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  • Governo de Pernambuco divulga selecionados na análise de mérito-artístico do Prêmio Pernambuco de Fotografia 2019

    | Cultura

    Ao todo, a premiação que está na sua segunda edição recebeu um total de 117 inscrições e mais de 426 fotos

    O Governo de Pernambuco, através da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco, divulgou, nesta terça-feira (12), o resultado das análise de mérito-artístico selecionadas Prêmio Pernambuco de Fotografia 2019. Ao todo, a premiação que está na sua segunda edição recebeu um total de 117 inscrições e mais de 426 fotos. Confira AQUI a lista dos selecionados.

    O resultado final será divulgado no dia 29 de novembro. Foram selecionadas 15 fotografias para uma exposição coletiva e a edição de um catálogo. Os autores também receberão um prêmio em dinheiro, no valor de R$ 6 mil por fotografia. Os selecionados na análise de mérito-artístico terão até o dia 22 de novembro para entregar a documentação completa, como previsto no edital.

    O secretário estadual de Cultura, Gilberto Freyre Neto, destaca que a premiação, além de notabilizar a produção dos fotógrafos pernambucanos, busca evidenciar a riqueza e diversidade cultural do Estado. “Do Litoral ao Sertão, Pernambuco é um celeiro de grandes artistas. A ideia do prêmio é mostrar/revelar esses talentos e, principalmente, reverenciar nossas tradições culturais”, diz o gestor.

    Neste ano, o prêmio homenageia dois fotógrafos que fizeram história no Sertão do Pajeú: José Pedro da Silva e José de Morais Veras. Outras informações sobre o Prêmio Pernambuco de Fotografia 2018 e a lista dos selecionados podem ser conferidas no Portal Cultura.PE (www.cultura.pe.gov/editais).

    Assuntos: secult, fundarpe, premio pernambuco de fotografia
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  • Setor da Cultura aponta caminhos para reduzir desigualdades de gênero no mercado

    | Cultura

    cultura

    Encontro aconteceu na sede da vice-governadoria e recolheu ideias para a inclusão das mulheres na cadeia produtiva da cultura  

    A vice-governadora Luciana Santos coordenou, nesta terça (12), mais um fórum de diálogo do Pernambuco Com Elas, desta vez, sobre a participação feminina na cadeia produtiva da cultura. No encontro, que contou com a presença de representantes de setores como audiovisual, artesanato e produção de eventos, foram apresentadas propostas para reduzir a desigualdade de gênero nesse mercado de trabalho.

    Ao iniciar sua fala, Luciana destacou que, em um momento de crise e altos índices de desemprego, o governo do estado trabalha para ser um contraponto à gestão federal, que não prioriza o crescimento econômico.

    “Não podemos contaminar Pernambuco com o ambiente de ceticismo e desesperança que existe em nível nacional. Ninguém aqui quer vender a ilusão que nós sozinhos vamos resolver o problema da empregabilidade, mas nós vamos, a partir das nossas possibilidades, trabalhar para, por exemplo, atrair investimentos, como tem feito o governador Paulo Câmara. E, dentro das nossas oportunidades e vocações, ter um olhar para o trabalho da mulher”, disse.   

    De passagem pelo Estado para lançar seu livro “Por que lutamos?”, a ex-candidata a vice-presidente Manuela d’Ávila participou do início da reunião e ressaltou o caráter inovador do Pernambuco Com Elas.

    “Eu acho que esse trabalho que vocês desenvolvem aqui é inédito no Brasil: um grupo de trabalho permanente, que vai estruturando as políticas para enfrentar uma das faces mais cruéis da diferença que se estabelece historicamente, socialmente, culturalmente entre mulheres e homens. No dia que as mulheres tiverem independência econômica ou mais formas de viverem suas vidas, elas vão ficar cada vez mais fortes”, disse.  

    De acordo com dados do Ministério da Economia, a participação das mulheres no mundo do trabalho formal da Cultura, em Pernambuco, é hoje de 41%. Mas a média salarial delas é inferior, R$2.015, diante dos R$2.293 pagos a eles.

    No encontro, diversos participantes ressaltaram a necessidade de mapear de forma mais detalhada a presença das mulheres nesta cadeia produtiva. De acordo com o secretário de Cultura, Gilberto Freyre Neto, é preciso pensar o assunto de forma transversal e provocar outros parceiros, para que se consiga penetrar em todos os cantos do estado.

    “Precisamos conversar com todos os segmentos. A ideia é que a cultura seja um reflexo da identidade de um território, e aí cabem todos nós - do candomblé, à igreja católica, o recorte das necessidades específicas, o recorte de gênero”, apontou.

