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  • CPRH promove Semana da Fauna, com exposição fotográfica, seminário e soltura de animais silvestres

    | Meio Ambiente

    Exposição

    Programação começa no domingo (17), com atividades recreativas na Arena de Pernambuco, e prossegue até o dia 25, sensibilizando para a importância da preservação das espécies 

    Com uma intensa programação que inclui atividades lúdicas e recreativas, palestras, seminário, exposição fotográfica, campanha de entrega voluntária e ações de soltura de animais silvestres, a Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) comemora, a partir deste domingo (17) e até o dia 25 do mês, a passagem do Dia Nacional da Fauna – 22 de Setembro. A 3ª Semana da Fauna será realizada juntamente com a Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) e em parceria com prefeituras, Plaza Shopping, Cipoma, Arena Pernambuco e Universidades Federal (UFPE) e Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).
     
    Duas novidades marcarão a programação, em relação aos anos anteriores: o seminário Avanços e Desafios da Gestão da Fauna em Pernambuco, com a participação de gestores públicos e biólogos professores da UFPE e UFRPE, e a exposição fotográfica Animais Silvestres: Eles Precisam de Nós, focada em animais com registro de entrada no Centro de Triagem de Animais Silvestres de Pernambuco (Cetas Tangara), da CPRH, muitos deles vítimas do tráfico e de maus-tratos. O seminário será na quarta (20), das 14h às 17h, na UFPE, com inscrições no local, no dia do evento. A exposição será aberta na segunda (18), às 10h, no Plaza Shopping, em Casa Forte.
      
    A Semana da Fauna começará antes, no domingo (17), com o início de uma campanha para entrega voluntária de animais silvestre. Será na Arena de Pernambuco, a partir das 14h, junto com uma atividade lúdica, voltada para crianças e adolescentes, importante para fomentar a conscientização e o espírito de que é preciso formar mais Defensores do Meio Ambiente: o jogo recreativo Para não ficar só na memória.
     
    Também constam na programação campanhas de estímulo à chamada “entrega voluntária” de animais silvestres, nos municípios de Agrestina, Caruaru e Gravatá, e duas ações de soltura de animais reabilitados no Cetas Tangara – a primeira em Agrestina, no dia 21, e a segunda em Aldeia, Camaragibe, no dia 23.
     
    3ª SEMANA DA FAUNA – CPRH  –  PROGRAMAÇÃO
     
    Domingo (17/09) -     
     
    - Jogo recreativo “Para não ficar só na memória”, atividades lúdicas com totens dos Defensores do Meio Ambiente e campanha de entrega voluntária de animais silvestres
    Hora – 14h às 17h
    Local – Arena de Pernambuco
    A campanha de entrega voluntária de animais silvestres na Arena Pernambuco seguirá até o dia 22
     
      Segunda (18/09) -     
     
    - Palestra “Defesa da Fauna Silvestre” – Eduardo Vasconcelos –         Gerente da Unidade de Gestão da Fauna da CPRH
    Hora – 9h
    Local – Escola Estadual Emídio Cavalcanti de Albuquerque – Cabo de Santo Agostinho
     
    - Exposição fotográfica “Animais Silvestres: Eles Precisam de Nós”
    Hora: 10h (abertura)
    Local: Plaza Shopping (Piso L3)
    A exposição ficará em cartaz do dia 18 ao dia 25, podendo ser visitada das 10h às 22h
    - Formação para professores de Ciências da Natureza da rede municipal de ensino do Recife
    Hora: das 9h às 17h
    Local: Escola de Formação de Educadores do Recife – EFER Paulo Freire – Rua Real da Torre, 299, Madalena
     
    Terça (19/09) –
     
    Palestra “Espécies Ameaçadas do Centro Pernambuco” -  Biólogo Glauco Pereira, do Observatório de Aves de Pernambuco (OAP)
    Hora: 14h30
    Local: Auditório da Semas – Av. Rosa e Silva, 1339, Aflitos
     
    Quarta (20/09) –
     
    Seminário “Avanços e Desafios da Gestão da Fauna em Pernambuco”
    Hora: 14h às 17h – Com inscrições gratuitas no local
    Local: UFPE – Núcleo Intensivo de Atividades de Ensino (NIAT), do Centro de Biociências
    Mediador: Walber Santana, Diretor de Recursos Florestais e Biodiversidade da CPRH
     
