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  • Semas participa do mutirão do Cadastro Ambiental Rural em Panelas

    | Meio Ambiente

    CARCom o objetivo de agilizar os cadastros ambientais do município de Panelas, no Agreste do Estado, a Prefeitura, através da Diretoria de Meio Ambiente, com o apoio do Governo do Estado, através da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) vai realizar a partir da próxima segunda-feira (13/11) um mutirão do CAR. No Sistema do Cadastro Ambiental Rural (SICAR), do Ministério do Meio Ambiente, Panelas possui 1.265 imóveis cadastrados.  

    A realização do Cadastro Ambiental Rural (CAR) é importante também para trazer investimentos e garantir o desenvolvimento econômico para os municípios. “O CAR influencia não apenas o proprietário rural mas também a vida da cidade, sem o Cadastro Ambiental Rural o proprietário será impedido de fazer empréstimos bancários e receber políticas públicas, com a falta desses recursos a geração de emprego e renda serão prejudicadas causando problemas para o desenvolvimento da cidade, explica o coordenador do CAR em Pernambuco, Josemario Lucena.

    A proposta de realizar um mutirão na cidade surgiu durante a realização do 1º Seminário do Cadastro Ambiental Rural de Pernambuco, realizado no auditório da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), no dia 4 de outubro. Entre as propostas que foram debatidas no encontro estava a construção de estratégias que visem aumentar o número de cadastros nos municípios, formas de intensificar ações operacionais do cadastro junto aos municípios, um acompanhamento das ações nos municípios.

    Sabendo da importância do CAR para a restauração florestal e melhoria ao Meio Ambiente a equipe da Gerência de Integração da Semas vem realizando desde 2014 encontros com representantes municipais, de sindicatos rurais e de conselhos municipais para capacitá-los na realização do cadastro. O prazo determinado pelo Ministério do Meio Ambiente para a finalização dos cadastros termina em dezembro de 2017. A realização do CAR é pré-requisito para os donos dos imóveis conseguirem alguns benefícios, entre eles: obtenção de crédito agrícola com taxas de juros menores, dedução das áreas de preservação permanente de reserva legal e de uso restrito, redução na base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR), isenção de impostos para os principais insumos e equipamentos e suspensão de sanções em função de infrações administrativas por supressão irregular de vegetação, entre outros.

    CAR no Estado - Pernambuco encontra-se com 211 mil imóveis cadastrados, o equivalente a 81,27% de todos os imóveis rurais do Estado, representando o mapeamento digital de mais de 4 milhões de hectares. Os números são divulgados pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB) e se referem ao mês de setembro. Com a ampliação do prazo para dezembro de 2017, os proprietários de imóveis com até quatro módulos fiscais, (unidade de medida que varia de acordo com o tipo de exploração predominante no município, em Pernambuco varia de 7 a 70 hectares). Os proprietários de imóveis rural ainda tem mais dois meses para realizarem o Cadastro Ambiental Rural (CAR) e garantir os benefícios da Lei.

     

    Cidades: Panelas
    Assuntos: semas, cadastro ambiental, car, mutirão, Panelas
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  • APA de Guadalupe terá curso para formação de agentes em Educação Ambiental

    | Meio Ambiente

    Lançamento do projeto será na próxima terça (14), em Tamandaré, quando será iniciado o processo de inscrição

    Unidades de Conservação (UCs) de Pernambuco estão sendo beneficiadas com a realização de um Curso de Formação de Agentes em Educação Ambiental, com recursos provenientes da compensação ambiental. Na Área de Proteção Ambiental  (APA) de Guadalupe, no Litoral Sul do Estado, o curso oferecerá 50 vagas, em duas turmas de 25. O lançamento do projeto será na próxima terça (14), às 9h, na sede de APA, no município de Tamandaré, quando será aberto o período de inscrição e anunciados as datas, horários e locais do curso.

    A formação será realizada pelo Governo de Pernambuco – por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) e da Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) – e pelo Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (Cepan), entidade selecionada por edital público da CPRH (nº 02/2016). Dentro do planejamento, uma oficina de mobilização social foi realizada esta semana, em Tamandaré, pelo Cepan.