    Nos livros e debates

    O presidente da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), Ricardo Leitão, afirmou que o órgão que dirige quer contribuir para o debate de ideias relacionado às pautas femininas. Nesse sentido, anunciou que a editora está à disposição para publicar obras que abordem o tema, como forma de estimular no Estado reflexões sobre a situação da mulher hoje. Segundo ele, pode ser inclusive criado um selo com este objetivo.

    “Também colocamos à disposição nosso circuito literário, que realiza 15 feiras literárias em todas as microrregiões do estado, do Sertão ao Litoral. Podemos abrir espaços na programação para que as mulheres de Pernambuco se expressem e discutam esses temas”, colocou.

    Audiovisual e formação

    A secretária executiva de Cultura, Silvana Meireles, destacou inciativas já existentes no governo, no sentido de estimular a presença das mulheres nos espaços relacionados à cultura. Ela lembrou que, no edital do Funcultura de 2018, 62% dos projetos de obras audiovisuais selecionadas tiveram diretoras ou roteiristas mulheres, quando a média nacional não passa de 20%. “É um exemplo do que podemos adotar em outras áreas”, disse.  

    Ela falou ainda sobre a importância de formar mulheres para preencherem lacunas hoje existentes na cadeia produtiva da cultura. “Sem formação, a dependência exclusiva do artista em relação ao dinheiro do estado, não é eliminada. Precisamos dar um mínimo de autonomia”, defendeu, sugerindo ainda a possibilidade de lançamento de um edital de microprojeto para beneficiar atividades culturais de baixo orçamento, que tenham compromisso com empreendedorismo, transmissão de saber, com impacto social para mulheres.

    Karina Hoover, da Luni Produções, falou sobre as dificuldades que as mulheres enfrentam na área da cultura. “A formação da mulher está majoritariamente na base, na área de produção, que é o que faz o filme acontecer. Mas a gente é muito mal valorizada por essas funções. E no mérito também. Sinto uma falta grande de formação de mulheres para esses cargos principais, de diretora do filme, diretora de fotografia, são poucas. Qualquer processo de inclusão da mulher no mercado criativo, precisa de formação”, opinou.

    A diretora de conteúdo do Paço do Frevo, Vanessa Marinho, ressaltou a importância de ter maior representatividade de raça na cultura. “Temos que pensar na produção das mulheres negras também”, sublinhou, propondo uma articulação para que se possa encontrar saídas a partir do trabalho em rede, diante da escassez de recursos.

    A secretária da Mulher, Silvia Cordeiro lembrou que, para além da formação técnica, é preciso oferecer também uma formação cidadã e sociopolítica para as mulheres. “É preciso falar sobre a condição da mulher nem Pernambuco. A gente tem feito isso no projeto de capacitação Ela Pode. A gente fala da violência contra a mulher, da dupla jornada de trabalho, da subrepresentatividade feminina na política, porque é importante essa compreensão”, indicou.

    Fotos: Rodrigo Barradas
    Cidades: Recife
    Assuntos: vice governadoria, desigualdade de genero, pernambuco com elas
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  • Estudantes do Sertão do Pajeú recebem edições do Outras Palavras

    | Cultura

    outras

    Iniciativa do Governo de Pernambuco passará pelos municípios de Itapetim e Afogados da Ingazeira com o escritor José Juva e o Patrimônio Vivo Mestre Nado

    O Outras Palavras, projeto de integração entre cultura e educação promovido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico (Fundarpe), terá duas edições nesta semana no Sertão do Pajeú: nesta terça-feira (12), no município de Itapetim; e na próxima quarta-feira (13), em Afogados da Ingazeira. Nas duas ocasiões, estudantes da rede pública vão conhecer de perto o trabalho artístico de José Juva, vencedor do Prêmio Pernambuco de Literatura, e o Mestre Nado, Patrimônio Vivo do estado.

    Em Itapetim, estudantes de várias escolas públicas da cidade se reunirão das 14h às 17h na Igreja Matriz de São Pedro, no centro da cidade, para conversar com os artistas. Em São José do Egito, a programação será realizada no Cinema São José, compondo a programação do Festival Sertão Alternativo Afogados da Ingazeira.

    Poeta, ensaísta, jornalista, mestre e doutor em Teoria da Literatura. O escritor José Juva foi um dos vencedores do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura, com o livro "Watsu" (2016). Publicou também os livros: “Deixe a visão chegar: a poética xamânica de Roberto Piva” (2012), “Vupa” (2013), e “Breve Breu – escritos sobre literatura e cinema” (2014).

    Homem de múltiplos talentos – ceramista, poeta e músico – o olindense Mestre Nado é um habilidoso artista que tem na argila sua matéria-prima. Dela, cria instrumentos e dá vida à música. Em agosto deste ano, o artista recebeu o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, durante solenidade no Teatro de Santa Isabel. 

