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Oficina de grafitagem trabalha direitos da juventude e a qualidade de vida entre socioeducandos

| Juventude, Segurança, Direitos Humanos
grafite 
Atividade foi desenvolvida no Case Caruaru e faz parte do projeto realizado pelo Gajop desde o ano passado.
 

Trabalhando a criatividade e a curiosidade com o foco nos direitos para a juventude, adolescentes do Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) Caruaru participaram, na última segunda feira (19), de uma oficina de Grafitagem. A atividade foi ministrada pelos Jovens Defensores de Direitos Humanos do Gabinete de Assessoria Jurídica às Organizações Populares (Gajop).

A oficina faz parte do projeto “Diálogos para a mudança: enfrentando os desafios pela socioeducação” desenvolvido pelo Gajop, desde 2017, nos Cases Caruaru e Santa Luzia, entre os adolescentes e os agentes socioeducativos. São trabalhados mensalmente diversos temas na perspectiva de uma melhor atuação humanizada e garantidora dos Direitos da Infância e Juventude.

Durante a oficina, os adolescentes desenharam, pintaram e criaram estampas em camisas inspirados na temática dos direitos da juventude e na qualidade de vida. “A atividade foi maravilhosa, aprendi o que não sabia, é uma nova oportunidade para quando sair daqui seguir profissão”, planejou o adolescente A.G.S., de 16 anos.

“O foco da oficina foi no debate sobre os direitos da juventude e o que esses direitos, a partir do lugar onde a privação de liberdade e as condições, desfavorecem a qualidade de vida”, completou Romero Silva, coordenador do projeto.  

Segundo a Coordenadora Técnica da unidade, Thaysa Vila Nova, é notória a evolução dos adolescentes participantes do projeto. Eles tiveram uma evolução surpreendente. Eles trocaram experiências, debateram temas muito importantes, e ainda ocuparam o tempo ocioso com aprendizado que podem seguir profissão e gerar renda”. Na próxima semana a oficina será ofertada para os adolescentes do Case Santa Luzia.

Ao final do projeto, que deve seguir até abril, será produzido um artigo sobre o papel do agente socioeducativo nas unidades de internação de adolescentes e a produção de um documentário da experiência da atuação dos Jovens Defensores de Direitos Humanos junto aos adolescentes privados de liberdade. Ambos os materiais servirão de base para a prática e vivencia de unidades sócio-assistenciais.​

Assuntos: sdscj, funase, case, gajop, oficina
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