    Além de representantes do Conselho Gestor da APA, participaram da oficina moradores de Sirinhaém, Rio Formoso, Barreiros e Tamandaré – municípios que têm áreas compreendidas na APA –, entre eles professores e representantes de associações e organizações não-governamentais. A formação reforça a promoção da EA no contexto das Unidades de Conservação, com a proposta de desenvolvimento de uma agenda prática, e terá duas etapas: a Fase de Capacitação (teoria) e a Fase de Intervenção (prática).

    Na primeira, os participantes terão acesso a conteúdos técnicos sobre Conservação da Biodiversidade e Serviços Ambientais, Geotecnologias Aplicadas a Conservação, Gestão e Legislação Ambiental, e a conteúdos sobre fundamentos de Educação Ambiental. Desta forma , poderão conhecer a UC, reconhecer sua importância, saber os serviços ambientais que ela presta, localizar seu zoneamento e as permissões de uso de cada zona, bem como entender a UC como uma estratégia de conservação à luz da legislação ambiental, e os instrumentos legais existentes para promover a utilização sustentável dessas áreas.

    Já na Fase de Intervenção, os participantes executarão ações planejadas por eles próprios na etapa de capacitação. Para a construção desse Plano de Ação serão levantados diversos conflitos a serem sanados na UC, visando a organização das ações educativas voltadas para a mitigação destes problemas. O projeto ainda prevê uma atualização no Regimento Interno do Conselho Gestor da APA, gerando um maior envolvimento do conselho com a temática através da criação de uma Câmara Técnica de Educação Ambiental e da realização de uma capacitação em captação de recursos para UCs.

    Cidades: Tamandaré
    Assuntos: semas, cprh, unidades de conservaçao, apa
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  • Comerciante salva iguana de cativeiro e entrega animal à CPRH

    | Meio Ambiente

    iguana

    Réptil, aparentemente prestes a colocar ovos, foi encaminhado ao Cetas Tangara, onde será tratado e, em breve, devolvido à natureza

    A iniciativa do comerciante Paulo Pedro da Silva, 48 anos, morador do bairro da Guabiraba,  Zona Norte do Recife, foi  fundamental para que uma iguana tenha a garantia de recuperar em breve a liberdade. Durante caminhada pelo bairro, na manhã desta terça (7), ele cruzou com um adolescente carregando o réptil preso pelo pescoço por fios de nylon. Perguntou para onde o rapaz ia levá-lo e a resposta indignou o comerciante.  “Ele me disse que pretendia vender a iguana por R$ 15 para alguém que quisesse criá-la. Ofereci R$ 10 para salvá-la do cativeiro. Ele terminou aceitando e eu vim deixar o animal”, resumiu Paulo Pedro, ao fazer a entrega voluntária à Agência Estadual do Meio Ambiente (CPRH), em Casa Forte, no final da manhã.
     
    O encontro inusitado ocorreu nas proximidades do Centro de Treinamento (CT) Wilson Campos, do Clube Náutico Capibaribe. O comerciante disse que não consegue entender a razão de ainda haver pessoas que criam animais silvestres em cativeiro, quando eles devem  viver livres. E que, no caso da iguana, o que mais o incomodou foi o fato de ela estar, aparentemente, perto de colocar ovos, período em que o animal fica muito fácil de ser capturado . Daí não hesitou em fazer a sugestão ao adolescente, de forma a garantir que o animal retome em breve a vida em liberdade.
     
    “Me senti como um beija-flor apagando um incêndio na floresta, mas certo de que fiz a minha parte. Os animais têm que viver livres. Você já imaginou: o passarinho, ao invés de buscar seu alimento nas matas, ficar esperando, em cativeiro, que alguém decida  a hora e o que ele deve comer?”, indagou, antes de lembrar cenas que, admitiu, o emocionaram bastante na televisão:  a de  pessoas tentando salvar baleias que encalharam no litoral Sul do Rio, há alguns meses. “Muito triste”, disse.
     