    Para o secretário de Cultura, Gilberto Freyre Neto, a iniciativa, voltada aos jovens estudantes da rede pública, “traz para esses jovens das escolas públicas o contato com as manifestações diversas da nossa cultura, de Patrimônios Vivos a Pontos de Cultura, e de grupos que trabalham com as expressões do patrimônio cultural imaterial de Pernambuco”, detalha.

    “Até o final do ano, este projeto terá circulado por várias escolas e regiões do Estado numa parceria com a Secretaria de Educação, que tem dado um suporte fundamental para a realização das atividades”, disse o secretário.

    Voltado para estudantes da rede pública estadual de ensino e com quatro anos de existência o programa já atingiu mais de 600 escolas pernambucanas, beneficiou cerca de 20 mil estudantes e distribuiu mais de seis mil livros nas bibliotecas por onde passou.

    Serviço:
    Outras Palavras em Itapetim
    Terça-feira (12), das 14h às 17h
    Matriz de São Pedro (Centro, Itapetim)

    Outras Palavras em Afogados da Ingazeira
    Quarta-feira (13), das 9h às 12h
    Cinema São José (Centro, Afogados da Ingazeira)

    Cidades: Afogados da Ingazeira, Itapetim
    Assuntos: secult, fundarpe, outras palavras
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  • Livro celebra 20 anos da Continente

    | Cultura

    continente

    Obra editada pela Cepe traz 30 entrevistas realizadas entre 2009 e 2019 

    Quando o número de janeiro de 2020 da Revista Continente sair da gráfica para as mãos dos leitores, a publicação da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) fará exatamente duas décadas em circulação. Para comemorar a efeméride, será lançado o livro 30 entrevistas da revista Continente, dia 20 de novembro, das 19h às 22h, na Ursa Bar e Comedoria, no Espinheiro. Organizada pela editora da revista, Adriana Dória Matos, a obra traz entrevistas realizadas em estilo pingue-pongue, como é chamado no jargão jornalista o formato de perguntas e respostas. O livro inaugura novo selo de coletâneas da Continente a serem lançados no mercado editorial daqui por diante.  

    Para Adriana, a escolha desse tipo de entrevista foi a maneira mais indicada para revisitar a publicação nos últimos dez anos, e fazer as pessoas pensarem o contemporâneo.“O leitor se sente mais próximo do entrevistado pois a interferência do editor nas respostas é mínima, já que a entrevista é gravada”, justifica Adriana. E presencial, na maioria das vezes, para que haja o encontro físico, olho no olho, entre entrevistador e entrevistado. “É um encontro em que há doação de ambas as partes”, define Adriana. O recorte das entrevistas publicadas entre setembro de 2009 e julho de 2019 também faz todo sentido. “Escolhemos esse recorte de uma década porque foi em 2009 que a Continente passou por mudanças editoriais e gráficas significativas”, explica a editora, que as dispôs em ordem cronológica.  

    As 30 entrevistas selecionadas e agrupadas em 197 páginas satisfazem critérios não apenas relativos à importância biográfica do entrevistado e da entrevistada no tocante à sua atuação social ou cultural desenvolvida. “São nomes de relevância que têm em comum a postura crítica diante de fatos de repercussão nacional e internacional, como as desigualdades sociais e de gênero e as migrações, além de discussões sobre temas contemporâneos como capitalismo, pós-modernidade, globalização e memória”, diz Adriana na apresentação do livro. Textos de sociólogos, antropólogos, cineastas, músicos, fotógrafos e estilistas são atemporais, “ao mesmo tempo em que espelham uma época”, resume a editora. As entrevistas são assinadas por colaboradores e repórteres da Continente. O mesmo vale para as fotografias - muitas delas de agência, quando a entrevista não pôde ser presencial -, assinadas por colaboradores como Hélia Scheppa, Breno Laprovitera, Ricardo Labastier, Walda Marques, Marcelo Soares e Jennifer Glass. 

    Serviço
    Lançamento do livro 30 entrevistas da revista Continente
    Quando:  20 de novembro
    Horário: 19h às 22h
    Onde: Ursa Bar e Comedoria (Rua Carneiro Vilela, 30, Espinheiro)

    Cidades: Recife
    Assuntos: casa civil, cepe, revista continente
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  • Teatro Arraial recebe programação do 1º Congresso Nacional de Maracatu

    | Cultura

    Manifestação tombada como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil ganha evento nacional no Recife, a partir da segunda-feira (11)    

    O Teatro Arraial Ariano Suassuna, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, vai receber parte da programação do 1º Congresso Nacional de Maracatus Nação - Desafios e Perspectivas da Salvaguarda dos Maracatus. O encontro terá início na segunda-feira (11) e segue até o domingo (17). Na pauta, o esforço para congregar maracatuzeiros, brincantes, pesquisadores e representantes de órgão gestores da cultura nos âmbitos municipal, estadual e federal. O objetivo é discutir o cenário atual e as perspectivas futuras dessa manifestação cultural. A participação será gratuita e as inscrições para o evento serão realizadas no local antes do início das atividades, sujeitas à lotação do teatro.

