos industriais: em Guarulhos (SP), São Paulo (SP) e Londrina (PR), além de participação na Melcon do Brasil e na Bionovis, joint-venture brasileira dedicada à pesquisa e desenvolvimento de medicamentos biotecnológicos. A empresa emprega mais de 4.700 colaboradores e possui uma das maiores forças de geração de demanda e de vendas do setor farmacêutico no Brasil. Possui um portfólio com 344 marcas em 858 apresentações de medicamentos sob prescrição, genéricos e MIP (isentos de prescrição), além de atuar nos segmentos de dermocosméticos, nutracêuticos, probióticos e biológicos.

    Acompanharam o governador na visita os secretários estaduais Bruno Schwambach (Desenvolvimento Econômico) e Albéres Lopes (Trabalho, Emprego e Qualificação), o presidente do Complexo Industrial de Suape, Leonardo Cerquinho, e o presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper), Roberto Abreu e Lima Almeida.
    Cidades: Cabo de Santo Agostinho
    Assuntos: sei, paulo camara, suape
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  • Leonardo Cerquinho assume a presidência do Complexo de Suape

    | Suape, Administração

    cerquinho

    Leonardo Monteiro Cerquinho é o novo diretor-presidente do Complexo Industrial Portuário de Suape. O gestor recebeu o cargo do ex-diretor-presidente Carlos Vilar na tarde de sexta-feira (18/1), em prestigiada cerimônia que contou com a presença do secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Bruno Schwambach, além de colaboradores, empresários e autoridades. O evento foi realizado no auditório do edifício-sede da empresa Suape.

    Durante a transmissão de cargo, foi lido o ato de nomeação de Leonardo Cerquinho publicado no Diário Oficial do Estado no dia 17 de janeiro. Em seu discurso, o novo presidente relembrou sua passagem pela empresa Suape, quando exerceu os cargos de Coordenador de Novos Negócios (de maio de 2011 a maio de 2013) e Diretor de Gestão Portuária (de maio de 2013 a janeiro de 2015). O gestor iniciou sua fala agradecendo ao antecessor por ter continuado importantes obras e ao secretário pela oportunidade do cargo. “É com muito orgulho que retorno a esta casa como diretor-presidente, lugar onde aprendi muito e pude realizar muitas ações nas áreas portuária e de negócios. As nossas prioridades, a curto prazo, serão a retomada da autonomia de Suape; a implantação do segundo terminal de contêineres; instalação do terminal de veículos, e a realização de parceria com o Porto Digital para interligar o ecossistema de inovação do Estado com o Complexo de Suape”, destacou.

    Carlos Vilar, que reassume a presidência do Porto do Recife, agradeceu ao corpo técnico de Suape a receptividade e apoio durante o período que presidiu a empresa. “Volto a minha casa, que é o Porto do Recife, onde estou há 43 anos, para continuar contribuindo com o desenvolvimento de Pernambuco”, disse. O gestor finalizou desejando sucesso e muitas conquistas ao novo presidente. “Foi muita sorte de Suape encontrar alguém do nível e capacidade de Leonardo Cerquinho para gerir a empresa”, concluiu.

    O secretário Bruno Schwambach, em seu discurso para a plateia, elogiou a atuação do governador Paulo Câmara frente à crise econômica, conduzindo o estado e fazendo os ajustes necessários para direcionar os investimentos para áreas importantes como saúde, educação, segurança e recursos hídricos. “Nessa nova gestão o governador pensou na montagem de uma equipe e na criação de projetos priorizando o desenvolvimento sustentável do estado de Pernambuco. Eu me senti desafiado em assumir essa missão, com a condição de fazermos um trabalho importante na secretaria, onde tive a liberdade de escolher a equipe. O trabalho agora só começa e é muito desafiador”, finalizou.

    Na última quinta (17/1) à tarde, Leonardo Cerquinho e Carlos Vilar comandaram reunião de transição entre as equipes. Os novos diretores, nomeados em atos publicados no mesmo DOE, foram apresentados aos colaboradores e já iniciaram suas funções.

    Estiveram presentes na solenidade de transmissão de cargo: Luís Cardoso Ayres, secretário-executivo de Recursos Energéticos de Pernambuco; Roberto Abreu Lima, presidente da AD Diper; André Campos, presidente da Copergás; Frederico Maranhão, diretor de Regulação da ARPE; Marcos Queiroz, secretário de Desenvolvimento Econômico de Ipojuca; Carlos Eduardo Oliveira, delegado da Alfândega da Receita Federal do Brasil; Comandante Hélio de Araújo, da Capitania dos Portos de Pernambuco; Carlos Ramalho, superintendente do Ministério da Agricultura; Elias Lages, diretor da Concessionária Rota do Atlântico; Sheyla Wanderley, assessora do Tecon Suape; Ricardo Pedrosa, da HBR Engenharia; Jaime Alheiros, consultor da Innove!; e Romero Sales Filho, deputado estadual eleito.

