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  • Reeducandos do regime aberto e livramento condicional ganham novos cursos de qualificação

    | Direitos Humanos

    paulista

    Serão cinco novas turmas divididas em dois turnos. As aulas acontecem no Patronato Penitenciário, no Centro de Qualificação de Jaboatão dos Guararapes e na Igreja Comunidade Internacional Palavra Viva, em Paulista.

    Com o objetivo de ressocializar e formar novos profissionais, o Governo do Estado, através da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos e Patronato Penitenciário, está disponibilizando 125 vagas em cursos de qualificação para reeducandos que cumprem pena no regime aberto ou livramento condicional. Os cursos são de Pedreiro Revestidor, Encanador e Eletricista Predial. A iniciativa é realizada através de emendas parlamentares e em parceria com a Associação Brasileira de Desenvolvimento Econômico e Social (ABDESM).

    As aulas começam na próxima segunda-feira (20) e duram até a primeira semana de Dezembro nas cidades de Recife, Paulista e Jaboatão dos Guararapes. Para acompanhar as aulas teóricas e práticas, os participantes recebem passagem, através do cartão Vem, lanche, material didático.  A cada 12 horas de aula, o reeducando diminui um dia na pena.

    “É de fundamental importância a qualificação de nosso público através dos cursos profissionalizantes, afinal, os reeducandos saem do sistema penitenciário com baixa qualificação e, até diante do preconceito que eles também enfrentam, fica difícil encontrar colocação no mercado de trabalho. Esses cursos servem para quebrar esse ciclo onde, por não ter uma profissão, o reeducando volta a delinquir.” avalia o superintendente do Patronato Penitenciário, Josafá Reis.

    Serão cinco turmas divididas em dois turnos, na sede do Patronato Penitenciário, no bairro de São José, no Recife, no Centro de Qualificação de Jaboatão dos Guararapes e na Igreja Comunidade Internacional Palavra Viva, em Paulista.

    Serviço: Curso de Pedreiro Revestidor

    Data: 20 de novembro a 07 de dezembro.

    Local: Centro de Qualificação Profissional de Jaboatão – Rua Santa Lúcia, 238, Candeias.

    Horário: 08h às 14h/ 14h ás 20h.

    Serviço: Curso de EncanadorData: 20 de novembro a 07 de dezembro.

    Local: Patronato Penitenciário - Rua Floriano Peixoto, 142. Bairro de São José

    Centro de Qualificação Profissional de Jaboatão – Rua Santa Lúcia, 238, Candeias.

    Horário: 08h às 14h.

    Serviço: Curso de Eletricista Predial

    Data: 20 de novembro a 07 de dezembro.

    Local: Patronato Penitenciário - Rua Floriano Peixoto, 142. Bairro de São José

    Igreja Comunidade Internacional Palavra Viva – Rua 79, n°135, Maranguape I

    Cidades: Jaboatão dos Guararapes
    Assuntos: sjdh, reeducandos, jaboatao dos guararapes, paulista, abdesm, qualificacao
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  • V Recifest – Festival de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero

    | Direitos Humanos

     

    As reeducanadas da Colônia Penal Feminina do Recife (CPFR), vinculada à Secretaria de Justiça e Direitos Humanos, receberão nesta segunda (13), terça (14) e sexta, 17 de novembro, a partir das 14h, o V Recifest – Festival de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero. O evento, que ocorrerá oficialmente no período de 21 a 30 de novembro, no Recife e em Caruaru, reúne mostras de cinema com temas que promovam a inclusão da comunidade LGBT.

    Nos dois primeiros dias do evento, na colônia feminina, cerca de 100 reeducandas (50 por dia) poderão conferir a Oficina da Afetividade com a arte-educadora Izabel Freitas. A proposta pedagógica da oficina é desenvolver o potencial pessoal e social das participantes utilizando elementos do Teatro dos Oprimidos, do teatrólogo Augusto Boal, que defende que as pessoas são melhores do que pensam ser. Nesta linha de pensamento, as Pessoas Privadas de Liberdade (PPLs) criarão narrativas afetivas que resultarão em mostra artística no final da oficina.  

    Na sexta, será a vez das PPLs assistirem às apresentações de filmes vencedores do festival em 2016: “Nena Cajuína” (melhor curta pernambucano); “Antes da Encanteria” (melhor curta nacional) e as mostras competitivas “Virgindade”, de Chico Lacerda, e “Aceito”, de Felipe Cabral. O Recifest foi criado pelas produtoras Panela de Cinema e Casa de Cinema de Olinda, com o apoio do Funcultura – Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura.