    O Maracatu Nação, ou Maracatu de Baque Virado, é patrimônio cultural imaterial do Brasil. Está inscrito pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Livro de Registro das Formas de Expressão desde 2014. No entanto, desde que foi registrado, ainda não teve o Plano de Salvaguarda elaborado, o que poderia facilitar o trabalho de preservação desse bem cultural. Um dos focos do congresso é justamente fomentar o debate para acelerar esse processo.

    Além das rodas de diálogo nesse sentido, também estão previstas celebrações a partir da sexta-feira (15), para lembrar o aniversário do Maracatu Elefante. No sábado (16), mestres de Nações de Maracatu ministram oficinas gratuitas e abertas ao público, como preparação para o encerramento das festividades no domingo (17). É possível se inscrever online aqui. (https://forms.gle/YiyYkZotAvjXxu8s8)

    No último dia do encontro haverá um grande encontro de batuqueiros no Bairro do Recife, onde é esperado a reunião de amantes da cultura do maracatu, integrantes de Nações de Pernambuco, maracatus parafolclóricos e grupos percussivos de todo país.

    O 1º Congresso Nacional de Maracatus Nação é uma realização da Associação dos Maracatus Nação de Pernambuco - Amanpe, Secult-PE/Fundarpe, da Prefeitura do Recife, através de sua Secretária de Cultura - Secult, Departamento de Preservação do Patrimônio Cultural - DPPC e Fundação de Cultura da Cidade do Recife - FCCR e do Iphan.

    Confira abaixo a programação completa:
     
    Segunda-Feira - Dia 11/11
    Teatro Arraial
    15:30h - Exibição do vídeo documentário do Inventário Nacional de Referências Culturais do Maracatu Nação (mediação Charles Martins)
    16:30h - Cerimônia de abertura do Congresso.

    Terça-feira - dia 12/11
    Teatro Arraial
    14h às 17h - Roda de Diálogo “Maracatu não é só Carnaval”
    Wanessa Paula do Santos (Maracatu Nação Cambinda Estrela)
    Mestra Joana D’arc Cavalcanti (Nação Encanto do Pina)
    Jorge Carneiro (Nação Raízes de Pai Adão)
    Giorge Bessoni (Representação do IPHAN-PE)
    Albemar Araújo (Representação da SECULT/Recife)
    Mediação: Marcelo Renan (Fundarpe)

    18h às 21h - Roda de Diálogo “Maracatu, que baque é esse?”
    Ilma (Nação Erê)
    Chacon Viana (Nação Porto Rico)
    Jorge Marins (Grupo Corpus Percussivo)
    - Representação da Associação de Maracatus de Olinda
    Mediação: Wanessa Paula dos Santos (Maracatu Nação Cambinda Estrela)

    Quarta-Feira - dia 13/11
    Teatro Arraial
    14h às 18h - Oficina de Construção do Plano de Salvaguarda para os Maracatus Nação
    - Juliana Cunha, Lívia Moraes e Giorge Bessoni (Representação do IPHAN)
    - Coordenação de Patrimônio Imaterial da FUNDARPE

    Quinta Feira - dia 14/11
    Museu da Abolição
    14h às 18h - Fórum “Maracatu: religiosidade e coroação das rainhas”
    - Rainha Marivalda Maria dos Santos (Nação Estrela Brilhante do Recife)
    - Rainha Nadja Cristina de Castro - Mameto Nadja de Angola (Nação Leão da Campina)
    - Prof. Isabel Guillen (UFPE)
    Mediação: Willams Santana (Prefeitura do Recife)

    Sexta-Feira - dia 15/11
    Sítio de Pai Adão
    17h - Baile Comemorativo: Comenda Dona Santa - Celebração.
    Homenagem ao Maracatu Nação Elefante e às rainhas de todas as Nações de Maracatu

    Sábado - dia 16/11
    14h às 18h - Educação Patrimonial/ Oficinas de Baque Virado.
    - Visita a Sede do Grupo Yalu (Rua da Moeda) - Convidados: Nação Almirante do Forte e Nação Aurora Africana
    - Visita a Sede do Grupo Ogun Onilê (Recife Antigo) - Convidados: Nação Sol Brilhante e Nação Leão da Campina
    - Visita ao Grupo Brincante Popular na Casa da Cultura -  Convidados: Nação Estrela Brilhante de Igarassu e Nação Cambinda Estrela
    - Visita ao Grupo Congobloco no Casarão do Nação Pernambuco Carmo - Olinda -  Convidados: Nação Encanto da Alegria e Nação Estrela Dalva
    Gratuitas e abertas ao público: link para inscrição <https://forms.gle/YiyYkZotAvjXxu8s8>.