    CARREIRA - Leonardo Cerquinho é bacharel em Relações Internacionais pela Faculdade Integrada do Recife e mestre em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco. Com 18 anos de experiência nas áreas de logística e comércio exterior, atuou na iniciativa privada com passagem pela Amcham, Hamburg Süd, Fiabesa, Red Ball Logistics Brasil e Comexport. Na administração pública, foi coordenador de Novos Negócios da empresa Suape no período de maio de 2011 a maio de 2013 e diretor de Gestão Portuária, de maio de 2013 a janeiro de 2015. Em abril de 2017, foi nomeado pelo governador Paulo Câmara como presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper), cargo no qual ficou até julho do ano passado. 

    Assuntos: suape, transmissao de cargo, paulo camara
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  • Porto de Suape retoma dragagem do canal de acesso ao estaleiro Vard Promar

    | Suape

     suape

    A dragagem para aprofundar e alargar o canal de acesso ao estaleiro Vard Promar, no Porto de Suape, será retomada em até 20 dias. A obra estava parada desde abril passado por problemas técnicos e deverá ser concluída em fevereiro do próximo ano. Com a dragagem, o canal passará a ter profundidade de - 9 metros e extensão aproximada de 1.000 metros, permitindo o acesso de navios petroleiros e de minério, ampliando a capacidade operacional do Porto de Suape dentro dos padrões internacionais. 

    “A retomada dos serviços é de fundamental importância para o Vard Promar e para Suape. O estaleiro está concorrendo no processo licitatório da Marinha para construir as quatro corvetas e essa obra, sem dúvida, pode ajudar nesse processo de escolha, uma vez que deixa o estaleiro ainda mais competitivo”, afirmou Carlos Vilar, presidente do Complexo Industrial Portuário de Suape. Futuramente, outra dragagem será executada para aprofundar para - 11 metros, aumentando a capacidade do estaleiro para fazer reparos em embarcações.

    Os materiais retirados do fundo do mar são depositados na ilha de Cocaia para terraplanar o local onde será o construído o Terminal de Minérios, diminuindo os custos com terraplenagem na ilha. A obra possui todas as licenças ambientais e de operação, além de um plano de controle e monitoramento ambiental, seguindo todas as diretrizes dos órgãos de controle.

    Até o início de 2019, a administração de Suape espera licitar outra obra de dragagem. “Vamos dragar o porto interno, aumentando a profundidade dos cais 1, 2, 3, 4 e 5 para -15,5 metros, além da bacia de evolução. O projeto executivo está em processo de conclusão e faremos a obra com recursos próprios”, concluiu Vilar. 

    Assuntos: sdec, suape, porto de suape, vard promar, dragagem, petroleiros, minerio,
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  • Presidente de Suape faz balanço em comemoração aos 40 anos do Complexo

    | Suape

    Saupe 

    O diretor-presidente do Complexo Industrial Portuário de Suape, Carlos Vilar, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Antonio Mario de Abreu Pinto, apresentaram, na manhã de ontem (6/11), os principais números da empresa Suape, que completa hoje (7/11) 40 anos de fundação. Também participou do evento o presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper), Antônio Xavier.

    Durante coletiva de imprensa, Vilar ressaltou as conquistas alcançadas ao longo das quatro décadas,os projetos atuais e futuros. “Suape é um instrumento de desenvolvimento muito forte para Pernambuco e para o Brasil. A expansão dos terminais de combustíveis já é muito forte e trará ainda mais desenvolvimento e empregos. Além disso, temos o Tecon II, projeto que duplicará a capacidade de movimentação do Porto de Suape em contêineres. Com a estrutura que Suape tem, ao longo dos anos, teremos condições de receber navios cada vez maiores”, destacou.

    O secretário Antonio Mario também pontuou os diferenciais do empreendimento e seus avanços. “Estamos há pouco tempo administrando a secretaria e o Complexo Industrial Portuário. Foi e é um trabalho extremamente engrandecedor para todos nós. Somos uma equipe envolvida e buscando sempre o desenvolvimento do estado. Estamos apostando na chegada de novas indústrias e muitas já demostraram interesse por Pernambuco. O ano de 2019 chegará com boas notícias para o estado”, comemorou.