    Palestras:
     
     – Ação da Cipoma na Área da Gestão da Fauna – Tenente Coronel Wolney Pereira, comandante da Cipoma
     
    –  O Centro de Triagem de Animais Silvestres de Pernambuco (Cetas Tangara) – Biólogo Yuri Valença, Assessor Especial da Presidência da CPRH
     
    – Conservação de Aves da Caatinga em Pernambuco – Biólogo e professor Luciano Naka, da UFPE
     
    – Avanços e Desafios da Gestão da Fauna no Contexto da Conservação dos Primatas em Pernambuco – Bióloga e professora Maria Adélia Borstelmann de Oliveira, da UFRPE
     
    – A Ação do Ibama no Contexto dos Avanços e Desafios da Gestão da Fauna em Pernambuco – Analista ambiental Amaro Cezar Araújo Fernandes, chefe de fiscalização do Ibama
     
    – A Experiência do Parque Estadual Dois Irmãos (PEDI) na Conservação da Fauna Silvestre – Médica veterinária Lucianna Remé, do PEDI
     
    Quinta (21/09) –
     
    - Soltura de animais silvestres em Agrestina
    (local e horário não podem ser divulgados)
     
    - Campanha de Entrega Voluntária de Animais Silvestres em Agrestina
     
    Hora: 9h às 16h
    Local: Parque Ambiental de Agrestina
     
    Sexta (22/09) –
     
    - Campanha de Entrega Voluntária de Animais Silvestres em Gravatá e em Caruaru
    Hora: 9h às 16h
    Locais: - Parque da Cidade – Rua Doutor Joaquim Souto s/n – Bairro Nossa Senhora das Graças, em Gravatá.
     
    - Na Secretaria de Sustentabilidade e Desenvolvimento Rural de Caruaru – Rua Rafael Cavalcanti, s/n, Bloco C, Bairro Pinheirópolis
     
    Sábado (23/09) –
     
    Soltura de Animais Silvestres em Aldeia, Camaragibe
    (local e horário não podem ser divulgados)
    Assuntos: cprh, cetas tangara, semana da fauna,
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  • Consulta pública sobre a primeira unidade de conservação marinha do Estado de Pernambuco: A APA Recifes Serrambi

    | Meio Ambiente

    Semas apresenta proposta de criação de unidade de conservação marinha no litoral sul

    Uma consulta pública agendada para a próxima sexta-feira, 15 de setembro, às 9h, na Escola Municipal Santo Cristo, no centro de Ipojuca, reunirá órgãos públicos e da iniciativa privada, ONG´s, pesquisadores, empresários, pescadores e moradores do litoral sul para apresentar a proposta da mais nova unidade de conservação de Pernambuco: A Área de Proteção Ambiental (APA) Marinha Recifes Serrambi. A iniciativa é da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) e da Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) e visa a proteção dos ambientes marinhos e costeiros, a conservação da biodiversidade e da beleza cênica, a promoção do uso sustentável dos recursos naturais da região, além do ordenamento de atividades como o turismo, o lazer e a pesca artesanal.

    A área a ser protegida possui 84.036,79 mil hectares sob a influência dos municípios de Ipojuca, Sirinhaém, Tamandaré e Rio Formoso. Abriga espécies da fauna marinha como o peixe-boi (Trichechus manatus), considerada em perigo de extinção, segundo a Lista nº 444/14 do Ministério do Meio Ambiente, ambientes recifais, além de peixes de grande importância comercial. A sua proteção busca não só ordenamento dos diversos usos econômicos existentes, mas o fortalecimento da pesca artesanal e do turismo sustentável, através da participação social e da educação ambiental.

    A proposta técnica para a proteção da área marinha foi construída de forma colaborativa, sob a coordenação do grupo de trabalho (GT) formado por representantes da Semas e da Agência CPRH. As contribuições foram apresentadas durante reuniões e oficinas participativas com atores locais, como pescadores, pesquisadores, turistas, veranistas, empresários e as três esferas do poder público, nos municípios relacionados: Tamandaré, Rio Formoso, Sirinhaém, Ipojuca, além do Recife. Além disto, dados de pesquisas sobre a biodiversidade marinha, com destaque sobre os paleocanais (espécie de rios submersos próximos aos rios Una e Sirinhaém), responsáveis pela bioconectividade ecossistêmica (conexão que ocorre entre os ambientes marinhos e estuarinos), além de contribuições das equipes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio (Cepene e APA Costa dos Corais) foram acrescentados à proposta que ficará disponível para consulta nos sites e redes sociais da Secretaria de Meio Ambiente e da CPRH.