    A iguana foi encaminhada, nesta  tarde, para o Centro de Triagem de Animais Silvestres de Pernambuco (Cetas Tangara), da CPRH – que fica também no bairro da Guabiraba  – , onde passará por um período de reabilitação, antes de ser devolvida à natureza. Com ela, foram outros três animais, também entregues na manhã desta terça à CPRH: outra iguana, macho,  que um motorista encontrou no quintal de sua casa, nos Coelhos;  um cágado de água doce, com o casco quebrado, que uma moradora de Dois Irmãos encontrou; e uma ave bacurau (Nyctidromus albicollis), com a asa direita fraturada, trazida por gestores da Reserva de Vida Silvestre (RVS) Matas do Sistema Gurjaú.
    Assuntos: SEMAS, agencia estadual meio ambiente, preservação, resgate animal, NCSEA
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  • Semas conclui ações do Projeto de Combate à Desertificação no Estado

    | Meio Ambiente

    O Governo de Pernambuco através da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) está mudando a realidade de cerca de 400 familias de 12 municípios, escolhidos pela proximidade das zonas de amortecimento de Unidades de Conservação do bioma Caatinga em implantação, através do Projeto de Implantação de Módulos de Manejo Sustentável da Agrobiodiversidade para o Combate à Desertificação no Semiárido Pernambucano, desenvolvido em parceria com o Fundo Nacional de Mudanças Climáticas/Ministério do Meio Ambiente.

    O projeto começou a ser desenvolvido em 2011 e prevê ações distribuídas em cinco eixos: segurança hídrica, com a construção de poços e sistemas simplificados de abastecimento; segurança alimentar, com a criação de 12 unidades produtivas, distribuídas de acordo com a aptidão das comunidades; segurança energética, com a construção de 338 fogões ecológicos;saneamento básico, com a construção de  298 banheiros com fossa e capacitações foram realizadas 36 capacitações para agricultores e professores e gestores públicos dos municípios.

    Esse projeto foi premiado em 2014 com o Prêmio Dryland Champions, concedido pela United Nations Convention to Combat Desertification (UNCCD)/ONU), por meio do Ministério do Meio Ambiente, por fazer parte essencial do combate à degradação do solo e à desertificação para o convívio com o semiárido. Pernambuco possui cerca de 80% do seu território no clima semiárido, dos 184 municípios, 122 estão em áreas que vem sofrendo degradação ambiental progressivamente. Foram beneficiadas 30 famílias em 12 comunidades atendidas, entre elas:  Sítio Dois Irmãos, em Afrânio; Comunidade Jatobá, em Cabrobó; Sítio do Rosário, em Exu;  Sítio São Gonçalo, em Floresta; Almirante/Vista Alegre, em Parnamirim; Sítio Estreito, em Santa Maria da Boa Vista; Sítio Onça, em  São Caetano; Serra do Catolé, em São José do Belmonte; Lajinha, em Serra Talhada;  Serrote do Teles, em Serrita; Sítio Carro Quebrado, em Triunfo e Serra da Matinha, em Carnaíba.

    gerente do Programa do Semiárido, Caatinga e Combate à Desertificação da Semas, Sérgio Mendonça, revela a importância da mudança na vida dessas pessoas com a conclusão de etapas do projeto. “O projeto tem como objetivo integrar ações que envolvem água, geração de renda, segurança energética, saneamento e formação, por meio das capacitações nas comunidades tornando-as sustentáveis e visando impactar o mínimo possível a caatinga, como também estabelecendo uma relação de parceria e respeito com as unidades de conservação”, revela Sérgio Mendonça.

    Na comunidade de Lajinha, em Serra Talhada, por exemplo, foi montado dois sistemas simplificados de abastecimento de água, que enche duas caixas d`água com capacidade de 10 e 5  mil litros e atende a comunidade de acordo com a necessidade dos moradores. Em São Caetano, 30 famílias, da Comunidade Sítio Onça, já estão  cozinhando nos fogões ecológicos, que utiliza uma câmara de combustão que distribui e aproveita melhor o calor, necessitando de pouca lenha para atender o processo de cozimento dos alimentos. 

    Na questão de segurança alimentar foram estabelecidas a implantação de Arranjos Produtivos Locais, que foram escolhidos de acordo com a aptidão das 12 comunidades atendidas. Em Carnaíba, Parnamirim e Serrita foram desenvolvidas ações de beneficiamento do mel e derivados, com a construção da casa do mel e a aquisição dos equipamentos. A iniciativa vai agregar valor ao produto que será comercializado pela comunidade.