    Entre as ações realizadas, em atendimento à Lei das Estatais (13.303/2016), Suape já tem em funcionamento a Unidade de Integridade, Gestão de Riscos e Controles Internos, responsável por implantar toda a filosofia de compliance na gestão e negócios de Suape. Amparada por um Programa de Integridade e um Código de Ética e Conduta, a equipe é formada por pessoas técnicas com larga experiência na área de conformidade e boas práticas empresariais.

    Na área portuária, o presidente Carlos Vilar fez um diagnóstico importante ao chegar à administração de Suape. Desde então, tem priorizado recursos e projetos que contribuam para melhorar a infraestrutura e eficiência das operações. A gestão atual deu continuidade à obra de recuperação do prolongamento do molhe do Porto Externo; está tirando do papel a dragagem do porto interno para receber navios maiores para o Tecon Suape e impedir que, futuramente, ocorram problemas na operação. Também está em andamento a licitação para manutenção das estruturas do porto, como por exemplo, a correção de desgastes no PGL 2, assim como estão em andamento as obras de reforma da Torre de Controle e do Prédio da Autoridade Portuária.

    Outro importante projeto para o Porto Organizado, que está em fase de licitação, é a implantação do novo Centro de Controle, Comunicação e Monitoramento. O centro vai receber tecnologias avançadas e novos equipamentos para monitorar o tráfego nas vias de acesso ao porto e nos postos de entrada das áreas alfandegadas. Também está prevista a construção de uma nova portaria na saída do porto, para se ter um maior controle dos veículos e cargas que deixam Suape. Em complemento ao patrulhamento no acesso terrestre, a gestão está elaborando o projeto de monitoramento integrado com a Capitania dos Portos e Polícia Federal para controlar o acesso dos navios à área fundeada para combater atividades de pirataria, garantindo maior segurança às embarcações.

    Outra novidade anunciada foi a assinatura, no mês passado, em Brasília, da autorização para a Agrovia do Nordeste, terminal de açúcar localizado no Porto de Suape, movimentar outras cargas. O projeto havia sido contemplado no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do Governo Federal, e solicitava a ampliação do Terminal da Agrovia do Nordeste, que armazena e exporta açúcar refinado, proveniente das usinas canavieiras do estado, para movimentar trigo, cevada e outros grãos. A empresa está investindo em expansão física e de equipamentos para receber as novas cargas.

    Na área industrial, o polo de geração de energia receberá o terceiro projeto de usina térmica a gás natural. A CH4 Energia pretende construir a sua planta num terreno de 15 hectares, que deve gerar 2,5 mil empregos e demandar um aporte de R$ 4,5 bilhões de investimentos. A usina deverá ser construída ao longo de 2020 e operar a partir de 2024. Outros dois projetos de usinas térmicas a gás natural em Suape estão em curso e dependem, assim como a CH4, da realização do leilão de energia do Ministério de Minas e Energia, que deve acontecer em dezembro, para se concretizarem.

    Outro projeto que vem para melhorar a operação de cargas é a instalação dos pátios de triagem de caminhões, que vai disciplinar e regulamentar os veículos de transporte de cargas que acessam a área portuária. Quatro empresas assinaram contrato com Suape: Sulog (R$ 10,6 mihões), Enertec (R$ 12,2 milhões), Cone Log e Êxito Importadora e Exportadora (R$ 15 milhões), devendo implantar os pátios até o início de 2019.

    Outra iniciativa importante e emblemática foi a realização em setembro deste ano, das audiências públicas presenciais que fazem parte dos certames licitatórios do Terminal de Veículos e do Segundo Terminal de Contêineres (Tecon II) do Porto de Suape. Os dois projetos, bastante aguardados pelo mercado desde a Lei dos Portos (12.815, de 05/06/2013), serão licitados no início de 2019, com uma previsão de investimento privado de R$ 1,2 bilhão.

    Outro destaque apresentado durante a coletiva foi o interesse de empresas chinesas em investir em Suape, sobretudo na construção do Terminal de Minérios, que depende da conclusão da ferrovia Transnordestina para ser viabilizado. No dia 03 de outubro, no Encontro Brasil-China promovido pelo Consulado Chinês no Recife em Suape, as empresas chinesas demonstraram também a intenção de conversar com o Governo Federal para concluir a ferrovia.

    MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS

    De janeiro a setembro de 2018, a movimentação de cargas no Porto de Suape somou 17,4 milhões de toneladas de cargas. O aumento em relação ao mesmo período do ano passado foi de 3,7%. Destaque para os granéis líquidos, que representaram 76% da movimentação total, com 13,1 milhões de toneladas e 7,3% de aumento em relação a 2017.