    Domingo - dia 17/11
    Bairro do Recife
    16h - Encerramento do congresso com encontro de batuqueiros.

    Endereços:
    Teatro Arraial Ariano Suassuna - Rua da Aurora, 457 - Boa Vista, Recife
    Museu da Abolição - R. Benfica, 1150 - Madalena, Recife
    Sítio de Pai Adão - Estr. Velha de Água Fria, 1644 - Água Fria, Recife
    Avenida Barão de Rio Branco - bairro do Recife (Encontro de batuqueiros)
    Cidades: Recife
    Assuntos: secult, fundarpe, congresso nacional de maracatu, teatro arraial
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  • Projeto Livros Livres espalha várias publicações pelos bairros Curado II e IV

    | Cultura

    livros

    Ação do Governo de Pernambuco, através da Secult-PE/Fundarpe, vai distribuir 100 livros em praças e ruas nos bairros de Jaboatão dos Guararapes

    O Governo de Pernambuco realiza, nesta sexta-feira (8), mais uma edição do projeto Livros Livres. Coordenado pela Secretaria Estadual de Cultura e Fundarpe (Secult-PE/Fundarpe), a iniciativa irá espalhar 100 livros pelas ruas dos bairros Curado II, na Praça da Bíblia, e no Curado IV, próximo ao Terminal Integrado de Passageiros (TIP), em Jaboatão dos Guararapes. A partir das 6h, os moradores da região já poderão encontrar publicações em vários lugares do bairro.

    Criado pela coordenadoria de Literatura da Secult/Fundarpe durante o Festival de Inverno de Garanhuns, em 2012, o projeto reúne livros doados, títulos vencedores do Prêmio Pernambuco de Literatura e publicações incentivadas pelo Funcultura, colaborando com a difusão da literatura e de novos autores pernambucanos.

    De acordo com Roberto Azoubel, coordenador de Literatura da Secult-PE, a ideia do Livros Livres é transformar a região que recebe o projeto numa grande biblioteca. “A proposta é fomentar o acesso à leitura em edições que aconteçam mensalmente e em diferentes regiões”, explica o gestor.

    Os livros espalhados são devidamente etiquetados com um selo explicativo, incentivando a prática do compartilhamento da leitura. Desde a sua criação, em 2012, até hoje, o projeto já “libertou” mais de cinco mil publicações baseado no conceito de ‘bookcrossing’, o ato de deixar livros em lugares públicos para que outras pessoas possam lê-los - e, eventualmente, deixá-los em outro lugar.

    Serviço:
    Livros Livres (distribuição gratuita de 100 livros)
    Sexta-feira (8) | 6h
    Ruas e praças dos bairros Curado II e IV

    Cidades: Jaboatão dos Guararapes
    Assuntos: secult, projeto livros livres, fundarpe
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  • Fórum das Emissoras Públicas do Nordeste lança programa de rádio

    | Cultura

    O Fórum das Emissoras Públicas do Nordeste anunciou, em reunião realizada na sexta-feira passada (1), em Salvador, o Giro Nordeste, programa de rádio realizado com conteúdo produzido pelas emissoras do Fórum. A EPC/TVPE integra a iniciativa. A estreia acontecerá no dia 11 de novembro.

    Este é o primeiro produto do Fórum e promove o compartilhamento de matérias produzidas pelas equipes das rádios, assim como também conta com a colaboração do jornalismo das TVs públicas do Nordeste. Com duração de 15 minutos, o Giro traz reportagens de cada estado, com uma abordagem também regional. 

    Fórum

    O encontro de Salvador é a quarta reunião do ano, realizada pelo Fórum, que tem entre seus objetivos consolidar a comunicação pública em nível regional, ampliar ainda mais o compartilhamento de conteúdo e discutir as principais questões relativas ao fortalecimento das emissoras públicas. A rede é integrada pela Empresa Pernambuco de Comunicação – EPC/ TVPE (Pernambuco), Instituto de Radiodifusão Educativa do Estado da Bahia/ TVE (Bahia), Funtelc/ TV Ceará (Ceará), Rádio Timbira (Maranhão), Fundação Antares (Piauí),  Fundação de Cultura e Arte Aperipê de Sergipe/ TV Aperipê (Sergipe) e Empresa Paraibana de Comunicação (Paraíba).

