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Artesanato pernambucano movimenta economia

| Balanço, Cultura

Centro de Artesanato de Pernambuco

Foto: Daniela Nader

O Centro de Artesanato de Pernambuco supera, em valor, vendas em 2016, totalizando R$2,5 milhões, além de ultrapassar a quantidade de peças artesanais vendidas em 2015

À beira das águas que emolduram o principal cartão postal do Recife, o Centro de Artesanato de Pernambuco - localizado em frente à rosa dos ventos de Cícero Dias ponto que marca o início da cidade Maurícia - completou quatro anos de existência com saldo positivo para a comercialização de peças genuinamente pernambucanas.

De janeiro a dezembro, foram comercializadas  mais de 118 mil peças, totalizando R$ 2,5 milhões. "Mais do que movimentar a economia, a indústria do artesanato em pequena escala representa um importante passo para o desenvolvimento local. Com o Centro de Artesanato conseguimos fazer com que artesãos de todo o Estado possam comercializar suas peças, sem atravessador, recebendo o preço original que ele cobra em seu ateliê. Assim, estamos beneficiando pessoas que vivem em pequenos centros, afastados das cidades, donos de negócios que passam de pai para filho", disse Jenner Guimarães do Rêgo, diretor-presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper).

No Centro, considerado o maior do segmento no Brasil, tem um acervo de 16 mil peças, de 500 artesãos, entre trabalhos feitos com couro, madeira, cerâmica, além de produtos têxtil. No espaço, mestres tradicionais como Dila, Ana das Carrancas, Maria amélia, Tiago Amorim, J. Borges e Manoel Eudócio dialogam com trabalhos mais contemporâneos que bebem da fonte da cultura popular.

Os meses com maior movimento foram os de férias, especialmente janeiro, julho, novembro e dezembro. No primeiro mês do ano passado foram R$ 358 mil, contra R$ 268 mil em dezembro daquele ano. "2016 foi um ano em que superamos, em valores reais, as vendas de 2014 e 2015. Já em quantidade de peças, superamos o quantitativo comercializado em 2015", completou Rêgo.

Todo o acervo está à venda. As peça custam de R$ 1 a R$ 3 mil, divididas entre as seções mestres, suvenires, artesanato contemporâneo, cestaria, têxtil, trabalhos manuais, moda e brinquedos populares. Ao longo dos quatro anos de existência, foram comercializadas mais de 486 mil peças de artesanato, totalizando mais de R$ 11 milhões.

Retorno de Parceria

Arnaldo Lopes, nascido em Água Preta, PE, trabalha desde 1980 com artes plásticas. Conheceu o Centro de Artesanato na Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), maior evento da América Latina no segmento. É parceiro do Centro há quatro anos e desde a inauguração suas peças figuram nas prateleiras da loja.

“Colocar minhas obras para serem vendidas no Centro de Artesanato de Pernambuco foi o melhor investimento que pude ter feito. As vendas aumentaram em 100%. Além da grande divulgação, não só em Pernambuco, mas em todo o mundo, devido ao grande fluxo de turistas. Essa parceria tem gerado retorno do consumidor pelo ano inteiro. Estou satisfeito com o trabalho feito em 2016, foi um ano de grandes vendas e oportunidades provenientes desse trabalho em conjunto. Espero que em 2017 essa parceria continue trazendo bons resultados”, afirma o artesão.

Cidades: Recife
Assuntos: Centro de Artesanato de Pernambuco, cultura, turismo, balanço, AD Diper,
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