    Para o secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade Sérgio Xavier, a importância da criação da nova APA Recifes Serrambi reforça o compromisso do Governo do Estado com a proteção da biodiversidade marinha numa área com muitas atividades econômicas. “A existência de outras 11 UC´s federais, estaduais e municipais, como as APAs de Guadalupe e Costa dos Corais localizadas no seu entorno representa, ao mesmo tempo, um desafio e uma oportunidade para o início de uma gestão ambiental compartilhada na região, com apoio dos municípios e órgãos ambientais”, enfatizou.

    Após a sistematização das sugestões recebidas na consulta pública que acontece no dia 15/09, a proposta técnica de criação da APA marinha será submetida à aprovação do Conselho Estadual de Meio Ambiente (Consema/PE), em reunião ordinária marcada para o dia 29 de setembro, na sede da Secretaria Estadual de Meio Ambiente.

    SERVIÇO: Consulta pública sobre a APA Marinha Recifes Serrambi

    LOCAL: Escola Municipal Santo Cristo (Av. Paulo Emídio do Nascimento, s/nº - Centro - Ipojuca)

    DATA: 15 de setembro HORÁRIO: 9h

    Cidades: Ipojuca , Rio Formoso, Sirinhaém, Tamandaré
    Assuntos: semas, APA recifes serrambi, cprh
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  • CPRH promoverá audiência pública para discutir central de resíduos industriais em Escada

    | Meio Ambiente

    Reunião será na próxima quarta (13) e o empreendimento proposto – CTVA  – prevê um investimento inicial de R$ 13 milhões.

    Moradores e entidades representativas de Escada (ONGs, sindicatos, associações de bairros e empresariais, Câmara Municipal, Prefeitura etc), além de órgãos federais e estaduais, estão sendo convocados pela Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) para a audiência pública que discutirá, na próxima quarta-feira (13), a implantação de uma central de resíduos industriais naquele município da Mata Sul do Estado. O empreendimento Central de Tratamento e Valorização Ambiental (CTVA), proposto pelas empresas Via Ambiental e Essencis, tem investimento previsto de R$ 13 milhões (fase de implantação e início das operações) e R$ 31 milhões (investimento total ao longo de 20 anos).

    Marcada para começar às 9h, no SESI de Escada, a audiência pública terá a participação dos empreendedores e consultores do projeto, além de técnicos da CPRH que analisam a solicitação da licença ambiental para o empreendimento. Durante cinco dias, uma equipe de mobilizadores coordenada pelo órgão ambiental realizou visitas ao município para convocação das comunidades e dirigentes das entidades representativas. De acordo com o projeto, a CTVA está sendo proposta para oferecer tratamento e disposição final adequada de resíduos industriais perigosos e não perigosos gerados pelo setor industrial.

    Conforme determina a legislação, aspectos contidos no Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o respectivo Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) serão apresentados na audiência pública para discussão com os participantes. Os documentos (EIA/RIMA) estão disponíveis no site da Agência (www.cprh.pe.gov.br). Junto com outros quatro municípios – Cabo de Santo Agostinho, Ipojuca, Jaboatão dos Guararapes e Moreno –, Escada fica no chamado Território Estratégico de Suape, importante polo de negócios industriais e portuários do Nordeste. A área de implantação é de 37 hectares, próxima do atual aterro sanitário do município e onde, hoje, predomina a plantação de cana de açúcar.

    A Central será composta por diferentes atividades, tais como segregação, reciclagem e aterro em células. Como estrutura de apoio, são previstos uma unidade de Educação Ambiental, uma de apoio administrativo, uma área recreativa e um viveiro de mudas nativas.

