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Funase dá continuidade às capacitações em Práticas Restaurativas para 240 servidores

| Direitos Humanos

Após os cursos de Comunicação Não Violenta e Introdução à Justiça Restaurativa, 80 alunos serão capacitados como facilitadores 
para disseminar essa nova filosofia nas unidades

Dando continuidade às capacitações em Práticas Restaurativas, servidores da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase), lotados na Capital, participaram do curso de Introdução à Justiça Restaurativa. Aulas foram ministradas pelo psicólogo clínico e Juiz da Criança e do Adolescente do Recife, Élio Braz Mendes, entre os dias 1 e 3 de novembro. Essa foi a primeira turma desse curso. Outras, incluindo no Interior, acontecem até o fim do mês.

Na Funase, as práticas de Justiça Restaurativa começaram a ser introduzidas no final do ano passado, a partir do projeto “Semeando uma Cultura de Paz: as Práticas Restaurativas como Ferramentas da Socioeducação”. O projeto é uma das ações previstas no Plano de Ação de Curto Prazo da Funase, aprovado pelo Governador Paulo Câmara e lançado em abril deste ano.

Essa série de capacitações irá beneficiar 240 servidores e teve início em outubro deste ano, com aulas sobre Comunicação Não Violenta (CNV), ministradas pelo professor doutor e coordenador do Espaço de Diálogo e Restauração da UFPE, Marcelo Pelizzoli. A atividade é conduzida pelo Laboratório de Convivência, sob o comando da psicóloga Mônica Mumme, que, em Janeiro, ministrará a formação de 80 facilitadores em Justiça Restaurativa, com certificação reconhecida em todo o País. 

Segundo a Diretora-Presidente da Funase, Nadja Alencar, esse é um grande começo. “As possibilidades da Justiça Restaurativa dentro da Funase são muito grandes. Preparar os servidores para achar caminhos por meio das Práticas Restaurativas, é melhorar o convívio interno e também as relações externas. Contamos muito com o talento e vontade de cada um dos nossos servidores”, enfatiza.

Ao final dos cursos e da formação, micro grupos geradores serão criados nas unidades de atendimento para assim disseminar essas práticas. Para o juiz Élio Braz, esse é um marco para a Funase e para toda a sociedade, na medida em que se começa a incorporar uma filosofia que não deve estar só dentro da instituição. 

“Essa filosofia tem que estar na escola, na família, no bairro, na associação, nas igrejas. Com isso a Funase traz essa grande mudança de paradigmas, essa grande troca de lentes sobre quem é esse adolescente, quem é essa família, o que é esse ato infracional, o que a sociedade espera e o que a sociedade deseja, como podemos ressocializar, reinserir, recuperar esse jovem”, destaca o juiz Élio. 

Cidades: Recife
Assuntos: sdscj, funase, capacitaçao, servidores, paulo camara, praticas restaurativas
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