    Em Floresta, Santa Maria da Boa Vista e São Caetano, cada uam das 30 famílias da comunidade beneficiada recebeu 2 fêmeas de duas raças devidamente pesquisadas para a região. Também foram entregues um reprodutor de cada raça em cada comunidade atendida, que será de responsabilidade do presidente da associação da comunidade. Ao todo foram 186 animais, sendo 180 fêmeas (120 ovinos e 60 caprinos) e 6 machos (4 ovinos e 2 caprinos), das raças Boer, Anglo-Nubiano, Dorper e Santa Inês. As comunidades dos municípios de Afrânio, Exu e Serra Talhada escolheram a Produção Agroecológica Integrada e Sustentável (PAIS). PAIS são sistemas dentro da propriedade com galinheiro no centro e cultura circular com hortas irrigadas ao redor.

    “Quando criamos Unidades de Conservação é importante o envolvimento da população local e esse projeto insere as pessoas no cuidado e proteção dessas áreas, proporcionando um novo olhar e uma nova perspectiva de renda sem agressão aos recursos naturais, de forma totalmente inclusiva e isso é sustentabilidade”, diz o Gerente Geral de Desenvolvimento Sustentável da Semas, Paulo Teixeira.

    Assuntos: semas, projeto de combate a desertificaçao, governo de pernambuco
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  • Curso formará 50 agentes em Educação Ambiental para a Mata da Pimenteira

    | Meio Ambiente
     serra talhada

    Formação será conduzida pela CPRH e Cepan e as inscrições podem ser feitas até a próxima sexta (10)
     
    A Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), em parceria com o Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (Cepan), promoverá, de 20 a 24 deste mês, um curso de Formação de Agentes em Educação Ambiental  para o Parque Estadual Mata da Pimenteira, no município de Serra Talhada, Sertão do Pajeú. A iniciativa ocorre dentro do projeto de promoção de ações de EA nas Unidades de Conservação (UCs) do Estado, com oferta de 50 vagas. As inscrições podem ser feitas até a próxima sexta (10), por meio do link https://goo.gl/forms/und5LSFU7c1z7pkr2.
     
    O curso terá carga horária de 40 horas e será dividido em duas turmas, cada uma com 25 integrantes, com aulas na AESET/FAFOPST, das 8h às 17h. É mais um investimento feito com  recursos provenientes da compensação ambiental, previstos nas leis do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUNC  – Lei Federal 9.985/2000) e do Sistema Estadual de Unidades de Conservação (SEUC – Lei Estadual 13.787/2009). São garantidas 10 vagas para estudantes e professores do nível médio, técnico ou superior.
     
    Instituições representadas no Conselho Gestor da UC também têm prioridade na seleção, além de moradores de Serra Talhada e pessoas que já desenvolvam atividades voltadas à temática ambiental na área do parque ou entorno direito. Com 887,24 hectares, o Parque Estadual Mata da Pimenteira é a primeira Unidade de Conservação de Pernambuco no bioma caatinga e está inserida na categoria de Proteção Integral. 
     
    Estão entre seus objetivos, entre outros:  contribuir para a preservação e a restauração da diversidade ecológica da caatinga; incentivar a ampliação de ações que promovam a recuperação de áreas degradadas; proteger as espécies endêmicas e as espécies raras ameaçadas de extinção ocorrentes na área e nos remanescentes florestais da região, e proporcionar meios e incentivos para atividades de pesquisa científica, estudos e monitoramento ambiental.
    Cidades: Serra Talhada
    Assuntos: semas, qualificação, unidades de conservação, meio ambiente
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  • Decreto regulamenta o funcionamento e o comércio da Zona Portuária de Fernando de Noronha

    | Meio Ambiente

    decreto

    O descumprimento das regras acarretará em multas para os infratores

    Foi publicado nesta quarta-feira (1), no Diário Oficial de Pernambuco, o decreto que regulamenta o funcionamento e o comércio na Zona Portuária do Distrito Estadual de Fernando de Noronha, estabelecido pelo Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental.