     

    Cidades: Recife
    Assuntos: sjdh, cpfr, festival de cinema da diversidade sexual e genero, reeducandas de recife, oficinas, teatro, cinema, funcultura
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  • Socioeducandos e agentes participam de projeto que visa despertar novas perspectivas

    | Direitos Humanos

    gajop 

    Atividade é desenvolvida pelo Gajop que realiza ciclos de formação com o intuito de contribuir para uma atuação mais humanizada

    Adolescentes dos Centros de Atendimento Socioeducativo (Case) Santa Luzia e Case Caruaru participam, desde julho desde ano, do projeto “Diálogos para a mudança: enfrentando os desafios pela socioeducação”, que beneficia agentes socioeducativos e segue até abril do próximo ano. Com encontros realizados mensalmente, o projeto visa incidir sobre o contexto de vulnerabilidade vivido por adolescentes dentro e fora do sistema socioeducativo e foi elaborado pelo Gabinete de Assessoria Jurídica às Organizações Populares (Gajop) e executado por meio de uma parceria firmada com a Funase e com apoio das organizações alemãs Misereor e Die Sternsinger.

    Os Jovens Defensores de Direitos Humanos, grupo formado por moradores de regiões periféricas, são os que conduzem ciclos de formação junto aos adolescentes e às adolescentes. Direitos da infância, família, sociedade, marcos legais de prevenção e combate à tortura, prática e vivencia dos agentes socioeducativos, são alguns dos temas trabalhados.

    O coordenador do projeto, Romero Silva, comemora que esse trabalho esteja sendo desenvolvido na Funase. “Estamos muito felizes. É uma produção de conhecimento onde todos estão engajados e abraçaram a causa, desde a unidade, com toda estrutura e abertura das portas, até os agentes socioeducativos e adolescentes participantes”, completou.

    Aos 50 agentes socioeducativos beneficiados pelo projeto, são oferecidas 20 oficinas, desenvolvidas com a metodologia utilizada pela Organização Mundial de Combate à Tortura (OMCT), a maior instituição de referência nesse tema no mundo. Entre os temas trabalhados estão: Direitos Humanos, Direitos da Criança e do Adolescente, Medidas Socioeducativas e Prevenção e Combate à Tortura.

    Para o coordenador geral do Case Caruaru, Paulo Pinto, é muito importante oferecer capacitação aos colaboradores. “Essa troca de experiências só nos fortalece e traz novas metodologias a serem trabalhadas com os adolescentes. É um processo de avanços. Com certeza, colheremos bons frutos”, completou.

    O sentimento é compartilhado pela coordenadora técnica do Case Santa Luzia, Jailda Castro. “A capacitação dos agentes possibilitará uma melhor compreensão sobre a importância do desenvolvimento do atendimento humanizado, bem como da imprescindível garantia dos direitos para a eficácia da ressocialização. Em relação às adolescentes, além de possibilitar uma rica troca de experiência, ajudará na formação de novos conhecimentos, e, quem sabe, na construção de novos projetos de vida”.

    Ao final do projeto será produzido um artigo sobre o papel do agente socioeducativo nas unidades de internação de adolescentes e a produção de um documentário da experiência da atuação dos Jovens Defensores de Direitos Humanos junto aos adolescentes privados de liberdade. Amos os materiais servirão de base para a prática e vivencia de unidades sócio-assistenciais.​

    Cidades: Caruaru
    Assuntos: sjdh, qualificação, gajop, case, funase, atendimento socioeducativo
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  • Cinco núcleos comunitários à disposição da população para resolução de conflitos

    | Direitos Humanos

    Até o final deste ano outros três espaços serão inaugurados. A implantação dos núcleos faz parte de uma parceria entre o Governo do Estado e quatro Organizações Não Governamentais

    Conflitos de vizinhança, disputas de posse, propriedade de imóveis, questões de direito de família, como pensão alimentícia e reconhecimento de paternidade, e até problemas que envolvam a comunidade como esgoto a céu aberto, falta de água e falhas no horário do transporte público são alguns dos problemas que podem ser solucionados em núcleos comunitários de conflitos. No total, sete núcleos já estão à disposição da população na Região Metropolitana do Recife. A instalação dos espaços faz parte de uma parceria do Governo do Estado com Organizações Não Governamentais e associações de moradores.