    “Além da troca de conteúdo, que já vinha acontecendo entre todas as emissoras públicas de TV do Nordeste, agora, com o Giro Nordeste, as emissoras de rádio também vão fazer uma entrega importante para a população, que é o primeiro rádio-jornal da região. Isso permitirá que, cada vez mais, as emissoras públicas cumpram a sua missão de levar uma alternativa de comunicação para esses estados que compõem a rede”, afirma Felipe Peres, diretor vice-presidente da EPC/TVPE.

    A reunião também promoveu a troca de experiências sobre temas importantes como a digitalização do sinal das TVs. O compromisso do Fórum é atingir, de maneira integrada e articulada, uma ampla cobertura da região Nordeste.

    Assuntos: secti, epc, tvpe, giro nordeste
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  • Novo livro de Miró na Fenelivro

    | Cultura

    miro

    Poeta escreve sua primeira obra infantil, o poema único e ilustrado Atchim!, que será lançado neste domingo (3), às 17h

    O poeta Miró da Muribeca escreveu seu primeiro título dedicado ao público infantil, Atchim!. Editado pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), a obra será lançada neste domingo, 3 de novembro, às 17h, durante a 5ª Feira Nordestina do Livro (Fenelivro), no Centro de Convenções, em Olinda. 

    O livro de 44 páginas é um poema sobre as perguntas que as crianças costumam fazer sobre a vida e sobre Deus. “As perguntas parecem banais, mas são filosóficas”, diz Miró, que agradece ao ex-editor da Cepe, Wellington de Melo, pela sensibilidade de ter descoberto esse texto seu. “Ele descobriu esse meu lado infantil. Esse livro sou eu. É a história de um filho que nunca viu o pai; é a biografia da minha vida, da minha existência como negro da periferia”, resume. As ilustrações são do artista, cartunista e chargista mineiro Cau Gomez.

    O editor da Cepe, Diogo Guedes, complementa: “Wellington viu nessa história sobre as perguntas de uma criança o potencial para compor uma bela narrativa infantil. O mais bonito é notar como os versos inconfundíveis de Miró sobre a tentativa de desvendar a vida e seus mistérios se uniram perfeitamente ao traço premiado de Cau Gomez”.

    O título do livro é pura memória afetiva: “Minha mãe tinha alergia a ácaro e vivia espirrando. Então quando eu perguntava uma coisa, ela espirrava primeiro e respondia depois”, recorda Miró. 

    Assuntos: casa civil, cepe, lancamento, miro
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  • Ronaldo Fraga e a narrativa do vestir

    | Cultura

    ronaldo

    Mais do que estilista, o mineiro Ronaldo Fraga é um artista da roupa. Mergulhado na cultura brasileira, Ronaldo se inspira principalmente na literatura para criar suas coleções. O criador estará no Recife nesta sexta-feira, 1º de novembro, participando da 5ª Feira Nordestina do Livro (Fenelivro), às 19h, na palestra Roupa para se ler: a literatura como inspiração nas coleções de Ronaldo Fraga. Ele que já fez peças baseadas em livros de Guimarães Rosa e Carlos Drummond de Andrade, não deixa de refletir também sobre a questão política, sempre fazendo uso de uma narrativa poética cotidiana. Tudo a ver com o tema da feira: Terra viva: compromisso de todos. 

    Você vem ao Recife justamente nesse momento em que o litoral nordestino passa pela maior tragédia ambiental de sua história. Acha que esse fato triste será expresso de alguma forma em alguma coleção sua?  

    Eu sempre construí as minhas narrativas de moda não olhando para o passado, reproduzindo o passado ou tentando adivinhar o futuro, mas falando de hoje, falando desse momento, falando desse agora. Porque eu acho fascinante essa história da moda como documento de um tempo, e o meu tempo é hoje. Então é impossível me desvencilhar do lugar da moda como manifesto de protesto, como manifesto político. E tem sido assim nas minhas últimas coleções. Falei de transfobia, falei na tragédia de Mariana, falei de Guerra e Paz na coleção passada, dos judeus e palestinos… Quatro ou cinco coleções com temas muito, muito pesados. E agora também não vai ser diferente, principalmente nesse momento que a gente vive em um país de tragédias diárias, onde a gente não tem fôlego, nem nos é dado fôlego. Mas eu acredito que a arte salva, a cultura é um instrumento poderosíssimo. Não à toa, seguindo o exemplo dos regimes ditatoriais, o governo brasileiro nesse momento tem trabalhado com afinco na demonização da cultura. Mas nós não podemos deixar que isso aconteça. 