    SERVIÇO

    • Audiência Pública da CPRH sobre o Projeto CTVA - Central de Tratamento e Valorização Ambiental
    • Quarta-feira (13/09/2017), com início às 9h 
    • No SESI de Escada – Av. Visconde de Utinga, s/n, Centro, Escada-PE
    Cidades: Escada
    Assuntos: cprh, rima, ctva, audiencia publica
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  • CPRH com novo procedimento para o licenciamento ambiental

    | Meio Ambiente

    A partir de 21 de setembro será necessário cadastrar a localização geográfica do empreendimento para solicitação de licença ambiental

    A Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) anuncia um novo procedimento para o licenciamento ambiental. O cadastramento já está disponível desde 21 de março de 2017, quando foi publicada a Instrução Normativa IN nº 002/2017. No entanto, a partir do dia 21 de setembro, passará a ser condicionante para a abertura de processos de licenciamento (AA, CP,LP, LI, LO, e renovações), presencial ou Web.

    O procedimento poderá ser realizado através do SIG-Caburé (www.sigcabure.cprh.pe.gov.br), necessitando apenas que o empreendedor cadastre o empreendimento e informe sua localização geográfica (ponto, linha ou polígono, a depender do porte e tipologia) e gere “on line” o RPA - Relatório Preliminar de Análise Ambiental.

    Feito isso, o RPA deverá ser impresso e entregue no protocolo junto com documentação para solicitação da licença (ou no caso do SiliaWeb, ser anexado digitalmente ao processo).

    As instruções para realização do cadastramento podem ser acessadas através do manual de instruções e vídeo tutorial, disponíveis no portal do Sistema (www.sigcabure.cprh.pe.gov.br), e também na IN nº 002/2017, na página da Agência (www.cprh.pe.gov.br)

    Só será necessário realizar o cadastramento uma única vez para cada empreendimento, a ser feito quando da solicitação de nova licença (ou renovação), salvo os casos em que haja alteração na área, quando será necessário um novo cadastro ajustado ao novo limite.

    A equipe de Geoprocessamento da CPRH está disponível para tirar dúvidas dos interessados, ajudando no processo de cadastramento.

    Assuntos: cprh, licenciamento ambiental
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  • Semas realiza o 1º Seminário do Cadastro Ambiental Rural de Pernambuco

    | Meio Ambiente

    O mapeamento digital em Pernambuco já está com 78,95% de área cadastrada o que representa 205 mil imóveis com o registro

    Com o objetivo de reunir representantes das prefeituras, organizações governamentais e não-governamentais, sindicatos rurais, agentes financeiros e a sociedade no geral para mostrar que a realização do Cadastro Ambiental Rural (CAR) é importante também para trazer investimentos e garantir o desenvolvimento econômico para os municípios. A Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) realiza no dia 4 de outubro o 1º Seminário Estadual do CAR. “O CAR influencia não apenas o proprietário rural mas também a vida da cidade, a ausência do Cadastro Ambiental Rural impedirá o proprietário de fazer transações bancárias e receber políticas públicas, sem esses recursos a geração de emprego e renda serão prejudicadas causando problemas para o desenvolvimento da cidade, o Seminário terá um papel fundamental para esclarecimentos desses fatos”, explica o coordenador do CAR em Pernambuco, Josemario Lucena. As inscrições podem ser realizadas através do e-mail: seminariocar@semas.pe.gov.br

    Entre as propostas que serão debatidas no encontro estão a construção de estratégias que visem aumentar o número de cadastros nos municípios, formas de intensificar ações operacionais do cadastro junto aos municípios, um acompanhamento das ações nos municípios. Na programação do Seminário haverá uma apresentação do relatório estadual do CAR; políticas públicas de créditos rurais; experiências em agroecologia, além da apresentação sobre a atuação da Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) sobre as exigências do Programa de Regularização Ambiental (PRA), que vai ajudar Pernambuco a recuperar áreas degradas e promover o equilíbrio da biodiversidade nos Biomas Mata Atlântica e Caatinga. O PRA é um conjunto de ações ou iniciativas a serem desenvolvidas pelos proprietários e posseiros rurais com o objetivo de adequar e promover a regularização ambiental, conforme estabelece a Lei Federal 12.651/2012, que define a proteção da vegetação nativa, regulamentada pelo Decreto Federal 7.830/2012, que dispõe sobre o Sistema de Cadastro Ambiental Rural (CAR). 