    A parceria foi firmada através do Programa Mediação de Conflitos, da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos, que é executado pela Secretaria Executiva de Direitos Humanos (SEDH). Dos oito núcleos em funcionamento, cinco foram inaugurados este ano nos bairros de  Casa Amarela, Rio Doce e Santo Amaro,  com a gestão do Coletivo Mulher Vida, Grupo Ruas e Praças, Cáritas Brasileira NE2 e Grupo Adolescer. Na prática, o Governo do Estado promove a formação dos mediadores para atendimento nos núcleos e as ONGs ficam responsáveis pela gestão do espaço.

    “Por determinação do governador Paulo Câmara esse é mais um eixo de prevenção social do Pacto pela Vida. Com essa  parcerias governo do estado estimula com que as ONGs e associações de moradores abram esse núcleos comunitários para atuarem nas comunidades pacificando conflitos, beneficiando assim a própria população. Só este ano formamos 40 mediadores para atuarem nessas comunidades pacificando conflitos”, explica Eduardo Figueiredo, secretário executivo de Direitos Humanos.

    Além da rapidez, a principal vantagem dos núcleos de mediação é que os mediadores comunitários conhecem os problemas da localidade e seus moradores.  A função do mediador é buscar, através do diálogo, um acordo entre as partes, evitando a judicialização de um problema que pode ser solucionado na própria comunidade. Quando as partes não entram em acordo, o núcleo presta a assistência necessária para o encaminhamento do problema à Justiça.

    Solange Maria, coordenadora do Projeto de Redução da Violência do Grupo Ruas e Praças, ressalta os benefícios da parceria. “Essa parceria éde fundamental importância porque fortalece as ações de prevenção a violência e contribuirá para a promoção da cultura de paz, além de unir forças sociedade civil e governo em prol da melhoria da qualidade de vida dos moradores dessas comunidades". 

    FORMAÇÃO Os novos 40 mediadores passaram por uma formação com duração de 40 horas/aula, ministrada entre os dias 18/07 e 08/08 pela equipe técnica do Programa de Mediação de Conflitos da SEDH, formada por psicóloga, assistente social e advogada. Entre os assuntos abordados na formação: direitos humanos, cultura de paz, conflitos, mediação comunitária, o papel do mediador, rede socioassistencial.

    Assuntos: sjdh, sedh, programa mediaçao de conflitos, governo de pernambuco, paulo camara, ONGs, pacto pela vida
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  • Vitória sediará capacitação do Sistema de Informação para ​Infância​ e Adolescência

    | Juventude, Direitos Humanos
    O município de Vitória de Santo Antão vai sediar a capacitação do Sistema de informação para Infância e Adolescência/Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo  (SIPIA/SINASE). O evento​, que segue as diretrizes do Governo Paulo Câmara,​ será realizado no ​próximo ​dia 17 de novembro, das 8h30 às 16h30, na FAINTVISA – Faculdades Integradas de Vitória de Santo Antão.
     
    ​Uma das finalidades da capacitação é treinar operadores no sentido de cumprir o objetivo do SIPIA/SINASE, que é a proteção e promoção dos direitos de adolescentes que estão cumprindo medida socioeducativa, com base, sobretudo, no Estatuto da Criança e do Adolescente.
     
    Estarão presentes profissionais dos municípios de Tamandaré, Escada, Gameleira, Água Preta,Xexéu, São José da Coroa Grande, Belém de Maria, Jaqueira, Catende, Ribeirão, Pombos, Barreiros, Vitória de Santo Antão, Moreno, Aliança, Lagoa do Carro, Itambé, Vicência, Chã de Alegria e Chã Grande.
    ​​
    ​coordenação é da ​Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude (SDSCJ), sob a gestão do secretário Roberto Franca, através da Secretaria Executiva de Políticas para Criança e Juventude​, comandada por João Suassuna, e da ​Gerência Geral do Sistema Socioeducativo​, dirigida por Suelly Cysneiros.
     
    SERVIÇO: Capacitação do Sistema de informação para Infância e Adolescência  (SIPIA/SINASE).
     
    Quando: 17/11.
     
    Hora: 8h30 às 16h30.
     