    Você sempre lançou coleções inspiradas em literatura. Daí seus desfiles tão poéticos, que mostram a beleza e a tristeza do mundo real, assim como os grandes livros. Qual a relação entre moda e literatura no sentido da criação e da expressão de um sentimento? Por que você acha que a moda ainda é uma linguagem cercada de preconceitos e vista como superficial e apelativa ao consumo?

    Por mais que exista preconceito na moda...Aliás nem sei se é preconceito porque a moda é um vetor muito diverso, de muitas face: ela é econômica, ela é histórica, ela é política, ela é  manifesto, ela é cultural. Então você verá a moda sendo falada de formas diferentes. Agora o lugar do vetor que eu enveredei pela moda, que eu construí minha carreira, foi a moda como vetor cultural. Esse é o que me interessa. E desde o início essa história da literatura, onde a sua imaginação vai pela palavra, e aí a cor quem vai dar é você, a forma quem vai dar é você. Eu acho isso fascinante. E essa associação da moda com poesia é o que faço desde a minha primeira coleção. Há coleções em que a literatura está ali exposta de forma explícita; outras de forma implícita. Mas eu acho que moda é leitura; moda é escrita. 

    Como fazer para que, assim como livros, roupas não sejam apenas vestidas, mas também 'lidas'?

    O desejo de um tempo é a escrita desse tempo. O desejo que as pessoas têm do que colocar no corpo, do que vestir, é muito reflexo desse desejo, e desejo é escrita; desejo é marca. Isso é independente da roupa, do que que você comprar, se é tendência ou não. Ali há uma escrita. Se as pessoas pensassem nisso levariam mais a sério porque além da construção do personagem diário a roupa é essa marca; é essa fala. 

    Você já veio a Pernambuco para trabalhar com bordadeiras e costureiras. É conhecido por valorizar essas técnicas tradicionais. Algo semelhante ao ato de ler um livro, hábito que infelizmente no Brasil é pouco praticado. Como enxerga o futuro do livro e da literatura no Brasil? Você prefere o livro digital ou impresso?  

    Eu até tenho tablet, mas eu ainda gosto do livro físico, de marcar, escrever, do envelhecer da página do livro. Então acho que nunca vai se acabar mas vai se tornando cada vez mais um luxo. Adoro ter biblioteca em casa. Adoro casas com biblioteca, o que é cada vez mais raro, e ficou triste assim. Leio três livros ao mesmo tempo. Trago isso desde a infância. Dói ver meus filhos lendo cada vez menos. Eu lia muito mais que eles. Mas eu não canso de falar. Então diminuiu sim mas nunca vai acabar. 

     Li uma entrevista sua dizendo que em escolas primárias públicas alunos estudam suas coleções para aprender literatura. Acha que o atual modelo de ensino afasta o estudante do prazer de ler?

    A história da educação do Brasil vive um momento tão árido como a história do sereno na caatinga, que quando cai floresce, e todas as vezes que me convidam, sempre priorizo escola pública, fazem muita exposição e muita pesquisa sobre o meu trabalho. Lembro que uma vez estava dando uma palestra para 800 estudantes jovens. E um levantou a mão e disse que só leu Guimarães Rosa e Drummond por ter visto um desfile seu sobre eles no São Paulo Fashion Week. Então uma forma de a leitura chegar aos jovens é por aquilo que eles amam, e a moda é um desses vetores. Então acho que nesse lugar a moda pode ser muito mais, e é, do que a roupa nova da estação. 

    Sua moda é um ato político, como a coleção sobre Marielle Franco, ou na Quem matou Zuzu Angel. O que esperar de um Brasil que tem censurado a arte? Um país onde o conservadorismo está 'na moda'? Como fazer da moda um ato político mesmo não sendo um criador?

    Tem uma ditadura velada que está se instalando no País e isso é muito sério. Muitos dizem que o momento mais criativo da cultura brasileira foi justamente o momento de cerceamento. Isso é uma verdade. Mas sem liberdade a gente não vai a lugar algum. Conquistamos duramente a liberdade que temos hoje. Então é tempo de resistir. É tempo de pensar o que você está vestindo, o que você está comunicando, da mesma forma como o que você está comendo, qual a medida de veneno diário que você põe no seu prato. Então essa história da procedência da sua roupa é importante. Você não precisa ser um grande criador para isso, mas como consumidor eu acho que a sua força é ainda maior do que a do criador. E essa consciência é muito importante que nós, profissionais da moda, possamos despertar nos consumidores. É o que eu tento fazer no meu trabalho, coleção após coleção. 

    Que escritores pernambucanos seriam dignos de uma coleção sua?

    Já fiz referência a João cabral de Melo Neto, Manoel Bandeira… Me cobram muito trazer o paraibano/ pernambucano Ariano Suassuna e Clarice Lispector. 