    Sabendo da importância do CAR para a restauração florestal e desenvolvimento a equipe da Gerência do Programa Mata Atlântica e Biodiversidade da Semas vem realizando desde 2014 encontros com representantes municipais, de sindicatos rurais e de conselhos municipais para capacitá-los na realização do cadastro. O prazo determinado pelo Ministério do Meio Ambiente para a finalização dos cadastros termina em dezembro de 2017. A realização do CAR é pré-requisito para os donos dos imóveis conseguirem alguns benefícios, entre eles: obtenção de crédito agrícola com taxas de juros menores, dedução das áreas de preservação permanente de reserva legal e de uso restrito na base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR), isenção de impostos para os principais insumos e equipamentos e suspensão de sanções em função de infrações administrativas por supressão irregular de vegetação, entre outros.

    CAR no Estado - Pernambuco encontra-se com 205 mil imóveis cadastrados, 78,95% de todos os imóveis rurais do Estado, representando o mapeamento digital de mais de 4 milhões de hectares. Os números são divulgados pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB) e se referem ao mês de julho. Com a ampliação do prazo para dezembro de 2017, os proprietários de imóveis com até quatro módulos fiscais, unidade de medida que varia de acordo com o tipo de exploração do município, em Pernambuco varia de 7 a 70 hectares. Os proprietários de imóveis rural ainda tem mais alguns meses para realizarem o Cadastro Ambiental Rural (CAR).

    Serviço: 1º Seminário Estadual do Cadastro Ambiental Rural (CAR)

    Data: 4 de outubro de 2017

    Local: Auditório da Associação Municipalista de Pernambuco (AMUPE)

    Horário: 08:00h às 12:30h

    Inscrições: seminariocar@semas.pe.gov.br

    Assuntos: semas, seminario, cadastro ambiental rural, cprh
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  • CPRH repatria para São Paulo 18 aves vítimas do tráfico

    | Meio Ambiente

    aves

    São aves típicas do Sudeste que foram resgatadas em ações de fiscalização ocorridas em Pernambuco. Elas seguem por avião, na madrugada desta quarta-feira

    Dezoito aves com ocorrência no Sudeste do país seguirão do Recife para São Paulo, na madrugada desta quarta-feira (30), em voo da Latam, após terem passado por um período de reabilitação no Centro de Triagem de Animais Silvestres de Pernambuco (Cetas Tangara), da Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH). Todas foram resgatadas em ações de fiscalização contra o tráfico realizadas no Estado, por órgãos como a Cipoma, Ibama e a própria CPRH.

    Formam o grupo oito coleirinhos (também conhecidos por papa-capim-de-coleira), três pintassilgos-goianinho, dois pixoxós, duas arapongas, um caboclinho-de-barriga-vermelha, um japu-preto e uma iraúna-grande.  O embarque será às 02h59 e as aves seguirão em caixote apropíado com 20 cm de comprimento, 30 cm de altura e 80 cm de largura, dividido em 18 compartimentos.

    Após a passagem pelo Cetas, as aves que seguem neste repatriamento serão acompanhadas pelo Centro de Triagem da Divisão de Fauna (Depave), da Prefeitura de São Paulo, para posterior devolução à natureza em áreas de soltura do Estado.

    Este será o segundo repatriamento que a CPRH realiza para São Paulo, o primeiro depois da inauguração do Cetas Tangara, em dezembro de 2016. Em julho e agosto deste ano, o Centro de Triagem de Pernambuco encaminhou araras e tucanos (aves de ocorrência no Amazonas e em áreas do Cerrado) para o centro de triagem do Amapá, do Ibama. Ao mesmo tempo, nessa parceria ambiental, recebeu aves resgatadas em São Paulo e no Ceará.

    Assuntos: semas, cprh, aves
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  • Semas participa da 25ª Agrinordeste

    | Meio Ambiente

    Reserva Particular do Patrimônio Natural no Estado de Pernambuco será o tema do painel que o gerente de desenvolvimento sustentável da Semas Paulo Teixeira participa nesta sexta-feira (25/08), às 14h, durante a programação da 25ª Agrinordeste, evento que reúne produtores rurais, artesãos, pesquisadores, estudantes, além de instituições públicas, privadas e ONG´s com o objetivo de incentivar o agronegócio regional e promover a troca de experiências na área de agricultura, pecuária, fruticultura e artesanato.