    Onde: FAINTVISA – Faculdades Integradas de Vitória de Santo Antão (Loteamento São Severino Ferrer ,71 – Cajá, próximo ao Hospital João Murilo de Oliveira).
    Cidades: Vitória de Santo Antão
    Assuntos: sdscj, paulo camara, capacitaçao, sipia, sinase
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  • Programa Criança Agora já contemplou mais de 50 educadores

    | Direitos Humanos, Infância

    criança agora

    Com apoio do Governo Paulo Câmara, através da SDSCJ/SEPCJ, profissionais aprendem como utilizar materiais lúdicos para crianças de 0 a 6 anos

    Mais de 50 profissionais que atuam com a  Educação Infantil já foram contemplados pelo Programa Criança Agora, contando com uma agenda de formações intitulada Contar, Brincar e Movimentar. O objetivo é apresentar práticas e técnicas aos educadores para a utilização de materiais lúdicos nos processos de aprendizagem de crianças na faixa etária de 0 a 6 anos. As atividades subsidiam os professores com a utilização do Kit Equipagem, disponibilizado pelo Programa.

    Nesta segunda semana de novembro, foram muitas as ações promovidas pela Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude (SDSCJ), sob a gestão de Roberto Franca, por meio da Executiva de Políticas para a Criança e Juventude (SEPCJ), dirigida por João Suassuna, seguindo as diretrizes do Governo Paulo Câmara. A atividade mais recente do Programa Criança Agora ocorreu no município de Cupira.
    A coordenação é da Gerência de Políticas para a Criança da SDSCJ/SEPCJ, comandada por Macdouglas de Oliveira.
    Assuntos: sdscj, paulo camara, programa crianca agora, sepcj
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  • Orientação profissional é tema de encontros promovidos em Casas de Semiliberdade da Funase

    | Juventude, Direitos Humanos

    Iniciativa foi conduzida pelo Projeto Novas Oportunidades que atua para ajudar os jovens e adolescentes a entrar no mercado de trabalho

    Visando contribuir com a construção de novos projetos de vida dos jovens e adolescentes da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase), foram promovidos encontros sobre orientação profissional aos socioeducandos das Casas de Semiliberdade (Casems) Rosarinho e Casa Amarela. O momento foi conduzido pelo projeto Novas Oportunidades (NO), programa do Governo Paulo Câmara, coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude (SDSCJ).
     
    Além de abordar sobre o comportamento em entrevistas de emprego e/ou estágio, o momento foi também de apresentação do NO, que tem por objetivo oferecer e/ou articular um conjunto de ações e serviços voltados aos adolescentes e jovens egressos da Funase e seus familiares, a fim de ajudá-los a entrar no mercado de trabalho através de parcerias com empresas públicas e privadas. “O principal objetivo é fazer intervenções na vida destes jovens para que eles não voltem a cometer delitos, mudar de alguma forma esse cenário. O trabalho de intervenção e orientação com os participantes é diário”, conta a responsável pelo NO, Nericleide Nunes.
     

    Para a coordenadora geral da Casem Rosarinho, o projeto funciona como uma engrenagem junto à socioeducação. “Ajuda os meninos a se verem dentro do mercado de trabalho, saberem que eles podem conquistar”, destaca. A coordenadora técnica da Casem Harmonia, Mariana Matos, compartilha do mesmo sentimento. “Há um fortalecimento na auto-estima desses jovens, o que pode ajudá-los a seguir a vida de uma forma diferente”, completa.

    Números - Durante os três anos de existência, o projeto contabiliza 322 participantes, com 101 que ingressaram no mercado de trabalho e outros 98 engajados em cursos profissionalizantes. Durante esse tempo, 10,84% reincidiram na criminalidade.
    Assuntos: sdscj, projeto novas oportunidades, funase, casems, paulo camara
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  • CECH promove debate sobre identidade de gênero e orientação sexual em Moreno

    | Direitos Humanos

    A equipe do Centro Estadual de Combate à Homofobia (CECH) conduziu, nesta quarta (08/11), uma Roda de Diálogo sobre orientação sexual e identidade de gênero, no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) de Moreno, à convite da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos do município. A reunião foi conduzida por Suelen Rodrigues e Luiz Braúna, respectivamente, coordenadora e assistente social do CECH.

    O encontro, que teve como público-alvo as equipes técnicas dos CRAS (Moreno e Bonança), do CREAS, do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos e do CadÚnico/Bolsa Família, marca o inicio de um processo de aprendizado continuado, promovido pelo Governo do Estado, para os trabalhadores da Assistência Social e Direitos Humanos no tocante às questões das Políticas Públicas LGBTI, discutindo principalmente os significados e diferenças entre identidade de gênero e relações afetivo-sexuais.