    Assuntos: casa civil, cepe, fenelivro
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  • “Bacurau” estreia em cinema de rua no Sertão no Cine Teatro Guarany, na sexta-feira (1/11)

    | Cultura

    Produção pernambucana será exibida pela primeira vez em longa temporada no interior e fora de salas de shopping, desde que foi lançada em Pernambuco

    Maior sucesso cinematográfico de Pernambuco em 2019, “Bacurau” chega ao Cine Teatro Guarany, equipamento gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, localizado em Triunfo, para sua estreia em cinemas de rua no Sertão, sem data para sair de cartaz. O filme dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles começa a ser exibido a partir da sexta-feira (1/11), pela primeira vez fora de salas de centros de compras na região, por meio do Programa Cine de Rua. A expectativa é de que a presença da película amplamente premiada pelo mundo atraia público de várias cidades vizinhas. Os ingressos custam R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia). Às quintas-feiras, nas sessões CineSesc, a entrada é gratuita.

    “Bacurau” tem sido sinônimo de presença de público por onde passa. No Cinema São Luiz, no Recife, também gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, já é recorde de espectadores dos últimos anos, superando as 20 mil pessoas. O momento político e a quantidade de prêmios recebidos pelo filme explicam a curiosidade do público. Entre as várias distinções oferecidas ao longa, destaca-se o Prêmio do Júri recebido no Festival de Cannes deste ano, um reconhecimento que só perde para a Palma de Ouro em importância. O filme passou por muitas outras mostras pelo mundo, sempre arrancando elogios da crítica e empolgando os espectadores.

    “Estamos muito felizes e cientes da importância de exibir um filme como ‘Bacurau’ no Sertão e, especificamente, em Triunfo. Já estamos vendo a repercussão entre os moradores da cidade e de municípios vizinhos, até mesmo nas redes sociais do diretor Kleber Mendonça Filho, então a expectativa é enorme”, disse Janaína Guedes, coordenadora executiva do Programa Cine de Rua.

    PROGRAMAÇÃO COMPLETA – SEMANA DE 31 DE OUTUBRO A 6 DE NOVEMBRO

    BACURAU
    (Brasil, 2019, 131 minutos)

    Gênero: Drama/Ficção Científica/Mistério | Direção: Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles | Elenco: Sonia Braga, Barbara Colen, Silvério Pereira, Udo Kier
    Classificação Etária: 16 anos
    Sinopse: Pouco após a morte de dona Carmelita, aos 94 anos, os moradores de um pequeno povoado localizado no sertão brasileiro, chamado Bacurau, descobrem que a comunidade não consta mais em qualquer mapa. Aos poucos, percebem algo estranho na região: enquanto drones passeiam pelos céus, estrangeiros chegam à cidade pela primeira vez. Quando carros se tornam vítimas de tiros e cadáveres começam a aparecer, Teresa (Bárbara Colen), Domingas (Sônia Braga), Acácio (Thomas Aquino), Plínio (Wilson Rabelo), Lunga (Silvero Pereira) e outros habitantes chegam à conclusão de que estão sendo atacados. Falta identificar o inimigo e criar coletivamente um meio de defesa.
    Dias e horários: sexta-feira (1º/11), 20h | sábado (2), 18h e 20h30 | domingo (3), 20h | terça-feira (5), 19h | quarta-feira (6), 19h
     
    A PRINCESA DE ELYMIA
    (Brasil, 2019, 104 minutos)
    Gênero: Animação | Direção: Silvio Toledo
    Classificação Etária: 12 anos
    Sinopse: Zoé é uma menina de 10 anos, que tem sua vida mudada quando acha o portal para o Reino de Elymia na Pedra da Gávea. Por ser herdeira dos poderes mágicos que podem salvar este mundo, ela precisa aprender a usar a magia para derrotar bruxos, dragões e monstros.
    Dias e horários: sexta-feira (1º/11), 16h | sábado (2), 16h | domingo (3), 16h

     

    A NOITE AMARELA
    (Brasil, 2019, 102 minutos)
    Gênero: Suspense | Direção: Ramon Porto Mota
    Classificação Etária: 12 anos
    Sinopse: Um grupo de amigos viaja até uma casa de praia, situada em uma pequena ilha do nordeste brasileiro, para celebrar o fim do ensino médio. Na medida em que o tempo passa, as brincadeiras e festas são gradativamente interrompidas pela sensação de que aquele lugar abriga um horror insondável; uma profunda estranheza os espreita através dos limites da percepção humana, enquanto uma morte colossal, silenciosa e arrepiante os aguarda.
    Dias e horários: sexta-feira (1º/11), 18h | domingo (3), 18h
    Cidades: Triunfo
    Assuntos: secult, cine teatro guarany, bacurau
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