    Em 1997, o Governo de Pernambuco, por meio do Decreto Estadual nº 19.815, definiu os critérios para a criação e o reconhecimento de RPPNs no âmbito estadual, como forma de estimular a participação da iniciativa privada na conservação dos recursos naturais. A reservas particulares estão na categoria de unidades de conservação (UCs) de uso sustentável, onde é permitida a exploração da fauna e da flora, desde que haja a garantia da manutenção dos atributos ecológicos da região, de acordo com o Sistema Estadual de Unidades de Conservação - SEUC (Lei nº 13.787/09).

    Pernambuco possui quatro RPPNs no bioma Caatinga e 10 na Mata Atlântica. São 1.637,16 hectares sob a proteção de particulares (Vê tabela). O reconhecimento, de caráter perpétuo, é da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade, através da análise e titulação da Agência CPRH. A solicitação é de iniciativa do proprietário,  que busca a proteção para áreas com importante relevância para a conservação da biodiversidade, além de garantia de  manutenção para as paisagens naturais de grande beleza cênica encontradas em Pernambuco.

    As vantagens para os proprietários que abrigam as RPPNs são a isenção do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) para a área reconhecida, ter assegurado o apoio do poder público na proteção da área, além da preferência na análise de pedido de concessão de crédito agrícola pelas intuições oficiais de crédito. Além disto, os detentores de RPPN´s podem obter retorno financeiro por prestarem serviços ambientais, com a execução da Política Estadual de Pagamento por Serviços Ambientais.  

    Entre as RPPNs que receberam a titulação, estão a Fazenda Bituri, que abriga importante fragmento de 110 hectares de Mata Atlântica, com vegetação característica de brejo de altitude, localizada em Brejo da Madre de Deus, Agreste pernambucano. Outra importante área particular protegida é a RPPN Pedra do Cachorro, em São Caitano, que abriga 18 hectares representativos da biodiversidade da Caatinga. O local é bastante visitado por pesquisadores e amantes da natureza.  

    De acordo com o gerente da Semas Paulo Teixeira, “a ampliação de novas reservas particulares em Pernambuco é de extrema importância e integra a estratégia da Secretaria de buscar o apoio da iniciativa privada na conservação dos recursos naturais, com a geração de uma economia verde e sustentável, beneficiando proprietários e população do entorno, com atividades de ecoturismo e visitação nestas áreas”, ressaltou o gerente.

    O evento que se encerra nesta sexta-feira (25) oferece também feira de produtos agropecuários e espaço gastronômico, além de uma programação cultural. A iniciativa tem o apoio da Federação da Agricultura do Estado de Pernambuco (FAEPE), Secretaria de Agricultura do Estado, Banco do Nordeste, Sebrae e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/PE).

    Reservas Particulares de Patrimônio Natural (RPPNs) Estaduais

     

     

    Categoria/Nome

    Municípios

    Ecossistema

    Área (ha)

    1

    RPPN Bicho Homem

    Catende

    Mata Atlântica

    90,00

    2

    RPPN Engenho Contestado

    Maraial

    Mata Atlântica

    87,00

    3

    RPPN Engenho Santa Rita

    Água Preta

    Mata Atlântica

    122,75

    4

    RPPN Fazenda Tabatinga

    Goiana

    Mata Atlântica e Mangue

    19,23

    5

    RPPN Jussaral

    Catende

    Mata Atlântica

    331,00

    6

    RPPN Laje Bonita

    Quipapá

    Mata Atlântica

    12,12

    7

    RPPN Pedra do Cachorro

    São Caetano

    Caatinga

    18,00

    8

    RPPN Bituri

    Brejo da Madre de Deus

    Mata Atlântica (Brejo de Altitude)

    110,21

    9

    RPPN Karawa-tá

    Gravatá

    Caatinga

    100,58

    10

    RPPN Pedra D'Antas

    Lagoa dos Gatos

    Mata Atlântica

    325,34

    11

    RPPN Eco Fazenda Morim

    São José da Coroa Grande

    Mata Atlântica

    209,00

    12

    RPPN do Benedito

    Gravatá

    Mata Atlântica

    18,60

    13

    RPPN Santo Antônio

    Gravatá

    Caatinga

    119,75

    14

    RPPN Serro Azul

    Agrestina

    Mata Atlântica e Caatinga

    73,58

     