    Coordenadora do CECH, Suelen Rodrigues destacou a importância da ação. "Esses momentos de sensibilização e troca de conhecimentos são muito enriquecedores para todos os envolvidos. Esse trabalho de formação das equipes de CRAS e CREAS, por exemplo, tem sido de suma importância e no município de Moreno não teria sido diferente, pois a equipe técnica que compõem estes espaços são muito importantes para a interiorização da política LGBTI no Estado de Pernambuco e para minimizar os casos de violação de direitos desta população."

    Cidades: Moreno
    Assuntos: sjdh, cech, roda de dialogo, cras, lgbti, governo de pernambuco
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  • Detentos do presídio de Arcoverde gravam DVD gospel

    | Direitos Humanos

    dvd gospel 

    O clima de música invadiu o Presídio Advogado Brito Alves (Paba), em Arcoverde, nesta quarta (08/11). Quarenta detentos da unidade prisional gravaram o primeiro DVD gospel. A ação, que ocorreu no pátio da unidade, contou com a parceria dos reeducandos Hélio Feitosa (compositor) e de Daniel Pires (ex-produtor).

    Para o gerente da UP, Isnero Inácio de Oliveira, “esse momento é inédito entre as unidades do Estado, é um exemplo de ressocialização através da arte e da música”, informou. O DVD é composto de 15 faixas e será doado a entidades religiosas do segmento evangélico no município. “Tudo isso que está acontecendo é muito grande, eu vejo como um grande milagre por parte de Deus acontecendo na minha vida”, afirma o reeducando Hélio Feitosa. Os reeducandos participantes do projeto realizam, ao longo do ano, ações voltadas para a música.  

    Assuntos: detentos, arco verde, dvd gospel
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  • Funase dá continuidade às capacitações em Práticas Restaurativas para 240 servidores

    | Direitos Humanos

    Após os cursos de Comunicação Não Violenta e Introdução à Justiça Restaurativa, 80 alunos serão capacitados como facilitadores 
    para disseminar essa nova filosofia nas unidades

    Dando continuidade às capacitações em Práticas Restaurativas, servidores da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase), lotados na Capital, participaram do curso de Introdução à Justiça Restaurativa. Aulas foram ministradas pelo psicólogo clínico e Juiz da Criança e do Adolescente do Recife, Élio Braz Mendes, entre os dias 1 e 3 de novembro. Essa foi a primeira turma desse curso. Outras, incluindo no Interior, acontecem até o fim do mês.

    Na Funase, as práticas de Justiça Restaurativa começaram a ser introduzidas no final do ano passado, a partir do projeto “Semeando uma Cultura de Paz: as Práticas Restaurativas como Ferramentas da Socioeducação”. O projeto é uma das ações previstas no Plano de Ação de Curto Prazo da Funase, aprovado pelo Governador Paulo Câmara e lançado em abril deste ano.

    Essa série de capacitações irá beneficiar 240 servidores e teve início em outubro deste ano, com aulas sobre Comunicação Não Violenta (CNV), ministradas pelo professor doutor e coordenador do Espaço de Diálogo e Restauração da UFPE, Marcelo Pelizzoli. A atividade é conduzida pelo Laboratório de Convivência, sob o comando da psicóloga Mônica Mumme, que, em Janeiro, ministrará a formação de 80 facilitadores em Justiça Restaurativa, com certificação reconhecida em todo o País. 

    Segundo a Diretora-Presidente da Funase, Nadja Alencar, esse é um grande começo. “As possibilidades da Justiça Restaurativa dentro da Funase são muito grandes. Preparar os servidores para achar caminhos por meio das Práticas Restaurativas, é melhorar o convívio interno e também as relações externas. Contamos muito com o talento e vontade de cada um dos nossos servidores”, enfatiza.

    Ao final dos cursos e da formação, micro grupos geradores serão criados nas unidades de atendimento para assim disseminar essas práticas. Para o juiz Élio Braz, esse é um marco para a Funase e para toda a sociedade, na medida em que se começa a incorporar uma filosofia que não deve estar só dentro da instituição. 

    “Essa filosofia tem que estar na escola, na família, no bairro, na associação, nas igrejas. Com isso a Funase traz essa grande mudança de paradigmas, essa grande troca de lentes sobre quem é esse adolescente, quem é essa família, o que é esse ato infracional, o que a sociedade espera e o que a sociedade deseja, como podemos ressocializar, reinserir, recuperar esse jovem”, destaca o juiz Élio. 

    Cidades: Recife
    Assuntos: sdscj, funase, capacitaçao, servidores, paulo camara, praticas restaurativas
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