    A partir de agora, as embarcações que utilizam o Porto de Santo Antônio deverão ancorar fora da área de circulação. Além dos ancorados, só vão ser permitidos apenas dois barcos dentro da área do porto, por um período de 20 minutos. Os barcos deverão permanecer no estaleiro ou no espaço delimitado pela Administração, na baía de Santo Antônio, só nos casos de manutenção, que não pode exceder o período de noventa dias.

    Já as embarcações estacionadas na praia devem ser retiradas pelos proprietários no prazo de trinta dias, a partir da data de publicação do decreto, que já está em vigor. Os praticantes de esportes aquáticos, como caiaque, canoa havaiana, stand up paddle, entre outros, não podem ficar na área de manobra e trânsito das embarcações, que será delimitada por boias. É proibido ainda, de acordo com o decreto, a pesca no local de manobra e tocar nos naufrágios

    Também não serão permitidos o comércio na praia do Porto, com exceção dos trabalhadores informais devidamente cadastrados e regulamentados junto à Administração Distrital, respeitando o horário de funcionamento que vai das 7h às 18h. Os comerciantes, inclusive, deverão manter o local sempre limpo, acondicionando os resíduos sólidos e líquidos em coletores próprios. O Decreto Distrital de número 005/2017 publicado nesta quarta-feira prevê que cada comerciante utilize, no máximo, dez sombreiros na área da praia.

    Está proibida também a realização de jogos esportivos fora da área do campo de esporte e lazer, delimitado pelo gestão do Distrito. A circulação de veículos está vetada na praia, bem como a instalação e utilização de equipamentos sonoros, com exceção dos eventos autorizados pela Administração. Só prestadores de serviços autorizados poderão utilizar veículos antes das 8h e após as 17h.

    Não é permitido retirar conchas, corais, pedras, partes de animais e de vegetais, além de outros organismos silvestres nativos,e também matar, capturar, perseguir e alimentar animais nativos, como golfinhos, tartarugas, raias, peixes, baleias e tubarões em toda a Área de Proteção Ambiental (APA). A presença de animais domésticos nas praias também não está liberada.

    “A publicação do Decreto é mais um passo que estamos dando no sentido de organizar toda a área do Porto de Santo Antônio. A nossa intenção é proporcionar um local adequado para os turistas, comerciantes, donos de embarcações e para os ilhéus de uma forma geral, já que o local é bastante procurado por todos, por conta das características que só o porto tem. Essa é uma forma, acima de tudo, de proteção ao ecossistema daquela área, que é bastante movimentada”, comentou o Administrador do arquipélago, Luís Eduardo Antunes.

    A infração a qualquer dispositivo do decreto acarretará em penalidades, tais como advertência por escrito, notificação e multa. Além de apreensão de equipamentos e materiais, interdição e encerramento da atividade, revogação da autorização e rescisão de contratos de concessão ou permissão. Os valores das multas variam entre R$ 900,00 e R$ 1.000,00.

     

    Cidades: Fernando de Noronha
    Assuntos: fernando de noronha, economia, zona portuaria, decreto distrital
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  • CPRH com inscrições abertas ao Prêmio Vasconcelos Sobrinho 2017

    | Meio Ambiente

    Edição deste ano terá novas categorias e o regulamento já pode ser acessado no site da Agência

    A Agência Estadual de Meio Ambiente  (CPRH) lançou nesta quarta-feira (1º) o Prêmio Vasconcelos Sobrinho 2017, que chega este ano a sua 27ª edição. O Prêmio, com inscrições abertas até o dia 24 deste mês, é um reconhecimento do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da CPRH, a pessoas físicas, empresas e instituições (governamentais e não governamentais) que realizem ações e projetos com o objetivo de promover a melhoria das condições ambientais ou desenvolva ações socioambientais.

    Criado em 1990, o Prêmio tem o nome do engenheiro agrônomo e ambientalista Vasconcelos Sobrinho (1908-1989), um dos pioneiros na área de estudos ambientais no Brasil.  Para este ano, o regulamento apresenta  novas categorias: Projetos e Práticas Educacionais do  Ensino Fundamental  I,  II e  Médio;  Imprensa;  Destaque Empresarial e Bem-estar Animal, além das categorias que já estavam contempladas nas  edição anteriores:  Responsabilidade Ambiental, Personalidade do Meio Ambiente;  Projetos e Práticas do  Ensino Superior;  Iniciativa Comunitária e  Destaque Municipal.