    TOTAL

     

     

    1.637,16

     

     

    Assuntos: semas, agrinordeste, faepe
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  • Plano de Arborização para Sairé concentra plantio para adensamento da mata ciliar do Rio Sirinhaém

    | Educação, Meio Ambiente

    Compesa apoia desenvolvimento da gestão ambiental do município e capacitou 100 alunos da rede pública de ensino como viveiristas

    A Companhia Pernambucana de Saneamento – Compesa contribuiu para o desenvolvimento da gestão municipal de áreas verdes de mais uma cidade do Estado. Sairé, localizada na região Agreste, recebeu o Plano de Arborização elaborado pela Compesa em parceria com a prefeitura do município. O plano prevê o plantio de cerca de 1,7 mil mudas de espécies arbóreas nativas concentrado, principalmente, às margens do Rio Sirinhaém - Área de Preservação Permanente (APP) - com a proposta de ajudar no adensamento da mata ciliar do manancial. A iniciativa da companhia ainda envolveu o trabalho de capacitação de 100 estudantes da rede pública de ensino para atuarem como viveiristas florestais.

    O Plano de Arborização é entregue aos municípios que recebem o Projeto Florestar Vai à Escola, uma linha de ação do Programa Florestar, um dos programas ambientais mais importantes da companhia. O diretor de Articulação e Meio Ambiente da Compesa, Aldo Santos, entregou o plano ao município, na última sexta-feira (18), durante o plantio simbólico de 100 mudas de espécies florestais nativas no Loteamento Luciano Andrade, local bem próximo à entrada da cidade. Caberá à Prefeitura de Sairé revisar anualmente o Plano de Arborização, que deve ser direcionado pelo Plano Diretor Municipal, além de gerenciar e prever o tempo de execução, contando com o apoio técnico da Compesa. Fora a APP do Rio Sirinhaém, algumas praças e ruas da cidade também receberão o plantio de mudas.

    A capacitação dos alunos foi realizada durante quatro dias, na semana passada, no auditório do EREM João Pessoa Souto Maior. Os estudantes ainda conheceram o Viveiro Florestal Educador mantido pela Compesa, em Bonito, onde participaram de uma vivência prática para consolidar o conhecimento construído. "A cada edição do Florestar Vai à Escola percebemos a importância dessa parceria entre a Compesa e os municípios para promovermos a educação socioambiental e ampliarmos a arborização do nosso estado, contribuindo com a preservação do meio ambiente e dos nossos mananciais", informou Aldo Santos.

    Programa Florestar Compesa - O Programa Florestar realizou, em 2016, duas edições do Florestar Vai à Escola, nos municípios de Arcoverde e Venturosa, na região do Sertão. Em 2017, o projeto chegou ao Agreste, nas cidades de Riacho das Almas e Sairé. Ao todo, já foram capacitados 400 alunos da rede pública de ensino, sendo 100 alunos por cidade, que estão aptos a atuar como viveiristas florestais, contribuindo com a implantação dos planos de arborização de suas cidades. Além do Florestar Vai à Escola, o Programa possui ainda os Projetos: Viveiros Educadores, Semeando Cidadania e Florestar Oficinas. A Compesa define os municípios que receberão as ações do Programa Florestar de acordo com alguns critérios como o percentual de arborização de vias públicas, a existência de obra de saneamento básico, a realização de trabalho técnico social no município contemplado, a existência de empreendimentos florestais, e o bioma local.

     

    Cidades: Sairé
    Assuntos: compesa, plano de arborização, seplag, programa florestar
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  • CPRH destaca ganho ambiental com a desativação do lixão de Aguazinha

    | Meio Ambiente
    Histórico de problemas ambientais provocou decisão do órgão de determinar o fechamento
     
    O presidente da Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), Eduardo Elvino, destacou, nesta terça (8), a decisão da Prefeitura Municipal de Olinda de – cumprindo determinação do órgão ambiental estadual – desativar o lixão de Aguazinha, conforme anúncio feito pela manhã. Elvino lembrou o histórico de problemas levantados pela CPRH no local, nos últimos anos, ressaltando que o ganho ambiental da decisão é enorme, possibilitando uma melhoria substancial no trato dos resíduos sólidos urbanos no município, podendo inclusive ser exemplo para outras cidades. Só de multa, de 2015 para cá, a Agência emitiu autos de infração que, atualizados, passam de R$ 800 mil à gestão municipal.

