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Procon-PE e Apevisa descobrem cadeia ilegal de produção de alimentos

| Direitos Humanos

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O Procon-PE e a Apevisa (Vigilância Sanitária do Estado) durante coletiva, realizada hoje (08.11), explicaram a cadeia ilegal de produção de alimentos, que desencadeou a Operação Canudinho. Após fechar uma fábrica clandestina de canudinhos comestíveis, no município de Moreno, foram descobertos outros pontos que fabricavam e forneciam alimentos sem registro e com rotulagem adulterada.

No Engenho Carnijó, onde os canudinhos eram feitos, foi apurado que o produto era distribuído na Região Metropolitana do Recife com o nome de seis marcas: a Canudos Crocantes; Canudos Festas, a Ki-Massa, a Canudos Margogi – Leo de Lita; Krokita e Croc's. As três primeiras eram marcas do próprio dono do Engenho e já estavam sendo retirada de imediato das lojas.

Já as outras marcas o Procon e a Apevisa rastrearam os CNPJs para averiguar se de fato elas compravam canudinhos em Moreno ou se tinha fabricação própria. “Precisávamos conferir se todos os canudinhos que estão sendo comercializados eram vindos do Engenho Carnijó ou se eram fabricados em outro local”, explicou a gerente de fiscalização Danyelle Sena.   

A Krokita, que funciona no bairro de Arthur Lundgrem II, em Paulista, além de comprar os canudinhos em Moreno, também fabricava salgados. O local foi interditado pelo Procon e Apevisa, pois não possuía documentação para funcionar  e os rótulos estavam adulterados.

A Croc's, localizada no bairro da Madalena, no Recife é um ponto de distribuição de vários produtos, entre salgados e doces. A Apevisa descartou 11kg de produtos vencidos e 306 unidades de outras alimentos sem rotulagem. Muitos alimentos estavam ainda sem rótulos. A data de fabricação era colocada de acordo com a saída para venda.

Nesta sexta-feira (08.11), os órgãos visitaram a terceira marca a Maragogi – Leo de Lita. O local era um centro de distribuição de bolachas e também foi interditado. “Além de não possuir documentação as rotulagens não apresentavam de onde o produto era comprado”, afirmou a gerente da I Geres da Apevisa, Ana Paula Vanderley.  Os três estabelecimentos só voltarão a funcionar após legalizar a documentação, junto aos órgãos competentes.

A partir da próxima segunda-feira (11.11) os fiscais do Procon irão retirar das lojas todos os canudinhos das marcas que  saiam da produção do engenho localizado em Moreno. O órgão também irá rastrear os fornecedores de salgados e bolachas que eram vendidos para os estabelecimentos da Madalena e de Jaboatão. O processo administrativo do Procon-PE também será caminhado para as delegacias do Consumidor e Estelionato, Ministério Público de Pernambuco e a Secretaria Nacional de Direito do Consumidor.  

Cidades: Moreno
Assuntos: sjdh, procon, apevisa
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