    Para se inscrever, os interessados devem acessar a página da CPRH na internet (www.cprh.pe.gov.br), onde está publicado o regulamento, preencher corretamente os espaços solicitados e enviar o trabalho concorrente. Fotos e vídeos complementares também podem ser enviados, desde que não ultrapassem cinco megabites de informações.  Para tirar dúvidas, enviar email para comunicação@cprh.pe.gov.br.

    Assuntos: semas, cprh, governo de pernambuco, premio vasconcelos sobrinho,
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  • CPRH resgata um pintor-verdadeiro em São José da Coroa Grande

    | Meio Ambiente

    Ave ameaçada de extinção foi encontrada com uma moradora, que fez a entrega voluntária.

    Uma investida de reconhecimento em áreas de municípios do Litoral Sul do Estado, em preparativos para uma ação futura da Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), trouxe uma boa surpresa: foi encontrado um pintor-verdadeiro (Tangara fastuosa), ave que tem uma plumagem incomum – com um colorido que mistura sete cores vivas – e que está na lista das espécies que correm risco de extinção.

    A espécie foi encontrada com uma moradora de 79 anos, que, após conversa com agentes do setor de fiscalização florestal da Agência, concordou em entregar a ave para que seja reabilitada no Centro de Triagem de Animais Silvestres de Pernambuco (Cetas Tangara), da CPRH, e depois seja devolvida à natureza. Ela foi encaminhada ao Cetas, no bairro da Guabiraba, no Recife, nesta quarta-feira (1º).

    No retorno ao Recife, na terça (31),  os agentes ambientais resgataram, em outras duas residências, dois sanhaçus, um guriatã e um papa-capim, que também foram encaminhados ao Cetas. Este ano, de janeiro a setembro, o Centro de Triagem da CPRH já acolheu 6.993 animais silvestres, a maioria (5.985) aves, muitas vítimas do tráfico. No mesmo período, 4.781 animais (sendo 4.166 aves) foram devolvidos à natureza.

    Em agosto, o Cetas já havia acolhido outro pintor-verdadeiro. A ave havia sido encontrada por uma moradora de Gravatá, no Agreste, com as penas das asas cortadas e uma fratura na cauda. Foi tratada pela moradora, que ao saber que tratava-se de uma espécie ameaçada de extinção, fez a entrega voluntária à CPRH.   

    Assuntos: semas, cprh, entrega voluntaria, cetas
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  • Compensação ambiental garante R$ 331 mil para investimento na APA Aldeia-Beberibe

    | Meio Ambiente
    aldeia

    Recursos serão aplicados em projeto de formação em Educação Ambiental, envolvendo moradores, com foco na restauração florestal

    Termo de compromisso assinado nesta terça-feira (31) entre o Governo de Pernambuco, por meio da a Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), e a Interligação Elétrica Garanhuns S.A. fixa o investimento de R$ 331.292,22 em ação de Educação Ambiental na Área de Proteção Ambiental (APA) Aldeia-Beberibe, com execução de novembro deste ano a outubro de 2018. Os recursos são provenientes de compensação ambiental e o projeto a ser desenvolvido envolverá moradores da área, com foco em restauração florestal e recomposição de mata ciliar.

    A APA Aldeia-Beberibe compreende uma área de mais de 31 mil hectares, em parte dos municípios de Recife, Paulista, Abreu e Lima, Camaragibe, Paudalho, São Lourenço da Mata, Igarassu e Araçoiaba, na Região Metropolitana e Mata Norte do Estado. É uma Unidade de Conservação de uso sustentável e receberá esse investimento como compensação à instalação de uma linha de transmissão de 222 quilômetros (LT 500kV Garanhuns – Pau Ferro), da Interligação Elétrica Garanhuns.