    A desativação, de acordo com Elvino, só foi possível graças ao empenho da gestão municipal de Olinda, que encarou o problema e atendeu a uma determinação da CPRH. Ressaltou ainda que, além dos ganhos ambientais,  a desativação está diretamente ligada, também, aos ganhos sociais. “Não podemos esquecer dos episódios vistos na década de 90, quando pessoas se alimentavam de restos de comida que eram retirados do lixo”, completou.

    Sobre  o avanço ambiental, o presidente da CPRH destacou que o fato de não haver mais disposição dos resíduos diretamente no solo evitará a contaminação do mesmo e também das águas subterrâneas e superficiais. “Além disso, com o processo de remediação do lixão, vetores como insetos e pequenos roedores deixarão de transmitir doenças provenientes de bactérias e vírus que existem nos resíduos, deixando a população  do entorno com uma maior qualidade de vida”.
    Cidades: Olinda
    Assuntos: cprh, prefeitura de olinda, lixao de aguazinha
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  • Projeto Estação Animal é lançado em Fernando de Noronha

    | Meio Ambiente

    ESTAÇÃO ANIMAL

    Em um projeto pioneiro no país, Fernando de Noronha recebeu na tarde da última quarta-feira (2), o lançamento do projeto Estação Animal Pernambuco, que visa inserir na ilha uma política pública através de ações direcionadas à proteção animal. A iniciativa é fruto de uma parceria entre a Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer de Pernambuco e a Administração da ilha, que vai atuar por meio da Vigilância Sanitária local. Em um evento bastante prestigiado, o Estação Animal Noronha foi lançado no auditório da Escola Arquipélago e além de contar com a presença de autoridades e moradores, teve a participação ilustre de três animais embaixadores do projeto, o cão Pablo, a gatinha Sardinha e a ovelha Fiona.

    Este é o primeiro município do país a receber um programa de formação onde todas as crianças e adolescentes serão agentes multiplicadores da causa animal. Valorizando os animais entendemos que também estamos cuidando das famílias, já que muitos deles são parte integrante das mesmas. E esse não é só um papel do poder público, mas de toda a população”, afirmou o secretário de Turismo, Esportes e Lazer do Estado, Felipe Carreras, e ressaltou: “saio daqui com o compromisso de angariar os R$ 300 mil necessários para a construção de um gatil onde poderemos cuidar dos gatos selvagens que habitam na ilha. Pernambuco terá seu primeiro gatil e ele será aqui”.

    Fernando de Noronha possui 475 cachorros e 675 gatos. “Nossa preocupação com o bem estar de quem vive aqui e dos turistas vai além. Todos os animais domésticos são microchipados e não há nenhum em situação de abandono. Estamos dispostos a solucionar este impasse dos gatos selvagens, que são os bichanos que se reproduziram e vivem no meio da mata”, pontuou o Administrador da ilha, Luis Eduardo Antunes.

    A ativista da causa animal e coordenadora do Estação Animal Pernambuco, Goretti Queiroz, aponta que Noronha é apenas o plano piloto desta iniciativa que ambiciona ser implementada em outros destinos turísticos. “Promoveremos ações de assistência direta aos animais, domiciliados ou não, onde serão realizadas campanhas de castração e adoção, prioritariamente”, avaliou.

    Além dos a animais Fiona, Sardinha e Pablo, o projeto conta com 23 embaixadores humanos, sendo 13 crianças e 12 adultos que, na ocasião, foram contemplados com um certificado do Estação Animal. “Eles receberão um treinamento e passam a ter, a partir de hoje, a missão de multiplicar todo o conteúdo do projeto e de fiscalizar as atividades”, explicou a gestora do projeto Estação Animal, Marcela Tenório.

    Também participaram do evento, a diretora de Planejamento e Gestão da ilha, Mariana Suassuna, a superintendente de Saúde, Rebeca Dias, e o jornalista Francisco José.

    Cidades: Fernando de Noronha
    Assuntos: setrel, estacao animal pernambuco, projeto pioneiro
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