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SDSCJ promoverá ações de conscientização na 16ª Parada da Diversidade de Pernambuco

| Direitos Humanos
Semana da Diversidada
 
Será distribuído material gráfico com o lema "Respeito Começa em Casa"
  
A 16ª Parada da Diversidade de Pernambuco, que acontece no próximo domingo (17/09), na orla de Boa Viagem, vai contar com diversas ações de conscientização promovidas pela Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude (SDSCJ), sob a gestão do secretário Roberto Franca. Toda a equipe da Secretaria Executiva de Segmentos Sociais (SESES), vinculada à SDSCJ e dirigida pelo secretário executivo Sérgio Moura, vai distribuir material gráfico com o lema "Respeito Começa em Casa", além de toda a programação do Setembro da Diversidade. O foco da campanha da SDSCJ, este ano, é o combate ao preconceito por LGBTfobia dentro de casa. 

As ações, organizadas pela Coordenadoria LGBT da SDSCJ, sob o comando de Marcone Menezes, também incluem a participação no Trio Elétrico do Governo Paulo Câmara, que apoia o evento em defesa dos direitos LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais). 
 
A concentração da Parada da Diversidade, que é realizada pelo Fórum LGBT de Pernambuco, será no Parque Dona Lindu, a partir das 9h. Haverá shows e discursos orientando o público antes do início do desfile dos trios pela avenida Boa Viagem. 
A Ouvidoria Social da SDSCJ, sob o comando de Cibele Flávia, estará presente no evento para atender qualquer denúncia de violação de direitos. 
Os contatos da Ouvidoria da SDSCJ são os seguintes: 
Telefones: 0800-081-4421
                 (81) 984941298
 
VIOLÊNCIA EM CASA
De acordo com dados da Secretaria de Defesa Social (SDS), entre 2014 e 2016 houve 635 casos de violência domiciliar contra a população LGBT. Os casos estão relacionados à ameaça por violência doméstica/familiar; dano por violência doméstica/familiar; difamação por violência doméstica/familiar; injúria por violência doméstica/familiar; lesão corporal por violência doméstica/familiar; perturbação do sossego por violência doméstica/familiar; vias de fato por violência doméstica/familiar; constrangimento ilegal por violência doméstica/familiar.
 
ESTUPRO CORRETIVO
“Você vai aprender a gostar de homem”. A frase assustadora é comum em caso de violência sexual contra mulheres lésbicas. Segundo as estatísticas, 6% das vítimas de estupro que procuram o Disque 100 do Governo Federal são mulheres homossexuais vítimas de violência, em sua maioria de fundo sexual. Chamada de ‘estupro corretivo’, a violência sexual contra mulheres lésbicas tem requintes de crueldade e é motivada por ódio e preconceito.
Cidades: Recife
Assuntos: sdscj, seses, lgbtfobia, acoes de concientizacao, parada da diversidae
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