    O próprio empreendedor será responsável pela execução do projeto “Formação em Educação Ambiental e Recomposição de Matas Ciliares na APA Aldeia-Beberibe”, sob a supervisão da CPRH e do Conselho Gestor da APA.  São várias as atividades definidas para o cumprimento da compensação ambiental exigida, todas envolvendo moradores, dente elas:  curso de Formação de Agentes Populares em EA, capacitação voltada para restauração florestal, recomposição de matas ciliares e construção de um viveiro de mudas florestais.

    Ainda de acordo com o plano de trabalho, o viveiro de mudas florestais ficará como legado do projeto e poderá ser o marco inicial das ações de implementação de corredores ecológicos na APA, atualmente em estudos. Será  construído em parceria com a Prefeitura de Camaragibe, que fornecerá o espaço e infraestrutura de água e energia,  funcionando como viveiro-escola para novas iniciativas de Educação Ambiental no território. E as mudas que serão produzidas durante o processo serão utilizadas na recomposição das matas ciliares previstas.

    O trabalho começará a ser desenvolvido em novembro e contemplará duas etapas. A primeira será voltada para capacitação teórica de 50 moradores dos municípios que compõem a APA, com curso que abordará temas relacionados à produção de mudas e cadeia produtiva da restauração florestal. A segunda etapa será toda dedicada à prática, que envolverá desde a produção às aulas no viveiro-escola e as ações de recomposição. 
    Assuntos: semas, educação ambiental, restauração florestal, meio ambiente, capacitação, governo de pernambuco,
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  • Semas constrói política de educação ambiental de Pernambuco com processo participativo

    | Meio Ambiente

    A Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Governo de Pernambuco (SEMAS) e a Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental (CIEA/PE) realizaram, na última semana, o seminário de abertura do processo de construção da Política de Educação Ambiental de Pernambuco, que contará com 17 encontros e oficinas em todas as regiões do Estado.

    A cerimônia do dia 25/10 contou com as presenças do secretário estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Sérgio Xavier; do secretário-executivo da pasta, Carlos Cavalcanti; do presidente da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa, deputado Zé Maurício; do professor Gledson Almeida, representando a reitora da UFRPE Maria Sena; além de Ângela Gallo, representante da Secretaria de Educação e Genilse Gonçalves, gerente de educação ambiental da Semas e presidente da CIEA/PE.

    Gestores públicos de mais de 40 municípios, o prefeito da cidade de Granito, além educadores e representantes de Organizações Governamentais e Não Governamentais e da sociedade civil participaram do evento no auditório na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), no Recife.

    Para o secretário Sérgio Xavier, “os encontros servirão para mapear as informações e propostas apresentadas pelos diversos setores da sociedade e definir, de forma democrática, as prioridades que devem compor a novo projeto de Lei da Política de Educação Ambiental do Estado, que o governador Paulo Câmara encaminhará à Assembleia Legislativa ao final do processo”.

    Outros 16 seminários e oficinas serão realizados até abril de 2018 nos municípios sede das regiões da Zona da Mata/Região Metropolitana (Carpina), Agreste (Panelas) e Sertão (Ibimirim), envolvendo cerca de 2700 pessoas, entre gestores ambientais, educadores e atores da sociedade civil envolvidos com a educação ambiental. O objetivo é realizar uma construção participativa da política pública voltada para a educação ambiental.

    Além dos encontros com os setores estratégicos das municipalidades, está previsto um espaço para o envio de contribuições no site da Secretaria (www.semas.pe.gov.br), com base nos seguintes eixos:  Objetivos da Educação Ambiental (EA); Esferas e Setores de Atuação; Características da Educação Ambiental Formal e Não Formal; Política Nacional de Educação Ambiental e Considerações para a Regulamentação da Política de Educação Ambiental de Pernambuco.

    De acordo com o gerente Geral de Desenvolvimento Sustentável da Semas, Paulo Teixeira, “as contribuições e sugestões enviadas serão sistematizadas pela gerência de educação ambiental da Semas, com apoio da CIEA/PE e incorporadas à minuta de projeto de lei. A consolidação da proposta acontecerá no seminário de integração, previsto para abril de 2018”.

    Cidades: Recife
    Assuntos: semas, governo de pernambuco, ciea, educaçao ambiental
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