    SUAPE

    O Complexo Industrial Portuário de Suape conta com cerca de 100 empresas instaladas em seu território de 13,5 mil hectares, localizado nos municípios do Cabo de Santo Agostinho e Ipojuca. Esses empreendimentos somam mais de R$ 50 bilhões em investimentos privados, empregando um total de 22 mil trabalhadores diretamente.

     

     

     

    Assuntos: suape, sdec, aniversario 40 anos, addiper, expansao de terminais, tecon II,
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  • No Porto de Suape, Pandenor conclui ampliação de seu parque de tancagem

    | Economia, Suape

     suape

    A empresa Pandenor Importação e Exportação, localizada no Porto de Suape, acaba de concluir as obras de expansão do seu parque de tancagem. Foram construídos oito novos tanques de armazenagem de granéis líquidos, para aumentar a capacidade da empresa que passou a armazenar mais 60 mil m³ dos produtos. Com a expansão, o terminal da Pandenor passou a ter capacidade para armazenar 122 mil m³ de combustíveis líquidos no total. O terminal já está operando com a nova estrutura, que gerou novas 20 vagas de empregos.

    A empresa investiu R$ 80 milhões na ampliação. Foram 18 meses de obras civis para a ampliação do parque de tancagem, empregando 200 trabalhadores do setor.  Nas obras, o terminal investiu na automação de seus processos de operação de navios e operação rodoviária, além disso, construiu novos dutos para garantir o atendimento à nova demanda de tancagem.

    O Gerente de Operações da planta, Michel Arruda, adiantou que os investimentos continuam no empreendimento. “Apesar do novo parque de tancagem estar pronto e em operação, o terminal ainda está em fase de implantação de algumas melhorias internas, tais como a implantação de radares de nível de alta precisão, construção de novos dutos para maior flexibilidade das operações, ampliação das plataformas de carregamento rodoviário, implantação de skids automatizados para descarga de caminhões-tanques e ampliação de seu prédio administrativo, que atenderá a nova demanda de pessoal bem como haverá um centro de treinamento especializado para os operadores do terminal”, ressaltou, completando que essas obras devem ser finalizadas até dezembro deste ano.

    Segundo o Presidente do Complexo Industrial Portuário de Suape, Carlos Vilar, os terminais de granéis líquidos e gases do Porto de Suape e a Refinaria Abreu e Lima são responsáveis por 76% de toda movimentação de Suape e, com essa ampliação da Pandenor, o aumento das cargas trará ainda mais sucesso para o porto. “Já somos líderes nacional na movimentação de granéis líquidos. Esta ampliação vem para consolidar o Porto de Suape e melhorar ainda mais nossos números. Além disso, as obras geraram mais emprego e movimentaram nossa economia”, pontuou Carlos Vilar. O terminal importa produtos de países como os Estados Unidos, Holanda e Bélgica. Já a nível nacional, os produtos são distribuídos para toda a região Nordeste. Em 2017, a empresa importou 446.017 m³ e, de janeiro a junho de 2018, 127.197 m³ foram importados.

    Ainda de acordo com o Gerente de Operações da Pandenor, Michel Arruda, a ampliação ratifica ao mercado o crescimento e a evolução dos processos logísticos da empresa. “O desafio continua como meta de manter as melhores performances operacionais seguindo os mais rigorosos padrões de qualidade e segurança. Ano passado participamos de uma auditoria de um player internacional e fomos escolhidos como um dos melhores terminais do mundo. Tudo isso, aliado à localização estratégica do Porto de Suape, que está no centro das grandes rotas comerciais interligando Pernambuco ao mundo, bem como a posição privilegiada na centro do Norte e Nordeste para escoamento rodoviário, contribui para a eficiência logística de nossa região”, defendeu.

    O terminal da Pandenor está conectado ao Píer de Granéis Líquidos 1 (PGL 1) do Porto de Suape por meio de duas linhas de aço carbono (com mais uma em término de construção, previsão novembro/2018), com condição de carga e descarga numa vazão de 750 m3/h a 1.200 m³/h. O píer possui 330 metros de extensão e dois berços para navios de 200 metros de comprimento. Em ambos os berços podem atracar navios de até 45 mil toneladas por porte bruto (TPB). O terminal possui capacidade para carregar simultaneamente até 16 caminhões tanques com vazão constante de 1.600 m3/h e descarregar até três caminhões a uma vazão de 300 m³/h.         

     Fotos: Rafa Medeiros

    Assuntos: sdec, suape, porto de suape, pandenor, parque de tracagem
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